PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS (AGROECOLOGIA) (PPGCAG)
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS SOCIAIS E AGRÁRIAS (CCHSA)
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Notícias
Banca de DEFESA: JOSEFA BRUNA LIMA DOS SANTOS
Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JOSEFA BRUNA LIMA DOS SANTOS
DATA: 26/08/2026
HORA: 14:00
LOCAL: Plataforma Meet
TÍTULO: AVALIAÇÃO DE GENÓTIPOS DE BATATA-DOCE (Ipomoea batatas L.) EM RESPOSTA AO ESTRESSE SALINO
PALAVRAS-CHAVES: Ipomoea batatas L., Salinidade, Seleção de genótipos, Parâmetros morfológicos
PÁGINAS: 40
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Agronomia
SUBÁREA: Fitotecnia
ESPECIALIDADE: Fisiologia de Plantas Cultivadas
RESUMO: A batata-doce (Ipomoea batatas L.) é uma raiz tuberosa de alto valor nutricional e apresenta características que lhe conferem considerável versatilidade e resiliência quando comparada com outras hortaliças. Seus aspectos produtivos são marcados pela rusticidade, baixo custo de implementação o que lhe torna atrativa para ser cultivada mundialmente. Considerando as previsões, de que mais da metade das terras agriculturáveis serão acometidas pela salinização até 2050, é crucial desenvolver e selecionar genótipos que agreguem produção e qualidade nutricional com alta tolerância a esse estresse. Assim, este trabalho teve como objetivo avaliar a morfofisiologia, produção e qualidade pós-colheita de genótipos de batata-doce de polpa laranja e roxa cultivados sob estresse salino. Para isso, aos 21 após o plantio (DAP), as plantas crescidas em vasos foram submetidas a irrigação com dois níveis de salinidade da água: não salina (água do abastecimento) e água salina ≈ 2,5 dS m-1 até os 63 DAP e 4,9 dS m-1 dos 63 aos 120 DAP). A partir dos 30 dias após a exposição ao estresse salino (DAE), foram determinados: parâmetros morfológicos, análises fisiológicas, conteúdo relativo de água, extravasamento de eletrólitos. Ao final do experimento (120 DAP), as plantas foram colhidas para a determinação da biomassa e análises pós-colheita. Os dados foram submetidos à análise de variância pelo teste F e as médias comparadas pelo teste de Dunnett (fluorescência) ou Scott & Knott (demais variáveis) (P ≤ 0,05). Conclui-se que, apesar dos efeitos negativos da salinidade nas variáveis fisiológicas, os genótipos avaliados nesse estudo apresentam tolerância ao estresse salino, mantendo a massa seca e produtividade das raízes tuberosas mesmo sob estresse.
MEMBROS DA BANCA:
Presidente(a) - 3157372 - DIEGO SILVA BATISTA
Interno(a) - 073.136.074-58 - EMMANUEL MOREIRA PEREIRA - UFPB
Externo(a) à Instituição - SABRINA KELLY DOS SANTOS