PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA (PPGE)

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

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Notícias


Banca de DEFESA: FABRICIA JOISSE VITORINO CARVALHO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: FABRICIA JOISSE VITORINO CARVALHO
DATA: 19/02/2016
HORA: 09:00
LOCAL: AUDITÓRIO AZUL CCSA UFPB
TÍTULO: DETERMINANTES DA DEMANDA POR EXAME PREVENTIVO DE CÂNCER DE PRÓSTATA NO BRASIL E SUAS REGIÕES
PALAVRAS-CHAVES: Câncer de Próstata, Prevenção, Toque Retal.
PÁGINAS: 68
GRANDE ÁREA: Ciências Sociais Aplicadas
ÁREA: Economia
RESUMO: O câncer de próstata é um dos tumores mais comuns na população masculina; provocando mortes prematuras, bem como, custos para os familiares, o sistema público de saúde, e para toda a sociedade. Diante disso, o presente trabalho busca analisar os determinantes da demanda pelo exame preventivo de câncer de próstata no Brasil e suas Regiões. A partir das informações da Pesquisa Nacional da Saúde (PNS, 2013), foi organizada a amostra desse estudo; caracterizada por homens acima de 40 anos, que responderam à pergunta sobre o exame de Toque Retal (TR), e que foram pelo menos uma vez ao médico. Vale denotar que, esse último corte foi realizado com o intuito de dirimir o viés relacionado ao acesso aos serviços de saúde. A análise dos dados indica que, mais de 50% dos homens brasileiros nunca realizaram o exame preventivo do câncer de próstata; sendo que, os principais motivos citados para a não realização foram à falta de orientação, não achar necessário, e a vergonha. Às três alegações descritas sinalizam a existência de preconceito e desinformação com a prevenção da patologia. Ademais, com a estimação do modelo logit ordenado de chances proporcionais parciais, foi possível verificar que, a idade, o nível de escolaridade, a presença de um cônjuge, ter acesso a informação e aos serviços de saúde, interferem na probabilidade do homem realizar a prevenção do câncer de próstata. Tais características persistem, como determinantes da prevenção, para os indivíduos acima de 50 anos, faixa-etária que mais acomete os homens com o cancro; bem como para os homens que têm melhor e mais eficiente acesso ao exame. Já quando examinada as cinco regiões brasileiras, percebe-se que, o nível de escolaridade e o acesso a informação foram as únicas variáveis que interferem na probabilidade da realização do exame para todas as regiões. Neste mote, percebe-se que, a falta de informação dos brasileiros, interfere na realização do exame, mesmo para os indivíduos que possuem plano de saúde, e residem em regiões mais desenvolvidas. E como mais da metade dos homens não realizaram o exame por não achar necessário, ou por vergonha; conclui-se que, os determinantes da demanda pelo exame preventivo do câncer de próstata, podem ser elencados pela falta de orientação, e pelo preconceito. De modo que, é preciso dirimir o déficit de conhecimento quanto à neoplasia, e para que se possa aumentar o diagnóstico precoce do referido cancro.
MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - GUILHERME DINIZ IRFFI
Presidente - 1646137 - MERCIA SANTOS DA CRUZ
Interno - 1524258 - PAULO AGUIAR DO MONTE

Notícia cadastrada em: 12/02/2016 15:02