PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO (CT - PPGAU)
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
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Notícias
Banca de QUALIFICAÇÃO: ISAURA CAVALCANTI BRANDÃO NETA
Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ISAURA CAVALCANTI BRANDÃO NETA
DATA: 27/07/2026
HORA: 16:00
LOCAL: Google Meet
TÍTULO: FADA: Docilidade do Ambiente Construído na Perspectiva da Criança com TEA
PALAVRAS-CHAVES: Ambiente escolar; Docilidade Ambiental; Percepção do usuário; Atendimento Educacional Especial; Transtorno do Espectro Autista
PÁGINAS: 91
RESUMO: Os ambientes escolares exercem influência direta sobre o bem-estar, o comportamento e a aprendizagem dos estudantes, especialmente no caso de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), cujas necessidades sensoriais, cognitivas e comportamentais demandam adequações espaciais específicas. Nesse contexto, a Docilidade Ambiental apresenta-se como uma base teórica relevante, ao compreender a relação entre as capacidades individuais e as demandas do ambiente, contribuindo para a construção de espaços mais responsivos e inclusivos. Apesar da relevância, sua aplicação no campo educacional, sobretudo a partir da percepção de estudantes com TEA, ainda é pouco explorada. Diante disso, essa pesquisa tem como questão norteadora compreender de que forma os ambientes escolares, à luz da Docilidade Ambiental, influenciam a experiência e a interação de estudantes com TEA nos espaços de aprendizagem. Busca-se avaliar o ambiente construído de uma escola da rede privada de João Pessoa PB, à luz do conceito de Docilidade Ambiental, considerando a percepção ambiental de estudantes com TEA, com o intuito de identificar a presença de ambientes potencialmente dóceis no apoio à aprendizagem e à inclusão. A metodologia caracteriza-se como aplicada, de abordagem qualitativa, com caráter exploratório e descritivo, estruturada como estudo de caso. Para isso, faz-se necessário o seguinte percurso metodológico: (1) levantamento bibliográfico; (2) caracterização dos ambientes escolares; (3) análise da percepção dos usuários, por meio de instrumentos adaptados às crianças com TEA e observação não participante; e (4) análise e sistematização dos dados. Identificaram-se atributos ambientais que favorecem o bem-estar, a permanência e a participação dos estudantes com TEA, bem como compreender como esses usuários percebem e interagem com os espaços escolares. Como contribuição, a pesquisa pretende propor diretrizes projetuais que auxiliem na qualificação dos ambientes educacionais, promovendo contextos mais inclusivos e alinhados às necessidades desses estudantes.
MEMBROS DA BANCA:
Presidente(a) - 1644352 - ANGELINA DIAS LEAO COSTA
Externo(a) ao Programa - 2475897 - BRUNA RAMALHO SARMENTO
Externo(a) à Instituição - GLAUCE LILIAN ALVES DE ALBURQUERQUE
Externo(a) à Instituição - WANDERSONIA MOREIRA BRITO MEDEIROS