PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA EM REDE NACIONAL (PROFSAÚDE)

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

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Exames de Qualificação


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2020
Descrição
  • PABLO RODRIGUES COSTA ALVES
  • COMO MANEJAR AS DOENÇAS RENAIS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA A SAÚDE?
  • Orientador : EDUARDO SERGIO SOARES SOUSA
  • Data: 30 de Abril de 2020 às 16:00
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  • O paciente portador de doença renal crônica possui diversos problemas clínicos, sociais e psicológicos, além do problema renal em si. Ao iniciar o tratamento com o nefrologista, o paciente costuma centralizar seu cuidado no especialista em nefrologia, limitando seu plano de cuidado à disfunção renal e suas complicações, à terapia substitutiva renal (quando em diálise) e aos problemas clínicos relacionados como a doença cardiovascular. Essa prática desencontra-se daquela proposta pelo Ministério da Saúde de centralizar o cuidado dos indivíduos na atenção primária, onde o médico de saúde da família e comunidade (MFC) seria o coordenador do cuidado. Diferente da recomendação ministerial, diversos autores sugerem que o nefrologista tem assumido o papel de prestador/coordenador de cuidados primários ao paciente, enquanto o MFC tem papel secundário ou nulo na assistência deste grupo de pacientes. Diversos autores apontam que a pouca participação do MFC no cuidado destes pacientes deve-se a múltiplos fatores, sobretudo ao fato dos nefrologistas, dos MFC e dos pacientes possuírem dúvidas quanto as habilidades do MFC em manejar problemas primários de saúde e em coordenar o cuidado deste grupo complexo de pacientes. A ausência de materiais relacionados a nefrologia e a DRC voltados para o MFC e a atenção primária, nos portais do Ministério da Saúde e Departamento de Atenção Básica e a escassez de materiais didáticos, de nefrologia, voltados para esse público – em geral, pode contribuir para a insegurança dos MFC ao abordar pacientes portadores de DRC. O presente projeto de intervenção visa, portanto, apresentar um produto – neste caso, um livro voltado para a educação continuada de MFC e generalistas em nefrologia com foco para a Atenção Primária em Saúde.
  • SHEILA LUCIA SERPA LEAL
  • CORRELAÇÃO ENTRE A QUALIDADE DO PREENCHIMENTO DA CADERNETA DE SAÚDE DA CRIANÇA NOS PRIMEIROS DOIS ANOS DE VIDA E A PREVALÊNCIA DE OBESIDADE EM PRÉ-ESCOLARES
  • Orientador : ELEONORA RAMOS DE OLIVEIRA
  • Data: 30 de Abril de 2020 às 14:00
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  • Introdução: A obesidade é um problema crescente de saúde pública. As crianças seguem a mesma tendência mundial de aumento da prevalência de sobrepeso e obesidade que acompanha a mudança de estilo de vida das últimas décadas. As consequências da obesidade podem surgir ainda na infância, mas se apresentam sobretudo na idade adulta, sob a forma de doenças crônicas não transmissíveis ao longo da vida, como a hipertensão arterial, aterosclerose, dislipidemias, diabetes, dentre outras, que levam ao aumento da mortalidade nessa população. A prevenção é o meio mais eficaz de combate e deve começar ainda na puericultura. No Brasil, dispomos da caderneta de saúde da criança como instrumento de registro das tendências de crescimento, ganho de peso e IMC, e seu correto preenchimento e seguimento é uma ferramenta valiosa para observação de crianças em risco de obesidade. Objetivo: O presente projeto de pesquisa objetiva descrever a qualidade do preenchimento da Caderneta de Saúde da Criança pelos profissionais de saúde da Atenção Básica e correlacionar com a prevalência da obesidade infantil em pré-escolares. Metodologia: O presente estudo terá uma orientação quantitativa, de caráter descritivo, correlacional e com delineamento transversal. Os dados da presente pesquisa serão provenientes de crianças de ambos os sexos, regularmente matriculadas em Centros de Referência em Educação Infantil (CREI’s) do município de João Pessoa-PB com idade entre 3 e 5 anos. As crianças serão avaliadas quanto a presença de sobrepeso ou obesidade a partir das variáveis antropométricas (peso, estatura, circunferência da cintura e IMC); Observaremos os registros da caderneta da criança, quanto ao número de registros antropométricos, qualificando o preenchimento das curvas disponíveis (peso por idade, comprimento por idade e IMC por idade), dos primeiros dois anos de vida da criança. Em seguida, observaremos associações entre a presença de obesidade e a qualidade do preenchimento da Caderneta de Saúde da Criança nos primeiros dois anos de vida.
  • RACHEL DE ALCÂNTARA OLIVEIRA RAMALHO
  • ANALGESIA OBSTÉTRICA E ESCOLHA DA VIA DE PARTO: ESTUDO COM PUÉRPERAS EM MATERNIDADE PÚBLICA NO INTERIOR DO RIO GRANDE DO NORTE
  • Orientador : RILVA LOPES DE SOUSA MUNOZ
  • Data: 29 de Abril de 2020 às 16:00
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  • Identificar os componentes da satisfação das mulheres a partir de suas opiniões acerca da assistência ao parto é uma etapa fundamental no sentido de estender a cobertura e melhorar a qualidade da atenção à saúde materna, notadamente ao parto normal, visando à pretendida humanização da atenção ao parto e ao nascimento. O trabalho de parto natural e a dor associada constituem provavelmente o evento mais doloroso da vida de muitas mulheres. Consequentemente, a maioria delas deseja alguma forma de analgesia durante o parto. A experiência da dor durante o trabalho de parto não é um reflexo simples de processos unicamente fisiológicos. Em vez disso, a dor do trabalho de parto é o resultado de uma interação complexa e subjetiva de múltiplos fatores fisiológicos e psicossociais na interpretação individual da mulher dos estímulos ao parto (ILIADOU, 2009). A falta de conscientização, aceitabilidade e disponibilidade de uma eficaz analgesia do parto nos países em desenvolvimento é considerado o principal obstáculo em relação ao seu uso rotineiro (NABUKENYA et al., 2015). A Organização Mundial da Saúde recomenda a humanização da assistência ao parto e isso também inclui o trabalho do anestesiologista como parte fundamental desse processo no atendimento à gestante (FREITAS; MEINBERG, 2009). Um entendimento da dor do trabalho de parto como fenômeno multidimensional fornece a base para uma abordagem centrada na mulher para a gestão do trabalho de parto, que inclui uma ampla gama de estratégias de intervenção farmacológica e não farmacológica (ILIADOU, 2009).
  • MARIA ALBANETE SANTOS DE LIMA
  • ANÁLISE DA ABORDAGEM FAMILIAR NA PERSPECTIVA DE IMPLEMENTAÇÃO DA PRÁTICA NO CENÁRIO DA RESIDÊNCIA DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA-PB
  • Orientador : ANDRE LUIS BONIFACIO DE CARVALHO
  • Data: 29 de Abril de 2020 às 14:00
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  • A criação do Programa Saúde da Família em 1994 pelo Ministério da Saúde propunha uma mudança no modelo tradicional de atenção pautado na doença para a atenção voltada para o indivíduo, sua família e o meio em que vive. Funciona como porta de entrada para o sistema de saúde tendo território definido para a atuação das equipes e população delimitada para que possam intervir nos fatores de risco aos quais a população está exposta provendo cuidado integral, resolutivo e de qualidade, incluindo atividades de promoção e prevenção à saúde. Diante da complexidade dessa estratégia surge a necessidade de se formar profissionais capazes de trabalhar segundo o novo modelo, o que se tornou um desafio para o sistema de saúde como o de criar estratégias educacionais eficazes na formação de profissionais com perfil adequado para atuar nas unidades básicas de saúde observando os princípios da integralidade, longitudinalidade e universalidade, assim como o da acessibilidade, coordenação do cuidado, equidade e humanização do serviço ( PNAB, 2017).
  • LINDALVA COELHO DE CARVALHO
  • Análise Crítica das Taxas de Cesarianas em um Serviço de Atenção Terciária
  • Orientador : EDUARDO SERGIO SOARES SOUSA
  • Data: 14 de Abril de 2020 às 11:00
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  • As taxas de partos por via abdominal, cesarianas, no Brasil e no mundo têm aumentado de forma substancial. Vários fatores estão relacionados e considera-se como relevantes a maior concentração de gestações consideradas de alto-risco, as taxas crescentes de obesidade, em especial, nessa população, uma maior tendência à gravidez em idades mais avançadas, as preocupações médico-legais na relação médico-paciente e a cesariana a pedido da mulher1,2. Deve-se considerar, ainda, que a evolução nas técnicas cirúrgicas e anestésicas proporcionaram uma maior segurança ao momento do parto e trouxe grande contribuição para assistência materna, embora, tenham, também, influenciado essa crescente modalidade de parto2,3,4. Com tais avanços, tornou-se um procedimento seguro, de baixo risco materno e benéfico em numerosas situações obstétricas patológicas, que podem ocorrer nos períodos anteparto e intraparto. Se por um lado reduziram-se decisivamente a mortalidade materna e fetal, por outro, a segurança do procedimento tem estimulado a sua indiscriminada indicação e o progressivo aumento global nas suas taxas causando preocupação às autoridades sanitárias e à própria Organização Mundial de Saúde.
2018
Descrição
  • ANA FLAVIA SILVA AMORIM ARRUDA
  • Avaliação das Redes de Saúde através da Visão dos Médicos do Programa Mais Médicos do Brasil na Paraíba
  • Data: 03 de Agosto de 2018 às 08:00

  • MARIA CELESTE DANTAS JOTHA
  • Repercussões Clínicas e Sociais de Crianças Portadoras de Infecção Congênita por Zika Virus Acompanhadas em um Centro de Referência de João Pessoa
  • Orientador : CLAUDIO SERGIO MEDEIROS PAIVA
  • Data: 03 de Agosto de 2018 às 07:00

  • ALEXANDRE JOSE DE MELO NETO
  • FATORES ASSOCIADOS AO DESEJO DE PERMANECER TRABALHANDO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE ENTRE OS MÉDICOS BRASILEIROS DO PROGRAMA MAIS MÉDICOS NA PARAÍBA
  • Data: 03 de Agosto de 2018 às 00:00

  • EDENILSON CAVALCANTE SANTOS
  • AVALIAÇÃO DO ATRIBUTO ACESSO DOS USUÁRIOS HIPERTENSOS A UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE
  • Data: 03 de Agosto de 2018 às 00:00

  • JANDIRA ARLETE CUNEGUNDES DE FREITAS
  • PERCEPÇÃO DE PROFISSIONAIS DA ESF SOBRE A INSERÇÃO DA RESIDÊNCIA DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE NAS SUAS EQUIPES
  • Data: 03 de Agosto de 2018 às 00:00

  • LIGIANE MEDEIROS DIÓGENES
  • ESTILOS DE APRENDIZAGEM DE ESTUDANTES DE CURSOS DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA DE MOSSORÓ - RN
  • Data: 03 de Agosto de 2018 às 00:00

  • MELINA PEREIRA FERNANDES
  • ESTUDO DO TEMPO ENTRE O DIAGNÓSTICO E O INÍCIO DO TRATAMENTO DE CRIANÇAS COM CÂNCER EM UM CENTRO DE REFERÊNCIA DA PARAÍBA
  • Data: 03 de Agosto de 2018 às 00:00

  • PAULA FALCÃO CARVALHO PORTO DE FREITAS
  • EDUCAÇÃO PERMANENTE OU INTERMITENTE?
  • Data: 03 de Agosto de 2018 às 00:00

  • PHILIPE MENESES BENEVIDES
  • SATISFAÇÃO DOS MÉDICOS DO PROGRAMA MAIS MÉDICOS: VALIDAÇÃO DE UM MODELO POR ANÁLISE FATORIAL EXPLORATÓRIA
  • Data: 03 de Agosto de 2018 às 00:00

  • RANULFO CARDOSO JUNIOR
  • AVALIAÇÃO DA REALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE (EPS) NO PROGRAMA MAIS MÉDICOS (PMMB) – PARAÍBA
  • Data: 03 de Agosto de 2018 às 00:00