PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DAS RELIGIÕES (PPGCR)

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

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Notícias


Banca de DEFESA: KELLY THAYSY CABRAL LOPES

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: KELLY THAYSY CABRAL LOPES
DATA: 17/07/2015
HORA: 09:00
LOCAL: Sala de reuniões CE
TÍTULO: O arquétipo da serpente nos textos semíticos: a intelecção interpretativa no contexto histórico-social egípcio, mesopotâmico e hebraico
PALAVRAS-CHAVES: Sagrado; Mãe; Serpente; Deusa-Mãe; Vida.
PÁGINAS: 118
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Teologia
RESUMO: Reconhecemos nas tradições antigas a origem das narrativas míticas. Neste período a relação com o sagrado estava intrinsecamente presente no cotidiano, não havia distinção entre o sagrado e o profano, pois suas atividades se condicionavam ao divino de tal modo que nos primórdios a relação da criação das plantas, tudo o que surgia da terra para a sobrevivência era representada pela Mãe quando a associavam ao poder fecundante. Deste modo encontramos a Mãe como representação divina, assim como também há uma identificação dos animais quando são reverenciados pela sua força e também quando são o alimento. O seu sacrifício indicava uma sacralidade e este episódio se dava ritualmente. Nosso objetivo foi analisar a serpente mítica em quatro textos semíticos: o hino a Ptah, a Epopeia de Gilgamesh, o Enuma Elish e o Mito hebraico da criação. Portanto contextualizamos historicamente as tradições semitas, especificamente o Egito, a Mesopotâmia (Suméria, Babilônia) e Israel. Por sequência pesquisamos a serpente mítica nestas tradições e por fim descobrimos o arquétipo da serpente nas tradições que destacamos. Os mitos de origem nos dão respaldo para compreensão arquetípica da serpente, pois vemos que a sua representação simbólica indica as polaridades assim como uma jornada cíclica. Para tanto aplicamos a instrumentação analítica junguiana quando desenvolve o conceito de arquétipo, principalmente na obra: “Os arquétipos e o inconsciente coletivo”. Metodologicamente utilizamos da hermenêutica simbólica e comparada de Mircea Eliade principalmente em suas obras: “O sagrado e o profano” e “O mito do eterno retorno” e buscamos entrelaçar a visão indiciária conforme Carlo Ginsburg com a intelecção interpretativa da hermenêutica crítica, ou seja, através das pistas interpretamos os textos.
MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1353258 - FABRICIO POSSEBON
Interno - 2884093 - SUELMA DE SOUZA MORAES
Externo à Instituição - MIGUEL PEREIRA DA SILVA

Notícia cadastrada em: 02/07/2015 06:12