PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LINGUÍSTICA E ENSINO (MPLE)

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

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Dissertações/Teses


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2017
Descrição
  • DENISE ARAÚJO FERREIRA PAZ
  • O gênero textual TIRINHA como ferramenta didática para o ensino de Língua Portuguesa nos anos finais do Ensino Fundamental
  • Data: 28/09/2017
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  • Este estudo tem como intuito investigar o processo de construcao de sentido como contribuicao ao desenvolvimento da leitura e da capacidade leitora de alunos da educacao basica, a partir da utilizacao do genero tirinha. Pelo objetivo tracado, caracterizou-se como uma pesquisa-acao de cunho qualitativo-interpretativista. Em um primeiro momento, o trabalho aborda a concepcao de genero textual, na perspectiva de Bakhtin (2000), Marcuschi (2004), Junior (2011), Pereira (2011) e Schneuwly e Dolz (2004). Aborda o genero Historia em Quadrinhos, a partir das concepcoes de Vergueiro (2014), Ramos (2015), Vilela (2015) e Brasil (1998). Estabelece uma base teorico-conceitual acerca de leitura como construcao de sentidos em HQ, a partir dos pressupostos de Kleiman (2000), Marcuschi (2008) e Orlandi (2007). Aborda, ainda, o genero em estudo e as possibilidades educativas, com base em Vargas e Magalhaes (2011) e Vergueiro (2014). O percurso que tracamos partiu da analise de algumas tiras, que compoem as atividades interventivas, objeto deste estudo, realizadas com 20 alunos do 6º ano do Ensino Fundamental de uma escola publica do municipio de Salgado de Sao Felix, PB, retomando reflexoes com base nas teorias de Ramos (2014), Vergueiro (2015), Marcuschi (2008), Ramos (2015), Oliveira (2008) e Cristovao (2008). A coleta deu-se durante a realizacao de uma sequencia de atividades, em que se discutiram varios aspectos constitutivos do genero multimodal, tirinhas em quadrinhos, com vistas a construcao de sentidos. As analises apontam para a relevancia desse genero nas praticas de leitura em sala de aula, incutindo o desenvolvimento da habilidade leitora dos alunos. Essa afirmacao justifica-se pelo fato de, ao se trabalhar o genero tirinha, tem-se a disposicao um recurso didatico rico em aspectos da significacao, com os seus respectivos elementos que o compoem, como a relacao do verbal e o nao verbal, entre outros, que apontam para um processo eficaz de ensino de leitura. Palavras-chave: Genero tirinha. Construcao de sentidos. Ensino de leitura.
  • ANIE GABRIELLE VELOSO DA SILVA
  • O USO DO FACEBOOK COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA
  • Data: 28/09/2017
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  • Neste trabalho, discutimos sobre a importância de se inserir, no processo de ensino e de aprendizagem as ferramentas digitais da rede social, Facebook, nas aulas de Língua Portuguesa, explorando seus potenciais com seus inúmeros recursos e possibilidades pedagógicas, visando despertar a participação ativa dos aprendizes nas aulas, como também, vencer os desafios impostos à prática docente dos professores de Língua Portuguesa para formar leitores proficientes com o uso das tecnologias da Web 2.0, observando suas dificuldades e seu preparo que envolve desde sua formação inicial até sua formação continuada. O nosso aporte teórico fundamentou-se nos estudos de Coscarelli (2016), Lévy (2010), Gabriel (2013), Porto e Santos (2014), Rojo ( 2012), Gomes (2016) dentre outros que norteiaram os estudos sobre formação dos docentes frente aos uso da TICs para promover um ensino interativo e uma aprendizagem colaborativa. Para coleta do corpus inicial, foi realizada uma entrevista estruturada com o conjunto de três professores de Língua Portuguesa e com 22 alunos dos Anos Finais do Ensino Fundamental – 9ºano. O lócus da pesquisa foi a Rede Pública do Município de Ferreiros PE. Na análise do corpus, associamos o texto/discurso produzido pelos docentes a seu fazer pedagógico e as suas concepções didáticas e pedagógicas. O percurso que traçamos, busca delinear a relação dos professores de LP e dos estudantes com as tecnologias da Web 2.0, destacando os dilemas e as perspectivas atuais para o ensino e a aprendizagem. A atividade aplicada teve como objetivo levar uma proposta de ensino e aprendizagem mediada pelo uso real de um ambiente digital, no nosso caso o Facebook, para alunos e professores. Mediante aos dados coletados, a proposta de intervenção indica a necessidade de se conhecer as ferramentas disponíveis para poder explorar suas potencialidades no contexto educativo e de conhecer mais sobre a inserção das tecnologias digitais no ensino de Língua portuguesa. Constatamos também, que o ato de ler e navegar no espaço online, quando bem planejado e bem conduzido é capaz de desenvolver múltiplos letramentos. O uso das TICs atua na escola como meio atrativo e motivador para desenvolver habilidades de leitura e de produção de textos com autoria dos alunos, proporcionando um processo de ensino e aprendizagem dinâmico, participativo e colaborativo no ensino de Língua Portuguesa. Os resultados obtidos a partir da execução do projeto de intervenção serviram de norte e orientação às nossas escolhas no momento de construção da proposta de atividade. Palavras-chave: Língua Portuguesa, Web 2.0. Facebook. Ferramenta pedagógica digital
  • IVANILDO FELIX DA SILVA JUNIOR
  • O ANÚNCIO PUBLICITÁRIO NO YOUTUBE: UMA PROPOSTA DE PRODUÇÃO TEXTUAL
  • Data: 14/07/2017
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  • Este trabalho teve como objetivo geral desenvolver um projeto didatico voltado a ampliar a competencia da escrita e da oralidade de alunos do1º periodo doCurso de Publicidade e Propaganda, a partir da producao do genero anuncio publicitario no suporte Youtube. Como objetivos especificos, pretendiamos: (I) Refletir sobre as caracteristicas sociocomunicativas do genero anuncio publicitario no suporte Youtube; (II) Elaborar e aplicar uma proposta de producao do genero anuncio publicitario junto a alunos doPublicidade e Propaganda; (III) Analisar a producao textual dos alunos, a fim de verificar quais caracteristicas sociocomunicativas do genero anuncio publicitario se destacaram em suas producoes. Para realizacao dos objetivos propostos, alicercamo-nos na Pesquisa Acao. Alem disso, adotamos como procedimentos metodologicos: o levantamento bibliografico e a aplicacao de um projeto didatico.Os resultados demonstram que os anuncios publicitarios produzidos pelos alunos corresponderam as caracteristicas sociocomunicativas desse genero discursivo. Tanto os anuncios da producao inicial, quanto os da producao finalcorresponderam aos criterios de analise propostos: consonancia com a funcao social do genero anuncio publicitario, sintonia com os aspectos tematicos do genero, sintonia com os usos da linguagem tipicos do genero e mobilizacao de estrategias argumentativas tipicas do genero anuncio. Em termos de conclusao, ressaltamos que, no suporte Youtube, a producao do anuncio publicitario envolve os usos da fala. Isso faz com que esse genero estimule a promocao de praticas de oralidade no ambito educacional.Com a utilizacao desse genero discursivo, realizamos um trabalho voltado a ampliaro desenvolvimento das praticas de oralidade dos alunos envolvidos nesse projeto. Com isso, os saberes adquiridos com a apropriacao das caracteristicas sociocomunicativas do genero anuncio publicitario, principalmente os saberes que aludem aos usos da fala e das suas formalidades, podem ser utilizados nas praticas corriqueiras dos alunos. Nesse sentido, contribuir para a formacao de usuarios competentes da lingua solicita dos(as) docentes a realizacao de um trabalho atrelado a apropriacao dos generos.
  • ÍTALO AMORIM DO ESPÍRITO SANTO
  • Resiliência e comunicação: teorias e intervenção na formação do aluno de ensino médio em educação de Direitos Humanos.
  • Orientador : FRANCISCA TEREZINHA OLIVEIRA ALVES
  • Data: 27/06/2017
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  • Resiliencia e comunicacao: teorias e intervencao na formacao do aluno de ensino medio em educacao de Direitos Humanos.
  • ROSANGELA MARIA DIAS DA SILVA
  • BLOG como dispositivo pedagógico promovendo inclusão digital na EJA da escola pública de Pernambuco
  • Data: 26/06/2017
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  • O presente trabalho objetiva refletir sobre a ação social do professor de Língua Portuguesa ao utilizar o Blog como uma ferramenta virtual de aprendizagem, vislumbrando à inclusão digital na EJA - Educação de Jovens e Adultos. Busca-se verificar se essa ferramenta, sendo utilizada como dispositivo pedagógico, poderá colaborar para uma inclusão digital e também na construção de significados que sucederão a partir da ação social do professor via letramento digital. Para isso, o trabalho apresenta as concepções teóricas com base em Rojo (2012), referentes às novas modalidades de práticas sociais de leitura e escrita; em Xavier (2009), ao abordar a necessidade de aquisição do letramento digital para interagir no Ciberespaço; em Belloni (2010), quando esclarece que ser cidadão é estar letrado em todas as linguagens; em Komesu (2005), que reflete sobre a simplicidade no manuseio do blog; em Coscarelli (2014), no que revela o papel do professor como agente de letramento digital. O trabalho foi desenvolvido com uma turma do 3º Módulo EJA Médio de uma Escola Pública do Estado de Pernambuco. Foi realizada a aplicação de questionário para o levantamento de dados pessoais e profissionais dos discentes e suas expectativas em relação às TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC. Através das respostas foram elaborados gráficos que foram analisados posteriormente. Foi também apresentada a ferramenta virtual em eventos de letramentos para realizar a inclusão digital do aluno da EJA. E, para finalizar, foi realizada entrevista com os discentes e através das respostas comparamos o comportamento do aluno em relação às TIC antes e depois de ter contato com a ferramenta virtual. Os resultados dessa pesquisa demonstram a relevância para o âmbito educacional da EJA do uso das tecnologias de informação e comunicação, possibilitando a geração de renovadas atitudes sociais, como também, a formação de uma cultura digital consciente. Palavras-Chave: Ensino, Letramento Digital, Inclusão na EJA.
  • LUIS CARLOS CIPRIANO
  • O ato perlocucionário no significado da expressão aula atividade de professores do Ensino Fundamental
  • Data: 26/06/2017
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  • Este trabalho teve como objetivo geral compreender por qual motivo os professores do Ensino Fundamental, mesmo sendo conhecedores do significado e da aplicabilidade da expressao Aula atividade, nao conseguiram ou conseguem entrar em consenso na sua utilizacao, tendo em vista que a aula atividade e parte complementar da carga horaria do professor da educacao basica. E sendo esta hora destinada a formacao, planejamento e preparacao de aula dos professores, assim surgiu esse estudo que auxiliara na formacao dos educadores quando eles discutirem acerca do assunto, pois, poderao compreender melhor a dificuldade de entendimento de todos seus pares no dialogo sobre a expressao aula atividade. Como objetivo especifico, pretendemos: compreender a proximidade entre o significado linguistico (conceito proprio do signo, ou seja, a ideia que se tem de determinada expressao) e o seu ato perlocucionario, enquanto ato de fala. Para realizacao desses objetivos, alicercamo-nos na perspectiva da pesquisa qualitativa e da pesquisa documental, bem como recorremos aos seguintes procedimentos metodologicos: revisao de literatura (pressupostos teoricos da Linguistica Estruturalista, da Linguistica Funcionalista e da Filosofia da Linguagem), analise documental e entrevista semiestruturada. Os resultados demonstram que o significado da expressao aula atividade e algo conhecido por todos os entrevistados. Entretanto, a partir do momento em que essa mesma expressao se torna usual, os entendimentos sao envolvidos por fatores externos ao significado, provocando, assim, os atos perlocucionarios. Nesse caso, a usabilidade pode ser distorcida daquilo que foi tratado como significado da expressao. Em termos de consideracoes finais, ressaltamos o fato de os atos perlocucionarios serem materializados no trajeto entre o significado enquanto pensamento e o proferimento da expressao ja na acao. Com ele, e possivel entender o porque das divergencias na utilizacao de palavras ja conhecidas e acionadas por determinados grupos. Acrescentamos que esse trabalho contribuira de forma pratica a partir dos dados colhidos nas entrevistas com professores e gestores da educacao basica, pois ao analisar trechos das respostas acerca dos questionamentos a compreensao e aplicabilidade da expressao aula atividade foi possivel entender nossa indagacao inicial, nao que essa possibilidade seja tida como verdade unica, mas uma probabilidade nesse contexto de estudo. Ao final propomos que os dialogos surgentes em proximas reunioes entre os educadores
  • VALDELUCIA DOS SANTOS FRAZÃO
  • A ABORDAGEM COMUNICATIVA NO ENSINO DA LÍNGUA ESPANHOLA: POSSÍVEIS HORIZONTES NO ENSINO TÉCNICO INTEGRADO AO MÉDIO (ETIM)
  • Data: 09/06/2017
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  • Neste trabalho, tentaremos responder, Quais os ganhos adquiridos atraves da abordagem comunicativa nas turmas de alunos do ensino tecnico integrado ao medio. Buscamos apoio no referencial teorico que trata sobre metodologias utilizadas ao longo da historia para o ensino de linguas. O objetivo geral e verificar alternativas para um ensino mais estavel da Lingua Espanhola a alunos dos Cursos Tecnicos Integrados ao Medio (Etim) e os objetivos especificos sao analisar, no ensino da Lingua Espanhola, os resultados do uso da abordagem comunicativa em sala de aula com as devidas adequacoes e adaptacoes de elementos positivos e realizaveis por meio de nossa pratica de ensino com alunos do Etim, no que se refere ao antes, durante e depois do uso dessa abordagem; refletir sobre quais acoes serao relevantes para a consolidacao desse modelo comunicativo na abordagem de ensino referida; constatar o que essa consolidacao pode promover na formacao desse sujeito. Essa pesquisa justifica-se pela passagem do ensino, a alunos do Etim, baseado em leitura de generos textuais para o ensino pautado na abordagem comunicativa das quatro habilidades: ouvir, falar, ler e escrever, buscando adequar e adaptar as nossas acoes de ensino, elementos positivos e possiveis de serem realizados no intento de obtermos melhores resultados no ensino que praticamos, favorecendo, desse modo, a aprendizagem dos nossos alunos. A pesquisa caracteriza-se como pesquisa exploratoria com abordagem qualitativa As etapas do trabalho estao divididas em quatro capitulos: 1. Introducao; 2. As bases teoricas sobre o ensino de lingua estrangeira que fundamentam esta pesquisa; 3. Descreveremos atividades de ensino executadas e a analise dos resultados obtidos; 4. Consideracoes finais.
  • BETÂNIA FERREIRA DE ARAUJO
  • O ensino da leitura do gênero fábula: um recurso funcional no ensino da língua portuguesa.
  • Data: 10/04/2017
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  • O ENSINO DA LEITURA DO GENERO FABULA: um recurso funcional no ensino de Lingua Portuguesa no 4º ano do ensino Fundamental
  • EDILENE RITA SOBRINHO RAMOS
  • O significado do ensino: implementação de práticas de leitura e escrita na EJA
  • Data: 10/04/2017
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  • O presente trabalho e resultado da implementacao de um Projeto de Intervencao Pedagogica realizado com alunos do III e IV ciclo da EJA Educacao de Jovens e Adultos, em uma Escola Municipal situada no Serido Paraibano. Objetivou implementar praticas de leitura e escrita por meio dos generos textuais, mas especificamente a entrevista e a memoria literaria, a fim de investigar as relacoes existentes entre as praticas de leitura e escrita dos alunos nesta modalidade. Verificando os respectivos desempenhos nas habilidades linguisticas utilizando os textos orais e expositivos, a partir de atividades de leitura e reflexao em sala de aula. A intencao foi fazer com que os alunos vivenciassem a pratica discursiva da producao e leitura de entrevistas e memorias literarias, identificando suas principais caracteristicas e a sua funcionalidade na sociedade, colocando-os, dessa forma, em situacoes reais de uso da linguagem oral e escrita. O trabalho com a memoria literaria teve a intencao de resgatar as lembrancas e um meio estrategico de vincular o ambiente em que os alunos vivem a um passado mais amplo e alcancar uma percepcao viva deste passado, o qual passa a ser nao somente conhecido, mas sentido pessoalmente, por meio da escrita. O procedimento de geracao dos dados, que ocorreu entre os meses de marco a julho de 2016, envolveu a aplicacao de sequencias de atividades, que possibilitou aos alunos a vivenciar as praticas do letramento materializado nas producoes textuais, alem da reflexao das experiencias das producoes construidas em um Diario de Bordo. O corpus de analise esta constituido com quatro atividades relacionadas ao genero entrevista, e os comentarios pessoais de tres diarios de bordo, e tres memorias literarias, entre os trintas sujeitos que formavam a turma. Trata-se de uma pesquisa qualitativa que tem como metodo, a pesquisa acao. O referencial teorico-metodologico do estudo esta constituido pelas contribuicoes oriundas das reflexoes sobre letramento e as habilidades de ler e escrever enquanto praticas sociais, e as concepcoes do ensino-aprendizagem de Lingua Materna, generos textuais, e as acoes do professor reflexivo sob o olhar de: ANTUNES (2003-2009); AZEREDO e SILVA (2013); BORTONI-RICARDO (2008); LERNER (2002); MARCUSCHI (2010); SOARES (2012); SCHWARTZ (2012); SOLE (1998) entre outros. Os resultados da analise revelaram que os alunos pesquisados da EJA tem caracteristicas especificas, se comparados aos alunos do ensino regular, salientando-se o contato reduzido com praticas de leitura e escrita, o que revelou dificuldades na aprendizagem da escrita, porem as participacoes orais foram bastante significativas o que contribuiu para o trabalho com os generos propostos. No entanto, registramos nos textos dos sujeitos pesquisados a instabilidade na representacao da escrita, caracteristica de individuos com baixo nivel de letramento ao que correspondem as habilidades linguisticas.
  • FRANCISCO ERNANDES BRAGA DE SOUZA
  • O ensino de Língua Portuguesa e os projetos de letramento: uma proposta de atividades com foco na questão alimentar a partir do gênero anúncio da Campanha Comunitária.
  • Data: 10/04/2017
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  • O presente trabalho debruca-se sobre a tematica dos projetos de letramento e seus contributos no ensino de Lingua Portuguesa. Buscamos, mais especificamente, refletir acerca dos contributos dos projetos de letramento, em prol de promover atividades de leitura e producao de texto contextualizadas e situadas com a realidade que circunda os alunos. Ou seja, atividades engajadas com as tematicas e problematicas vindas do dia a dia desses sujeitos. Paralelamente a isso, buscamos formular um projeto de letramento, com foco na questao alimenticia, recorrendo aos generos anuncio de campanha comunitaria.
  • SILVIO PROFIRIO DA SILVA
  • A COMPREENSÃO DE TEXTO NA COLEÇÃO PORTUGUES LINGUAGENS - ENSINO MEDIO (1994 -2013): EVOLUÇÃO HISTÓRICA E PERSPECTIVAS ATUAIS EM DEBATE.
  • Data: 10/04/2017
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  • Este trabalho tem como objetivo geral investigar quais transmutações históricas ocorridas no tratamento dado ao eixo leitura na Coleção Português Linguagens - Ensino Médio (1994-2013), de autoria de William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães. Como objetivos específicos, pretendemos: (I) Conhecer a concepção de linguagem e de leitura imbricadas na constituição dessa coleção; (II) Conhecer o tratamento dado às atividades de leitura e compreensão textual; (III) Conhecer o tratamento dado aos gêneros discursivos (escritos e multimodais). Para realização deste trabalho, recorremos à pesquisa documental, tendo como corpus de análise seis livros didáticos que compõem as duas versões da Coleção Português Linguagens - Ensino Médio. Os resultados demonstram que as duas versões da Coleção Português Linguagens – Ensino Médio potencializam tratamentos diferenciados à abordagem do eixo leitura. Isso materializa não apenas tratamentos contrapostos dado às atividades de leitura e compreensão textual, como também distintos espaços dados a essa habilidade linguística. A primeira coleção é alicerçada na concepção de linguagem como instrumento de comunicação, materializando uma noção de leitura como decodificação canalizada a fomentar atividades didáticas com foco no reconhecimento/localização e replica de informações propaladas na superfície de textos da esfera literária. A segunda coleção é alicerçada na concepção de linguagem como forma de interação social, materializando uma noção de leitura como atribuição/produção de sentido. Isso fomenta a potencialização de atividades didáticas com foco na exploração dos saberes prévios do alunado, bem como na formulação de hipóteses, inferências e outras práticas cognitivas. Nesse sentido, a Coleção Português Linguagens - Ensino Médio passou por uma substantiva transmutação em sua arquitetura estrutural procedente da ampliação do contingente de gêneros do discurso. Mesmo ciente de que o quantitativo de gêneros discursivos poderia ser mais amplo, a coleção traz diferenciados gêneros do discurso presentes nas rotinas cotidianas. Isso contribui substantivamente, em prol da formação de um usuário competente com relação à leitura e à produção de texto.
  • AISLAN RAFAEL LEMOS ROLIM
  • Explorando jogos de Língua Portuguesa como instrumentos facilitadores na alfabetização e letramento de jovens e adultos do campo
  • Data: 10/04/2017
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  • Explorando jogos de Lingua Portuguesa como instrumentos facilitadores na alfabetizacao e letramento de jovens e adultos do campo
  • CARLOS WILSON DE JESUS PEDREIRA
  • ABORDAGEM SOCIOLINGUÍSTICA SOBRE O ENSINO DA CONCORDÂNCIA DE NUMERO NO SINTAGMA VERBAL.
  • Data: 10/04/2017
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  • Nesta pesquisa, investigamos os fatores que concernem a concordancia verbal de 3ª pessoa do plural nas producoes textuais dos alunos do 9º ano do Ensino Fundamental e do 3º ano do Ensino Medio de duas escolas do municipio de Juazeiro-BA, sendo uma publica, localizada em um bairro periferico, e a outra privada, localizada proximo ao centro da cidade. A analise foi realizada segundo os principios da Sociolinguistica Laboviana (LABOV, 1996, 1972) para investigar os aspectos sociais e estruturais que condicionam o cancelamento da marca de numero entre o sujeito de terceira pessoa do plural e o seu verbo, a exemplo de: “Mudou muitas coisas daquele ano pra la”, “Passou as horas”, “Todos os alunos usasse os celulares”, “Eles fica reclamando”, assim como buscar promover o desenvolvimento mais proficiente da competencia linguistica dos alunos em relacao ao uso da concordancia verbal. Para tanto, analisamos as producoes textuais de 78 alunos, com base em dois generos textuais, sendo que 31 textos (13 Relatos Pessoais e 18 textos dissertativo-argumentativos) apresentaram ausencia de concordancia verbal. Os 47 textos restantes (entre Relato Pessoal e Texto Dissertativo-argumentativo) nao apresentaram ausencia de concordancia verbal. De uma forma geral, os resultados nos mostraram que independente do nivel de escolarizacao, ou ainda, de ser uma escola publica ou privada, o indice de nao concordancia verbal foi semelhante, uma vez que em 08 producoes do 9º ano da escola publica e 08 producoes da escola privada, totalizando 16 producoes e 08 producoes da 3ª serie da escola publica e 07 producoes da privada, totalizando 15 producoes, apresentaram desvios do uso de concordancia verbal. Percebemos que o genero relato pessoal nao foi tao propicio a incidencia de desvios de concordancia, mas no texto opinativo, que e um genero da argumentacao, a incidencia de desvios de concordancia foi bastante evidenciada. Porem, percebemos que muitos desses desvios acontecem em estruturas verbo-sujeito e com verbos que apresentam menos saliencia fonica como atestam pesquisas de Naro & Scherre (1997, 1999), Rodrigues (1987), Bortoni-Ricardo (1985). Assim, de posse desses dados, elaboramos e aplicamos uma sequencia de atividades sobre a concordancia verbo-sujeito, respaldadas nos principios sociolinguisticos, para que esses alunos pudessem compreender melhor as relacoes de concordancia e, portanto, utiliza-las de maneira mais proficiente.
  • CLÁUDIA RICARDO DE MACÊDO
  • LETRAMENTO VISUAL ATRAVÉS DO USA DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
  • Data: 10/04/2017
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  • Este estudo objetiva a desenvolver um projeto didatico com alunos do 4º e 5º anos do ensino fundamental da Escola Municipal Jose Pereira de Oliveira, localizada na comunidade rural Sitio Poco de Pedra/PB. Inicialmente, foi aplicado um questionario para investigar o nivel de conhecimento sobre uso de computadores, internet e obras de arte do pintor Candido Portinari. Nessa perspectiva, foi realizada uma intervencao com o objetivo de propiciar a inclusao digital e o letramento visual desses estudantes. Toda a metodologia seguiu em formatacoes de aulas praticas utilizando o laboratorio de informatica e alguns exemplares das obras de Portinari, referentes as tematicas “brinquedos e brincadeiras” e “trabalho e trabalhadores do campo”, atraves das quais se seguiram as analises das telas, apresentacoes orais, producoes textuais, formacao de portfolio individual, com a producao textual desenvolvida durante a realizacao do projeto. As aulas foram realizadas em 20 dias, com atividades praticas, ludicas, e caracterizadas por procedimentos de utilizacao das tecnologias de informacao e comunicacao, como caminho para o letramento visual. Diante dos dados coletados e analisados, conclui-se que toda a metodologia planejada foi realizada e que todas as atividades asseguraram-se em objetivos, e que os eixos de aprendizagem, tanto o oral, como o escrito, foram importantes para desenvolver a inclusao digital e o letramento visual. Este estudo diagnosticou que os alunos da referida escola tem potencial para o desenvolvimento de varias atividades, na perspectiva digital e visual, tendo em vista a presenca de recursos humanos e materiais que precisam ser aproveitados para desenvolver as habilidades de letramentos na escola. Os resultados apresentados neste projeto de intervencao podem ajudar a assimilar as potencialidades dos sujeitos sociais incluidos nessa pesquisa, assim como tambem servirao como base para novos estudos.
  • JOELMA DOS SANTOS BARBOSA LINHARES GARCIA
  • A construção da produção textual dos educandos no Ensino Fundamental
  • Data: 10/04/2017
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  • O objetivo do presente estudo e analisar, a luz da literatura e de uma vivencia em sala de aula, as acoes didatico-pedagogica e metodologica dos Professores de Lingua Portuguesa, tendo como foco a pratica da leitura e da escrita, a partir da literatura juvenil. A revisao seja ela bibliografica ou integrativa e a metodologia da pesquisa-acao constitui-se num metodo de pesquisa que permite ao pesquisador, uma avaliacao critica, bem como uma sintese das evidencias disponiveis na literatura sobre o tema investigado. Este estudo tem como tema a acao pedagogica do professor de lingua portuguesa na construcao da linguagem oral e escrita dos educandos, nos anos finais do ensino fundamental. O produto final constituira o estado atual do conhecimento, sobre a tematica em questao. Ate o momento constatamos que metodologias interativas, promovem ao menos o interesse do aluno em participar, atraves de suas proprias experiencias, dado ao percentual significativo de participacao das atividades propostas na pesquisa.
  • JOSIVETE SANTOS DA COSTA
  • A NOTÍCIA E SUAS MÚLTIPLAS CONTRIBUIÇÕES PARA A COMPREENSÃO LEITORA NO ENSINO FUNDAMENTAL I
  • Data: 10/04/2017
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  • A proposta de trabalho tem preocupacao de discutir a pratica da leitura dos alunos do 5° Ano do Ensino Fundamental, considerando a compreensao e a aprendizagem significativa do que propoe o Genero Noticia. Para tal, partiu-se da hipotese de que o uso continuo da Noticia na formacao de leitores podera minimizar as dificuldades encontradas entre os discentes do Ensino Fundamental. Para avaliar tal hipotese, considerou-se como aportes teoricos nas estrategias de leitura (SOLE, 1998); concepcoes de Genero Textual (MARCUSCHI, 2003), Leitura e Concepcao de Leitura (KLEIMAN, 2013), Generos textuais (KOCH; ELIAS, 2006) e dos documentos oficiais dos PCN. Quanto a metodologia utilizada na pesquisa caracterizou-se como uma pesquisa-acao por considerar ser relevante utilizar uma proposta de intervencao pedagogica, dividida em duas partes: uma, de carater teorico para fundamentar uma pratica de trabalho para a Escola Basica; e outra, de carater pratico – uma proposta de trabalho de intervencao com a utilizacao do Genero Noticia aos discentes do 5º Ano do Ensino Fundamental.
  • BRIELE BRUNA FARIAS DA SILVEIRA
  • O processo de ensino-aprendizagem da LIBRAS por jovens surdos através dos sinais dialetais
  • Data: 10/04/2017
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  • Este trabalho tem por objetivo refletir sobre a aquisicao de lingua materna por jovens surdos atendidos pelo Centro Rural de Formacao - Centro de Atendimento Especializado, localizado no Assentamento Dona Helena, em Cruz do Espirito Santo-PB, a partir das variantes realizadas pelos surdos como norteadoras no processo de aquisicao da lingua brasileira de sinais. Embasamo-nos na perspectiva sociolinguistica que considera a lingua como uma instituicao social. Discutimos sobre lingua e linguagem, linguagem verbal e nao-verbal, com base em Saussure (1969), Martelotta (2013), Goes (2002), McNeill (1985), Kendon (1982), entre outros autores. Apos a analise dos sinais caseiros realizados pelos surdos que sao comuns e que sofrem variacoes, propusemos trabalhar com sequencias didaticas, utilizando estes sinais no processo de ensino-ensino aprendizagem da LIBRAS. Esperamos com os resultados obtidos comprovar que e fundamental considerar os conhecimentos e a linguagem trazidos com os surdos para o processo de aquisicao e ensino-aprendizagem de LIBRAS.
  • JOSINEIDE OLIVEIRA DE JESUS
  • UMA EXPERIÊNCIA DIDÁTICA COM OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA NA ABORDAGEM DOS PROBLEMAS DE COESÃO NA ESCRITA
  • Data: 10/04/2017
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  • Este trabalho apresenta o desenvolvimento, a analise e os resultados de uma investigacao com o genero artigo de opiniao, por meio de uma sequencia de aulas que teve como objetivo geral investigar o uso dos mecanismos coesivos no artigo de opiniao por alunos do oitavo ano do ensino fundamental de uma escola do municipio de Santa Rita, Paraiba. Nos objetivos especificos, este trabalho se propos categorizar a natureza das ocorrencias de acordo com as competencias: articulacao precaria, articulacao razoavel e articulacao boa e apresentar uma proposta de sequencia de atividades para uma segunda versao do texto por meio da reflexao e da reescrita. Quanto a nossa pesquisa, ela e de natureza qualitativa, de carater descritivo-interpretativa que se configurou como pesquisa-acao. Como f undamentacao teorica, tomamos como referencia trabalhos desenvolvidos por estudiosos como Perelman (2005), Bakhtin (2011), Marcuschi (2008), Antunes (2003, 2005), Koch (2007, 2008, 2011, 2015), Geraldi (2011), entre outros que nos ajudaram nesta investigacao. Na analise dos 22 textos que compuseram o corpus, identificamos muitos problemas de uso inadequado de elementos coesivos, no entanto, tambem encontramos alguns que usaram esses mecanismos de forma adequada. Apesar do nosso foco ser a coesao, nao pudemos fechar os olhos para outros problemas como producoes que trabalharam o tema de forma vaga, textos sem paragrafos e sem pontuacao. Acreditamos que esses elementos tambem sao importantes para a construcao da textualidade. Assim, apos todo esse processo e constatados os problemas, partimos para a proposta de elaborac& atilde;o de atividades que possam encaminhar para a reescrita, pois acreditamos que uma segunda versao de producoes pode ocasionar textos com menos erros. Isso por meio de sequencia de atividades que contemplem todos os elementos pertencentes a qualquer genero.
  • KETLEN OLIVEIRA ESTEVAM DA SILVA
  • SALA DE AULA INVERTIDA: relato de experiência de tutorial do Programa de Intercâmbio Internacional "GIRA MUNDO" na Paraíba
  • Data: 10/04/2017
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  • Em pleno Seculo XXI, ha diferentes recursos tecnologicos disponiveis que os alunos podem utilizar para aprimorarem cada vez mais seus conhecimentos, principalmente para o estudo de linguas estrangeiras. Imersos em uma nova realidade - a virtual, utilizam das tecnologias digitais para interagirem pelas redes sociais, ficam conectados, conhecem de tecnologias e aplicativos. Como, entao, criar espacos de aprendizagem ativos, com atividades do cotidiano e do interesse dos alunos atraves de tecnologias digitais? O objetivo desse trabalho e relatar as experiencias de tutorial vivenciadas no Curso Preparatorio de Linguas do Programa de Intercambio Internacional Gira Mundo, a partir da utilizacao da metodologia “sala de aula invertida” no processo de ensino/aprendizagem no Programa na Paraiba. Tomamos como fundamentacao teorica Bergmann e Sams (2016), Fino (2008), Paiva (2012), Moran (2012), Bortoni- Ricardo (2008) e dentre outros. E uma pesquisa etnografica, de abordagem qualitativa, descritiva e investigativa, tendo como instrumento de coleta de dados um questionario para avaliacao do Curso Preparatorio, assim como oito diarios reflexivos feitos pelos alunos, seis deles escritos a mao e os outros dois digitados. Para isso, elaboramos o roteiro do diario reflexivo em duas partes: a primeira contendo as impressoes dos alunos sobre o programa, e, a segunda parte, e referente a avaliacao do processo de ensino/aprendizagem das aulas ministradas pela tutora, mediante as abordagens metodologicas utilizadas nas dezoito aulas ministradas. Alem disso, acompanhamos atividades no aplicativo Duolingo proposto pelo Programa de Intercambio, e tambem as atividades e as postagens em um grupo privado criado pela tutora da turma nas redes sociais Facebook e Whatsapp para interagir, trocar experiencias e postar materiais extras das aulas de lingua inglesa. Com o estudo, concluimos que a metodologia da sala de aula invertida utilizada para a realizacao do Programa de Intercambio foi uma grande aliada para a criacao de espacos ativos de aprendizagem, com a educacao personalizada dos alunos, e tambem fazendo o professor-tutor refletir sobre sua pratica pedagogica em sala de aula.
  • VALDELUCIA DOS SANTOS FRAZÃO
  • A ABORDAGEM COMUNICATIVA NO ENSINO DA LÍNGUA ESPANHOLA: POSSÍVEIS HORIZONTES NO ENSINO TÉCNICO INTEGRADO AO MÉDIO (ETIM)
  • Data: 10/04/2017
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  • Neste trabalho, tentaremos responder, Quais os ganhos adquiridos atraves da abordagem comunicativa nas turmas de alunos do ensino tecnico integrado ao medio. Buscamos apoio no referencial teorico que trata sobre metodologias utilizadas ao longo da historia para o ensino de linguas. O objetivo geral e verificar alternativas para um ensino mais estavel da Lingua Espanhola a alunos dos Cursos Tecnicos Integrados ao Medio (Etim) e os objetivos especificos sao analisar, no ensino da Lingua Espanhola, os resultados do uso da abordagem comunicativa em sala de aula com as devidas adequacoes e adaptacoes de elementos positivos e realizaveis por meio de nossa pratica de ensino com alunos do Etim, no que se refere ao antes, durante e depois do uso dessa abordagem; refletir sobre quais acoes serao relevantes para a consolidacao desse modelo comunicativo na abordagem de ensino referida; constatar o que essa consolidacao pode promover na formacao desse sujeito. Essa pesquisa justifica-se pela passagem do ensino, a alunos do Etim, baseado em leitura de generos textuais para o ensino pautado na abordagem comunicativa das quatro habilidades: ouvir, falar, ler e escrever, buscando adequar e adaptar as nossas acoes de ensino, elementos positivos e possiveis de serem realizados no intento de obtermos melhores resultados no ensino que praticamos, favorecendo, desse modo, a aprendizagem dos nossos alunos. A pesquisa caracteriza-se como pesquisa exploratoria com abordagem qualitativa As etapas do trabalho estao divididas em quatro capitulos: 1. Introducao; 2. As bases teoricas sobre o ensino de lingua estrangeira que fundamentam esta pesquisa; 3. Descreveremos atividades de ensino executadas e a analise dos resultados obtidos; 4. Consideracoes finais.
  • KAROLINE COSTA NASCIMENTO
  • O USO DE APLICATIVOS MÓVEIS COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA NO ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA
  • Data: 10/04/2017
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  • O presente trabalho tem como principal tema o uso dos aplicativos moveis como ferramenta pedagogica no ensino de lingua inglesa. Para isso, ao longo da pesquisa apresentamos um resgate historico referente ao ensino de lingua estrangeira no Brasil, as implicacoes no ensino de lingua inglesa das mudancas na legislacao especifica e apresentamos um panorama atual do ensino de lingua inglesa nas escolas regulares brasileiras; alem disso, apresentamos os conceitos de Tecnologia da Informacao e Comunicacao (TIC), multiletramentos, mobile learning e expomos as iniciativas de promocao dessa modalidade de aprendizagem em diversos paises. Numa perspectiva etnografica e colaborativa, o trabalho foi desenvolvido com alunos das series finais do ensino fundamental da Escola Estadual de Ensino Fundamental Francisco Campos localizada em Joao Pessoa- PB. Para tal, apresentamos nossa proposta de trabalho aos alunos e a equipe gestora da Instituicao, posteriormente, mediante a adesao dos envolvidos na pesquisa, realizamos uma atividade na qual os alunos pesquisaram e utilizaram aplicativos moveis direcionados ao ensino de linguas estrangeiras. Na sequencia, os resultados das atividades com os aplicativos moveis foram apresentados pela turma. Em outro momento, foi elaborada uma oficina direcionada aos alunos de outras turmas e aos pais, tendo como objetivo apresentar um aplicativo movel direcionado ao ensino de lingua inglesa selecionado pela turma participante. A ultima etapa da nossa investigacao foi proposta pelos alunos e consistiu no uso de aplicativos moveis mais populares entre eles, utilizando apenas lingua inglesa para mediar os contatos e a comunicacao nesses espacos virtuais. Os resultados dessa pesquisa mostram a importancia do uso dos aplicativos moveis, assim como das tecnologias digitais contemporaneas no processo de ensino e aprendizagem de lingua inglesa. Dessa forma, esperamos com essa investigacao que, com o advento das TIC e fomentacao nas discussoes em torno da mobile learning, que a sala de aula seja um espaco de construcoes coletivas, de aprendizagens compartilhadas e despertar um olhar critico diante do que a tecnologia digital tem a disposicao do ensino e aprendizagem de lingua inglesa.
  • MARIA DO SOCORRO MARCELINO BANDEIRA
  • Formação leitora dos alunos do Ensino Fundamental I: as refabulações possíveis
  • Data: 07/04/2017
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  • O trabalho de Pesquisa foi desenvolvido no âmbito da Escola Municipal de Ensino fundamental Deputado Egídio Madruga vinculada à Secretaria Municipal de Santa Rita. Teve como objetivo geral analisar as práticas de leitura e as produções do texto fábula e apresentar uma contribuição para a formação da competência leitora dos alunos. Como atividade, foi elaborada uma Sequência Didática e aplicada com a finalidade de diagnosticar as dificuldades de leituras apresentadas pelos participantes, uma das atividades está centrada no processo de refabulação, através de produção escrita e ou/ com imagens. As discussões que permearam as atividades de leitura, de produção do aluno, partiram dos pressupostos fundamentados, basicamente em; Koch e Elias, (2006); dos escritores de fábulas Lobato, (1994); Fernandes, (2003), Schuler (2004). Diante da fase de aplicação e vivência da Sequência Didática, os alunos participantes produziram o texto (Refabulação) cuja produção subsidiou a análise da compreensão leitora e a refabulação produzida pelo aluno em referência. Os resultados alcançados permitiram constatar que a produção textual – a refabulação dos alunos – foi receptiva, mediante a produção, porém, em algumas produções, constatou-se um comprometimento da compreensão leitora. Para superar essas dificuldades apresentadas pelos alunos, optou-se em realizar atividades com sequências didáticas utilizando gêneros textuais com mais frequência em sala de aula.
  • MARIA PATRICIA DE BARROS
  • NE DONNEZ PAS VOTRE LANGUE AU CHAT: expressões idiomáticas francesas e ensino de LE
  • Data: 07/04/2017
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  • De acordo com REY (2003), nenhuma língua pode ser aprendida sem as unidades fraseológicas, pois elas formam uma grande riqueza cultural e idiomática e seu domínio favorece a competência comunicativa. Por esta razão, a presente pesquisa tem como objetivo principal investigar as expressões idiomáticas como objeto de ensino-aprendizagem em Francês Língua Estrangeira. Para isto, com alunos de FLE, aplicamos um questionário contendo expressões idiomáticas, que classificamos em quatro categorias diferentes, de acordo com seu grau de semelhança ou contraste com nossa língua materna: expressões com equivalência literal, expressões com equivalência praticamente literal, expressões com equivalência particular e expressões sem equivalência em língua portuguesa. A partir dos resultados obtidos, identificamos quais expressões obtiveram um maior e um menor número de respostas adequadas, assim como analisamos as possíveis causas das adequações e inadequações. Para incentivar o professor a trabalhar as expressões idiomáticas com seus alunos, apresentamos sugestões de procedimentos pedagógicos de como explorá-las na sala de aula de FLE. Por fim, elaboramos um glossário bilíngue (francês/português) com as EIs que fizeram parte de nosso corpus. Palavras-chave: Ensino de língua estrangeira, Equivalência, Expressão idiomática, Francês Língua Estrangeira
  • TATIANA DANTAS DO NASCIMENTO
  • Os reflexos da Variação das vogais pretônicas finais /o/ e /e/ no processo de Aquisição da Escrita de Jovens e Adutos
  • Data: 07/04/2017
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  • O objetivo deste projeto foi possibilitar ao pesquisador investigador a oportunidade de refletir sua pratica, por meio de oficinas didatico-pedagogicas aplicadas a 15 alunos do Ciclo I da Educacao de Jovens de Adultos de uma escola publica do municipio de Joao Pessoa. Centrado no genero textual lista, contem estrategias didaticas para trabalhar o alcamento das vogais postonicas finais /e/ e /o/ tao presente na fala e o seu reflexo na escrita, principalmente daqueles que estao em processo de aquisicao. Esse genero textual foi selecionado por estar bastante presente na vida profissional desses alunos que ja conhecem e compreendem a sua finalidade e utilidade. Com isso, visamos a articulacao entre os processos de alfabetizacao e letramento, possibilitando vivenciar o que Soares (2009) denominou de alfabetizar letrando. O conjunto de oficinas didaticas foi elaborado respeitando a variante oral do aluno, mas com o proposito de ampliar seu conhecimento a forma apropriada a escrita. Sendo assim, para trabalhar o fenomeno da variante em questao, fez-se necessario conhecer a sociolinguistica e as variacoes linguisticas, principalmente as fonetico-fonologicas. Neste sentido, buscamos levar os discentes a compreensao de que as vogais medias /e/ e /o/ sao geralmente pronunciadas /i/ e /u/ em silabas atonas, pretonicas postonicas (BORTONI-RICARDO, 2004, p.80), e, em especifico, discutir o alcamento das postonicas finais, como em bolo  bol[u] e em doce  doc[i], bastante produtivo no portugues brasileiro. Por nao ser estigmatizado, esse processo acaba sendo falado por pessoas de diferentes classes sociais e niveis de letramento, porem o mesmo nao acontece na escrita, ja que e uma modalidade da lingua que exige adequacao ao padrao ortografico. Nessa direcao, o papel do professor e extremamente importante para criar situacoes e estrategias de intervencao que auxiliem os alunos a compreender que certas variantes usadas na oralidade nao sao adequadas a escrita.
  • CÍCERO BARBOZA NUNES
  • A tradição discursiva carta pessoal: um olhar sobre as aulas de Língua Portuguesa no Ensino Médio
  • Data: 07/04/2017
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  • Este estudo, realizado através do Programa de Pós-graduação em Linguística e Ensino da Universidade Federal da Paraíba, tem como objetivo precípuo analisar a presença da tradição discursiva carta pessoal nos livros didáticos de Língua Portuguesa do Ensino Médio. Partimos neste estudo do conceito de Tradição Discursiva (TD) definido por Kabatek (2005) de que é a repetição de um texto, de uma forma textual ou de uma maneira particular de escrever ou falar que adquire o valor de signo próprio (é, portanto, significável). Assim, ao evidenciar que os textos têm história e de que essa história textual – considerada a partir de sua relação de tradição e atualização – influencia diretamente os usos textuais, independentemente de seus modos de enunciação. E por considerarmos a carta pessoal um gênero de TD rica para explorar aspectos que perpassam o linguístico, em especial porque resulta da interação social, este estudo torna-se relevante por investigar a permanência ou não de tal gênero no ensino de língua portuguesa no ensino médio. Considerando-se o caráter propedêutico do ensino de Língua Portuguesa (doravante LP), atribuímos a esta disciplina o desenvolvimento de estudos e de reflexão sobre as diversas práticas de linguagem, a saber: leitura, escuta, produção de textos (oral e escrito), reflexão e análise linguística. Esta disciplina, como parte do currículo escolar brasileiro, agrega uma grande responsabilidade no desenvolvimento cognitivo. Para isso, é preciso encararmos a língua como um instrumento que extrapola a noção de expressão de identidade nacional, sendo considerada, concomitantemente, como instrumento que busca estabelecer relacionamentos sociais, ordenar os dados da realidade, compreender as linguagens não verbais, avaliar o dito e o escrito, organizar e registrar conhecimentos adquiridos, etc. Com isso, é preciso pensarmos que a carta pessoal, como todo gênero discursivo, possui sua produção a partir da dimensão social e que sua inserção nas aulas de língua portuguesa pode contribuir para o enriquecimento cultural do aluno. Os resultados deste estudo evidenciam traços de mudanças no trabalho com o gênero carta pessoal no Ensino Médio ao longo das últimas décadas, traços estes que podem está diretamente ligados a reestruturação que o ensino de Língua Portuguesa sofreu nos últimos anos. Tais resultados tornam-se relevantes para refletirmos propostas de atividades didáticas que considerem o gênero carta pessoal útil para explorar possibilidades de desenvolver a reflexão do aluno sobre o gênero em seus aspectos linguísticos, históricos e sociais. Desta forma, tomamos como pano de fundo os pressupostos teóricos de Coseriu (1979), Koch (1997), Oesterreich (1997), Kabatek (2003, 2005 e 2006), Patriota (2010), Longhin (2014), Bakhtin (1997), Marcuschi (2001), Bronckart (2006), entre outros.
  • JOSEANE AZEVÊDO OLIVEIRA LINS DOS SANTOS
  • Nas entrelinhas da segmentação e palavras: juntar ou separar?
  • Data: 07/04/2017
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  • Este estudo tem como proposito apresentar o resultado de uma pesquisa sobre segmentacoes nao convencionais de palavras realizadas com criancas do 2º ano do ensino fundamental. Por ser um trabalho desenvolvido com criancas no processo de alfabetizacao e pensando em contribuir com um estudo mais significativo, resolvemos utilizar o genero parlenda, pois alem de trabalhar a linguagem atraves das brincadeiras populares infantis, facilita bastante o estudo da segmentacao nao convencional: hipersegmentacao e hipossegmentacao, ja que as parlendas sao textos atrativos e que possuem versos pequenos, faceis de memorizar. Observamos que, no processo de alfabetizacao, os alunos apresentam muita dificuldade de segmentacao de palavras, e, por isso, terminam juntando ou separando as palavras de forma distinta do proposto pelo padrao, justamente porque transpoem os conhecimentos da oralidade para escrita sem nenhuma ou pouca intervencao do professor. A separacao entre as palavras de uma frase pode causar duvidas nos alunos que estao comecando a ter contato com a lingua escrita, portanto, sao dificuldades que uma vez nao solucionadas na base, nos anos iniciais, poderao ser arrastadas para as os anos escolares posteriores. Entendemos, com base em Kleiman (1996); Soares (2009); Ferreiro (1999; 2011); PCN (1997), que explorar a leitura e a pratica da escrita atraves de atividades ludicas, voltadas aos anos iniciais, auxilia a aprendizagem dos alunos, uma vez que possibilita o adequado contato com a diversidade textual desde os primeiros passos no trabalho com a escrita. E, de fato, pudemos comprovar que do total de 10 criancas que participaram da nossa pratica, 06 conseguiram compreender melhor a formalizacao da segmentacao na escrita apos a sequencia de atividades aplicadas em sala.
  • LENILDE SOARES LEITE VITORINO
  • A contribuição das tirinhas de MAFALDA na formação crítico-reflexiva na sala de aula.
  • Data: 07/04/2017
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  • A proposta de trabalho tem como objetivo principal analisar de que maneira o genero textual Historia em Quadrinhos, em especial, as Tiras da personagem Mafalda, do cartunista argentino Joaquim Salvador Lavado, mais conhecido como Quino, podem contribuir na formacao leitora, critico-reflexiva de alunos da segunda fase do Ensino Fundamental. Para situar melhor essa analise, e apresentado um panorama geral da Linguistica Textual, das Historias em Quadrinhos e das tiras de Mafalda. O aporte teorico deste trabalho contara com estudos de autores como Bakhtin (1988;2003), Cirne (1972; 1990), Marcuschi (1986; 2003; 2008), Koch (1997; 2002; 2004; 2007; 2008; 2009), dentre outros. A pesquisa propoe realizar uma pesquisa-acao, atraves da leitura e interpretacao de algumas tiras de Mafalda, com procedimentos aplicados de forma planejada, continua, progressiva e organizada. Espera-se que esta pesquisa possa contribuir para a formacao de um sujeito leitor critico-reflexivo, capaz de identificar o vies comico e, acima de tudo, a critica presente nas tiras de Mafalda.
  • AGILCELIA CARVALHO DOS SANTOS
  • Homossexualidade na escola pública: o dito no silêncio e na disciplina.
  • Data: 07/04/2017
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  • Esse artigo tem como objetivo analisar os enunciados discursivos numa perspectiva foucaultiana nos textos argumentativos dos alunos do 3º ano do ensino medio da Escola Poeta Manoel Bandeira em Olinda, com o intuito de compreender qual a representacao desses alunos em relacao a diversidade sexual e os direitos dos alunos homossexuais dessa referida Instituicao. A escola como agencia do conhecimento proporciona a desideologizacao e, consequentemente o acolhimento solidario das pessoas que se comportam de uma forma diferenciada em relacao a heteronormatividade? Apesar da incompletude dessa pesquisa podemos perceber que os tabus e o silencio ainda imperam na escola e isso contribui para a evasao, o fracasso academico e pessoal desses jovens e adolescentes que, por nao suportarem a pressao fisica e psicologica se voltam para o uso de drogas, tentam e/ou praticam o suicidio, passam a vida fugindo de si mesmas e nao conseguem desenvolver relacoes sociais saudaveis com parceiros e com a sociedade de maneira geral. E possivel observar que o bullyng homofobico tambem contribui com a indisciplina uma vez que a escola nao procura resolve-lo de forma eficaz. Felizmente algumas escolas ja despertaram para a urgencia de discutir genero e diversidade sexual como forma de diminuir o odio e a intolerancia, minimizando, dessa forma os serios problemas educacionais e sociais.
  • LUIS CARLOS CIPRIANO
  • O ato perlocucionário no significado da expressão aula atividade de professores do Ensino Fundamental
  • Data: 07/04/2017
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  • Este trabalho teve como objetivo geral compreender por qual motivo os professores do Ensino Fundamental, mesmo sendo conhecedores do significado e da aplicabilidade da expressao Aula atividade, nao conseguiram ou conseguem entrar em consenso na sua utilizacao, tendo em vista que a aula atividade e parte complementar da carga horaria do professor da educacao basica. E sendo esta hora destinada a formacao, planejamento e preparacao de aula dos professores, assim surgiu esse estudo que auxiliara na formacao dos educadores quando eles discutirem acerca do assunto, pois, poderao compreender melhor a dificuldade de entendimento de todos seus pares no dialogo sobre a expressao aula atividade. Como objetivo especifico, pretendemos: compreender a proximidade entre o significado linguistico (conceito proprio do signo, ou seja, a ideia que se tem de determinada expressao) e o seu ato perlocucionario, enquanto ato de fala. Para realizacao desses objetivos, alicercamo-nos na perspectiva da pesquisa qualitativa e da pesquisa documental, bem como recorremos aos seguintes procedimentos metodologicos: revisao de literatura (pressupostos teoricos da Linguistica Estruturalista, da Linguistica Funcionalista e da Filosofia da Linguagem), analise documental e entrevista semiestruturada. Os resultados demonstram que o significado da expressao aula atividade e algo conhecido por todos os entrevistados. Entretanto, a partir do momento em que essa mesma expressao se torna usual, os entendimentos sao envolvidos por fatores externos ao significado, provocando, assim, os atos perlocucionarios. Nesse caso, a usabilidade pode ser distorcida daquilo que foi tratado como significado da expressao. Em termos de consideracoes finais, ressaltamos o fato de os atos perlocucionarios serem materializados no trajeto entre o significado enquanto pensamento e o proferimento da expressao ja na acao. Com ele, e possivel entender o porque das divergencias na utilizacao de palavras ja conhecidas e acionadas por determinados grupos. Acrescentamos que esse trabalho contribuira de forma pratica a partir dos dados colhidos nas entrevistas com professores e gestores da educacao basica, pois ao analisar trechos das respostas acerca dos questionamentos a compreensao e aplicabilidade da expressao aula atividade foi possivel entender nossa indagacao inicial, nao que essa possibilidade seja tida como verdade unica, mas uma probabilidade nesse contexto de estudo. Ao final propomos que os dialogos surgentes em proximas reunioes entre os educadores
  • GEIZA COUTINHO DE FREITAS
  • Relações de gênero em CREI: a interdiscursividade e a formação continuada.
  • Data: 07/04/2017
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  • Esse trabalho, que partiu de um olhar criterioso em relação ao desenvolvimento das Esse trabalho, que partiu de um olhar criterioso em relação ao desenvolvimento das Esse trabalho, que partiu de um olhar criterioso em relação ao desenvolvimento das Esse trabalho, que partiu de um olhar criterioso em relação ao desenvolvimento das Esse trabalho, que partiu de um olhar criterioso em relação ao desenvolvimento das Esse trabalho, que partiu de um olhar criterioso em relação ao desenvolvimento das Esse trabalho, que partiu de um olhar criterioso em relação a das Esse trabalho, que partiu de um olhar criterioso em relação ao desenvolvimento das Esse trabalho, que partiu de um olhar criterioso em relação ao desenvolvimento das Esse trabalho, que partiu de um olhar criterioso em relação ao desenvolvimento das Esse trabalho, que partiu de um olhar criterioso em relação ao desenvolvimento das Esse trabalho, que partiu de um olhar criterioso em relação ao desenvolvimento das Esse trabalho, que partiu de um olhar criterioso em relação ao desenvolvimento das Esse trabalho, que partiu de um olhar criterioso em relação ao desenvolvimento das Esse trabalho, que partiu de um olhar criterioso em relação ao desenvolvimento das Esse trabalho, que partiu de um olhar criterioso em relação ao o desenvolvimento das atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro atividades pedagógicas de um Centro Referência da Educação Infantil Referência da Educação Infantil Referência da Educação Infantil Referência da Educação Infantil Referência da Educação Infantil Referência da Educação Infantil Referência da Educação Infantil Referência da Educação Infantil Referência da Educação Infantil Referência da Educação Infantil Referência da Educação Infantil Referência da Educação Infantil Referência da Educação Infantil Referência da Educação Infantil Referência da Educação Infantil Referência da Educação Infantil Referência da Educação Infantil Referência da Educação Infantil Referência da Educação Infantil – CREI CREa investigar, nos discursos dos profissionais da Educação, os interdiscursos que ue r, nos discursos dos profissionais da Educação, os interdiscursos que os perpassam e determinam a representação social nas práticas educativa os perpassam e determinam a representação social nas práticas educativa os perpassam e determinam a representação social nas práticas educativa os perpassam e determinam a representação social nas práticas educativa os perpassam e determinam a representação social nas práticas educativaos perpassam e determinam a representação social nas práticas educativaos perpassam e determinam a representação social nas práticas educativa os perpassam e determinam a representação social nas práticas educativa os perpassam e determinam a representação social nas práticas educativaos perpassam e determinam a representação social nas práticas educativa os perpassam e determinam a representação social nas práticas educativa os perpassam e determinam a representação social nas práticas educativa os perpassam e determinam a representação social nas práticas educativaos perpassam e determinam a representação social nas práticas educativaos perpassam e determinam a representação social nas práticas educativa os perpassam e determinam a representação social nas práticas educativa 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educativaos perpassam e determinam a representação social nas práticas educativaos perpassam e determinam a representação social nas práticas educativaos perpassam e determinam a representação social nas práticas educativaos perpassam e determinam a representação social nas práticas educativa os perpassam e determinam a representação social nas práticas educativaos perpassam e determinam a representação social nas práticas educativa os perpassam e determinam a representação social nas práticas educativa s desses desses desses profissionais, proporcionando profissionais, proporcionando profissionais, proporcionando profissionais, proporcionando profissionais, proporcionandoprofissionais, proporcionandoprofissionais, proporcionando -os, uma formação continuada s, uma formação continuada s, uma formação continuadas, uma formação continuada s, uma formação continuada s, uma formação continuadas, uma formação continuadas, uma formação continuada s, uma formação continuadas, uma formação 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formação continuada constrói e desconstrói as partindo das seguintes questões: a formação continuada constrói e desconstrói as partindo das seguintes questões: a formação continuada constrói e desconstrói as partindo das seguintes questões: a formação continuada constrói e desconstrói as partindo das seguintes questões: a formação continuada constrói e desconstrói as partindo das seguintes questões: a formação continuada constrói e desconstrói as práticas dos profissionais de Educação Infantil relacionando à identidade gênero? Há uma práticas dos profissionais de Educação Infantil ão Infantil relacionando à identidade gênero? Há uma práticas dos profissionais de Educação Infantil relacionando à identidade gênero? Há uma práticas dos profissionais de Educação Infantil relacionando à identidade gênero? Há uma práticas dos profissionais de Educação Infantil relacionando à identidade gênero? Há uma práticas dos profissionais de Educação Infantil relacionando à identidade gênero? Há uma práticas dos profissionais de Educação Infantil relacionando à identidade gênero? Há uma práticas dos profissionais de Educação Infantil relacionando à identidade gênero? Há uma práticas dos profissionais de Educação Infantil relacionando à identidade gênero? Há uma práticas dos profissionais de Educação Infantil rtil relacionando à identidade gênero? Há uma práticas dos profissionais de Educação Infantil relacionando à identidade gênero? Há uma práticas dos profissionais de Educação Infantil relacionando à identidade gênero? Há uma preocupação preocupação preocupação preocupaçãopreocupaçãopreocupação, para q para qpara qpara qpara que não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as ue não sejam refletidos, nas vivências desses profissionais com as crianças, padrões s homofóbicas dentro da instituição escolar? Os padrões estereotipados desfazendo práticas homofóbicas dentro da instituição escolar? Os padrões estereotipados desfazendo práticas homofóbicas dentro da instituição escolar? Os padrões estereotipados desfazendo práticas homofóbicas dentro da instituição escolar? Os padrões estereotipados desfazendo práticas homofóbicas dentro da instituição escolar? Os padrões estereotipados desfazendo práticas homofóbicas dentro da instituição escolar? Os padrões estereotipados desfazendo práticas homofóbicas dentro da instituição escolar? Os padrões estereotipados desfazendo práticas homofóbicas dentro da instituição escolar? Os padrões estereotipados desfazendo práticas homofóbicas dentro da instituição escolar? Os padrões estereotipados desfazendo práticas homofóbicas dentro da instituição escolar? Os padrões estereotipados desfazendo práticas homofóbicas dentro da instituição escolar? Os padrões estereotipados desfazendo práticas homofóbicas dentro da instituição escolar? Os padrões estereotipados desfazendo práticas homofóbicas dentro da instituição escolar? Os padrões estereotipados desfazendo práticas homofóbicas dentro da instituição escolar? Os padrões estereotipados desfazendo práticas homofóbicas dentro da instituição escolar? Os padrões estereotipados desfazendo práticas homofóbicas dentro da instituição escolar? Os padrões estereotipados desfazendo práticas homofóbicas dentro da instituição escolar? Os padrões estereotipados desfazendo práticas homofóbicas dentro da instituição escolar? Os padrões estereotipados desfazendo práticas homofóbicas dentro da instituição escolar? Os padrões estereotipados desfazendo práticas hreferentes aos m referentes aos m referentes aos m referentes aos mreferentes aos m referentes aos modelos de educação familiar odelos de educação familiar odelos de educação familiar odelos de educação familiarodelos de educação familiarodelos de educação familiar odelos de educação familiarodelos de educação familiarodelos de educação familiarodelos de educação familiar odelos de educação familiarodelos de educação familiarodelos de educação familiar odelos de educação familiar odelos de educação familiarodelos de educação familiar, reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de reproduzida ao longo dos anos, pela falta de informação relacionad informação relacionad informação relacionadinformação relacionad informação relacionadinformação relacionadinformação relacionad informação relacionad a àa àa à temática de gênero, o que decorre temática de gênero, o que decorre temática de gênero, o que decorretemática de gênero, o que decorretemática de gênero, o que decorretemática de gênero, o que decorre temática de gênero, o que decorretemática de gênero, o que decorre temática de gênero, o que decorre temática de gênero, o que decorre temática de gênero, o que decorre temática de gênero, o que decorretemática de gênero, o que decorre temática de gênero, o que decorretemática de gênero, o que decorre temática de gênero, o que decorretemática de gênero, o que decorre temática de gênero, o que decorre em práticas homofóbicas, podem práticas homofóbicas, podem práticas homofóbicas, podem práticas homofóbicas, podem práticas homofóbicas, podem práticas homofóbicas, podem práticas homofóbicas, podem práticas homofóbicas, podem práticas homofóbicas, podem práticas homofóbicas, podem ser observados ser observados ser observados ser observados ser observados na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e na forma de falar dos profissionais da Educação com as crianças e conduçãocondução conduçãocondução das atividades no espaço educativo. Tais práticasdas atividades no espaço educativo. Tais práticasdas atividades no espaço educativo. Tais práticas das atividades no espaço educativo. Tais práticasdas atividades no espaço educativo. Tais práticas das atividades no espaço educativo. Tais práticas das atividades no espaço educativo. Tais práticasdas atividades no espaço educativo. Tais práticasdas atividades no espaço educativo. Tais práticas das atividades no espaço educativo. Tais práticasdas atividades no espaço educativo. Tais práticas das atividades no espaço educativo. Tais práticasdas atividades no espaço educativo. Tais práticasdas atividades no espaço educativo. Tais práticasdas atividades no espaço educativo. Tais práticasdas atividades no espaço educativo. Tais práticas das atividades no espaço educativo. Tais práticasdas atividades no espaço educativo. Tais práticas das atividades no espaço educativo. Tais práticas das atividades no espaço educativo. Tais práticasdas atividades no espaço educativo. Tais práticasdas atividades no espaço educativo. Tais práticasdas atividades no espaço educativo. Tais práticas das atividades no espaço educativo. Tais práticas das atividades no espaço educativo. Tais práticas das atividades no espaço educativo. Tais práticasdas atividades no espaço educativo. Tais práticasdas atividades no espaço educativo. Tais práticas, por parte desses profissionais por parte desses profissionais por parte desses profissionais por parte desses profissionais por parte desses profissionaispor parte desses profissionais por parte desses profissionais por parte desses profissionaispor parte desses profissionais por parte desses profissionais por parte desses profissionais por parte desses profissionais , são são são vivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissas vivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissas vivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissas vivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissasvivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissasvivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissasvivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissasvivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissas vivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissas vivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissasvivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissas vivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissas vivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. 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A partir dessas premissasvivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissas vivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissas vivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissasvivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissas vivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissas vivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissasvivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissas vivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissasvivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. A partir dessas premissasvivenciadas na construção da identidade e autonomia das crianças. 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A partir dessas premissas , surgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma propo surgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma proposurgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma propo surgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma proposurgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma proposurgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma proposurgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma proposurgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma proposurgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma proposurgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma proposurgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma propo surgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma propo surgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma proposurgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma proposurgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma proposurgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma proposurgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma proposurgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma proposurgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma propo surgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma proposurgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma propo surgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma proposurgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma propo surgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma proposurgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma propo surgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma propo surgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma proposurgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma propo surgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma propo surgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma propo surgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma proposurgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma propo surgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma propo surgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma propo surgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma propo surgiu a necessidade de um estudo mais aprofundado para subsidiar uma propo sta de sta de sta de sta de sta de sta de formação continuada. A continuada, embasada nas concepções das representações formação continuada. A continuada, embasada nas concepções das representações formação continuada. A continuada, embasada nas concepções das representações formação continuada. A continuada, embasada nas concepções das representações formação continuada. A continuada, embasada nas concepções das representações formação continuada. A continuada, embasada nas concepções das representações formação continuada. A continuada, embasada nas concepções das representações formação continuada. A continuada, embasada nas concepções das representações formação continuada. A continuada, embasada nas concepções das representações formação continuada. A continuada, embasada nas concepções das representações formação continuada. A continuada, embasada nas concepções das representações formação continuada. A continuada, embasada nas concepções das representações formação continuada. A continuada, embasada nas concepções das representações formação continuada. A continuada, embasada nas concepções das representações formação continuada. A continuada, embasada nas concepções das representações formação continuada. A continuada, embasada nas concepções das representações formação continuada. A continuada, embasada nas concepções das rrepresentações sociais e do interdiscurso, bu sociais e do interdiscurso, bu sociais e do interdiscurso, busociais e do interdiscurso, busociais e do interdiscurso, bu sociais e do interdiscurso, bu sociais e do interdiscurso, busociais e do interdiscurso, bu sociais e do interdiscurso, bu sociais e do interdiscurso, bu sociais e do interdiscurso, bu sca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras ca refletir os discursos das professoras, berçaristas e monitoras no que se refere ao ensino e no que se refere ao ensino e no que se refere ao ensino eno que se refere ao ensino e no que se refere ao ensino eno que se refere ao ensino e no que se refere ao ensino eno que se refere ao ensino eno que se refere ao ensino e no que se refere ao ensino eno que se refere ao ensino eno que se refere ao ensino e no que se refere ao ensino eno que se refere ao ensino e no que se refere ao ensino eno que se refere ao ensino e à aprendizagem das crianças que freqaprendizagem das crianças que freq aprendizagem das crianças que freqaprendizagem das crianças que freq aprendizagem das crianças que freqaprendizagem das crianças que freqaprendizagem das crianças que freqaprendizagem das crianças que freq aprendizagem das crianças que freqaprendizagem das crianças que freqaprendizagem das crianças que freq aprendizagem das crianças que freqaprendizagem das crianças que freq aprendizagem das crianças que freq aprendizagem das crianças que freqaprendizagem das crianças que freq aprendizagem das crianças que freq aprendizagem das crianças que freqaprendizagem das crianças que freq aprendizagem das crianças que freqaprendizagem das crianças que frequentam o CREI, de 0 a 03 uentam o CREI, de 0 a 03 uentam o CREI, de 0 a 03 uentam o CREI, de 0 a 03 uentam o CREI, de 0 a 03 uentam o CREI, de 0 a 03 uentam o CREI, de 0 a 03 uentam o CREI, de 0 a 03 uentam o CREI, de 0 a 03 uentam o CREI, de 0 a 03 uentam o CREI, de 0 a 03 uentam o CREI, de 0 a 03 uentam o CREI, de 0 a 03 uentam o CREI, de 0 a 03 uentam o CREI, de 0 a 03 uentam o CREI, de 0 a 03 uentam o CREI, de 0 a 03 anos, na temática de gênero. Trataanos, na temática de gênero. Trata anos, na temática de gênero. Trata anos, na temática de gênero. Trataanos, na temática de gênero. Trata anos, na temática de gênero. Trata anos, na temática de gênero. Trataanos, na temática de gênero. Trataanos, na temática de gênero. Trataanos, na temática de gênero. Trataanos, na temática de gênero. Trataanos, na temática de gênero. Trataanos, na temática de gênero. Trata anos, na temática de gênero. Trata anos, na temática de gênero. Trata anos, na temática de gênero. Trataanos, na temática de gênero. Trataanos, na temática de gênero. Trataanos, na temática de gênero. Trata -se de uma pesquisa se de uma pesquisase de uma pesquisase de uma pesquisase de uma pesquisase de uma pesquisa se de uma pesquisase de uma pesquisa se de uma pesquisa se de uma pesquisa -ação, de caráter quantitativo e ação, de caráter quantitativo e ação, de caráter quantitativo e ação, de caráter quantitativo e ação, de caráter quantitativo e ação, de caráter quantitativo e ação, de caráter quantitativo e ação, de caráter quantitativo e ação, de caráter quantitativo e ação, de caráter quantitativo e ação, de caráter quantitativo e ação, de caráter quantitativo e ação, de caráter quantitativo e ação, de caráter quantitativo e ação, de caráter quantitativo e ação, de caráter quantitativo e ação, de caráter quantitativo e qualitativo. Ela foi dividida em duas etapas: na primeira, foram aplicados dois questionários qualitativo. Ela foi dividida em duas etapas: na primeira, foram aplicados dois questionários qualitativo. Ela foi dividida em duas etapas: na primeira, foram aplicados dois questionários qualitativo. Ela foi dividida em duas etapas: na primeira, foram aplicados dois questionáriosqualitativo. Ela foi dividida em duas etapas: na primeira, foram aplicados dois questionários qualitativo. Ela foi dividida em duas etapas: na primeira, foram aplicados dois questionários qualitativo. Ela foi dividida em duas etapas: na primeira, foram aplicados dois questionários qualitativo. Ela foi dividida em duas etapas: na primeira, foram aplicados dois questionários qualitativo. Ela foi dividida em duas etapas: na primeira, foram aplicados dois questionários qualitativo. Ela foi dividida em duas etapas: na primeira, foram aplicados dois questionáriosqualitativo. Ela foi dividida em duas etapas: na primeira, foram aplicados dois questionários qualitativo. Ela foi dividida em duas etapas: na primeira, foram aplicados dois questionáriosqualitativo. 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Ela foi dividida em duas etapas: na primeira, foram aplicados dois questionários qualitativo. Ela foi dividida em duas etapas: na primeira, foram aplicados dois questionários , a fim de verificar o grau conhecimento dos prof fim de verificar o grau conhecimento dos prof fim de verificar o grau conhecimento dos proffim de verificar o grau conhecimento dos prof fim de verificar o grau conhecimento dos prof fim de verificar o grau conhecimento dos prof fim de verificar o grau conhecimento dos prof fim de verificar o grau conhecimento dos prof fim de verificar o grau conhecimento dos proffim de verificar o grau conhecimento dos proffim de verificar o grau conhecimento dos proffim de verificar o grau conhecimento dos prof fim de verificar o grau conhecimento dos prof fim de verificar o grau conhecimento dos proffim de verificar o grau conhecimento dos proffim de verificar o grau conhecimento dos prof fim de verificar o grau conhecimento dos proffim de verificar o grau conhecimento dos prof fim de verificar o grau conhecimento dos proffim de verificar o grau conhecimento dos prof fim de verificar o grau conhecimento dos prof fim de verificar o grau conhecimento dos prof issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; issionais a respeito das relações de gênero; na segunda, há uma sugestão de proposta formação continuada na segunda, há uma sugestão de proposta formação continuadana segunda, há uma sugestão de proposta formação continuada na segunda, há uma sugestão de proposta formação continuadana segunda, há uma sugestão de proposta formação continuada na segunda, há uma sugestão de proposta formação continuadana segunda, há uma sugestão de proposta formação continuada na segunda, há uma sugestão de proposta formação continuada na segunda, há uma sugestão de proposta formação continuadana segunda, há uma sugestão de proposta formação continuada na segunda, há uma sugestão de proposta formação continuada na segunda, há uma sugestão de proposta formação continuadana segunda, há uma sugestão de proposta formação continuada na segunda, há uma sugestão de proposta formação continuada na segunda, há uma sugestão de proposta formação continuadana segunda, há uma sugestão de proposta formação continuada na segunda, há uma sugestão de proposta formação continuada na segunda, há uma sugestão de proposta formação continuada na segunda, há uma sugestão de proposta formação continuadana segunda, há uma sugestão de proposta formação continuada na segunda, há uma sugestão de proposta formação continuadana segunda, há uma sugestão de proposta formação continuada na segunda, há uma sugestão de proposta formação continuada na segunda, há uma sugestão de proposta formação continuadana segunda, há uma sugestão de proposta formação continuada na segunda, há uma sugestão de proposta formação continuadana segunda, há uma sugestão de proposta formação continuada na segunda, há uma sugestão de proposta formação continuada na segunda, há uma sugestão de proposta formação continuadana segunda, há uma sugestão de proposta formação continuada, com oficinas de com oficinas de com oficinas de com oficinas de com oficinas de com oficinas de leitura de textos que abordem temas referente à pesquisa, rodas conversas, depoimentos leitura de textos que abordem temas referente à pesquisa, rodas conversas, d, depoimentos desses profissionais e construção de desses profissionais e construção de desses profissionais e construção de desses profissionais e construção de desses profissionais e construção de desses profissionais e construção de desses profissionais e construção de desses profissionais e construção de desses profissionais e construção de desses profissionais e construção de relatórios.relatórios.relatórios. Palavras Chave: Relações de Gênero. Interdiscursividade. Representações Sociais
  • TEREZINHA ALVES FERNANDES
  • Práticas para aquisição da proficiência na escrita, em relatos de professores do Ciclo de Alfabetização
  • Data: 07/04/2017
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  • Praticas para aquisicao da proficiencia na escrita, em relatos de professores do Ciclo de Alfabetizacao
  • AGENOR FACUNDES DE ALBUQUERQUE JÚNIOR
  • DESVELANDO IDENTIDADES: A IDENTIDADE PROFISSIONAL DOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA PERTENCENTES AO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO INTEGRAL DA REDE PÚBLICA ESTADUAL DE PERNAMBUCO
  • Data: 06/04/2017
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  • A pesquisa com o professor tem como finalidade investigar a realidade em que se esta inserida. Ao analisar os discursos dos professores de lingua portuguesa pertencentes ao Programa de Educacao Integral da Rede Publica Estadual de Pernambuco, sobre a luz da Analise do Discurso de tradicao francesa (AD), buscamos ajudar a construir um conjunto de conhecimentos e estrategias que garantam reconhecimento e empoderamento como sujeito e como profissional docente. Nossa analise do discurso e baseada nos preceitos de analise de Michel Foucault, sobretudo na utilizacao do seu metodo arqueologico. O mestrado profissional busca aliar pratica e teoria, assim nosso trabalho e de natureza interventiva, visto que a propria dinamica do mestrado profissional esta encerrada em sua propria pratica. Nossa pesquisa, de carater qualitativo, utiliza a metodologia da Roda de Conversa a fim de garantir espacos de dialogo, dando vez e voz aos docentes. Trabalhando na perspectiva da pesquisa-acao, pois nossa pesquisa trata sobre a propria pratica. Assim, nossos sujeitos de pesquisa ganham certo protagonismo, ditando o ritmo de nossas analises e de certa forma de nosso trabalho. Logo, buscamos identificar nos discursos docentes elementos e caracteristicas responsaveis pela construcao da sua vida profissional. Analisando as relacoes dos dizeres docentes, enquanto elementos constituintes da identidade profissional, explicitam-se possiveis semelhancas e diferencas entre os discursos docentes, e os pontos de diferenciacao e unidade desta identidade profissional.
  • ÍTALO AMORIM DO ESPÍRITO SANTO
  • Resiliência e comunicação: teorias e intervenção na formação do aluno de ensino médio em educação de Direitos Humanos.
  • Orientador : FRANCISCA TEREZINHA OLIVEIRA ALVES
  • Data: 06/04/2017
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  • Resiliencia e comunicacao: teorias e intervencao na formacao do aluno de ensino medio em educacao de Direitos Humanos.
  • IVANILDO FELIX DA SILVA JUNIOR
  • O anúncio publicitário no YOUTUBE: uma proposta de produção textual
  • Data: 06/04/2017
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  • O anuncio publicitario no YOUTUBE: uma proposta de producao textual
  • FÁBIA SOUSA DE SENA
  • O letramento do aluno surdo na escola regular: perspectivas e desafios
  • Data: 06/04/2017
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  • Neste trabalho, discutimos acerca do letramento do aluno surdo e alguns dos resultados obtidos a partir da execucao do projeto de intervencao realizado em uma escola publica de educacao integral que apresenta proposta de ensino bilingue para os sujeitos surdos no municipio de Joao Pessoa – PB. A presente pesquisa foi conduzida com base nos pressupostos teorico-metodologicos de pesquisa qualitativa de cunho etnografico. Verificamos, no presente estudo, como ocorre o letramento do aluno surdo e os desafios enfrentados por eles na realizacao e participacao das atividades propostas em sua segunda lingua. Na coleta de dados, utilizamos, como instrumentos para o alcance dos nossos objetivos, observacoes em sala de aula e aplicacao de questionarios aos gestores, alunos surdos e professores de lingua portuguesa atuantes no ensino fundamental II. Para fundamentar o nosso escrito, tomamos como referencia os estudos de Dorziat (1999; 2012), Kleiman (2007), Lodi e Lacerda (2014), Pereira (2000), Santana (2007), Schmiedt (2006), Skiliar (1998), Soares (2002), Quadros (2006), Stumpf (2009), dentre outros que norteiam os estudos sobre letramentos e letramento do aluno surdo, considerando a Lingua Brasileira de Sinais, a lingua natural do surdo, a qual, por meio dela, o sujeito podera se comunicar efetivamente com mundo a sua volta e se desenvolver cognitivamente. Os resultados da pesquisa obtidos por meio das observacoes, aplicacao de questionarios e realizacao de uma oficina com os alunos surdos, apontam que, atividades envolvendo os generos textuais, TICs e multimodalidade em sala de aula possuem uma grande aceitacao pela comunidade surda, contribuindo satisfatoriamente nao apenas com o processo de letramento do sujeito citado, mas de toda a comunidade escolar
  • NICETTE NAVARRO ALMEIDA DA SILVA
  • Um olhar sobre a habilidade de leitura de alunos do 4º ano após o período do ciclo de alfabetização do PNAIC.
  • Data: 05/04/2017
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  • O presente trabalho tem como objetivo avaliar o nivel de leitura de alunos do 4º ano, que participaram da formacao do Pacto Nacional pela Alfabetizacao na Idade Certa (PNAIC), no ciclo de alfabetizacao e propor uma sequencia de atividades para melhoria no desempenho do nivel de leitura. Teoricamente nos apoiamos no material elaborado para a Formacao do PNAIC (2013, 2015), em Soares (2014), Marcuschi (2008) e na Avaliacao Nacional de Alfabetizacao (ANA). Metodologicamente, a pesquisa foi feita em uma escola municipal na cidade de Joao Pessoa, onde foram analisados os niveis de leitura em que participaram 29 alunos do referido ano. Foi realizada uma primeira avaliacao em que foram detectadas algumas dificuldades. Logo apos, foi criada uma sequencia de atividades para o desenvolvimento da aprendizagem e, entao, foi aplicada a segunda avaliacao para analisarmos o progresso cognitivo ocorrido. Ficou claro que o diagnostico, com seu real proposito de encaminhar estrategias para superacao dos problemas detectados, ajuda a superar as dificuldades e a conduzir o processo de ensino aprendizagem no foco das necessidades dos alunos.
  • LUIS CARLOS CIPRIANO
  • O ato perlocucionário no significado da expressão aula atividade de professores do Ensino Fundamental
  • Data: 04/04/2017
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  • O ato perlocucionario no significado da expressao aula atividade de professores do Ensino Fundamental
  • SAYONARA LEITE FALCÃO
  • O celular na sala de aula: possibilidade para os multiletramentos na Educação de Jovens e Adultos
  • Data: 04/04/2017
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  • Este estudo apresenta as apreciacoes sobre o uso do aparelho tecnologico o celular, fazendo parte das acoes pedagogicas em sala de aula, para a promocao da inclusao digital como parte constituinte do processo de ensino/aprendizagem. Desenvolvido em seis turmas do primeiro ciclo da EJA das Escolas Municipais de Boa Vista-PB. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, respaldada pela pedagogia freireana, nos referenciais da linguistica aplicada e na cultura digital e ensino. A fundamentacao teorica que se deu nas bases libertadoras da educacao popular, buscou contribuicoes nos estudos sobre as tecnologias digitais e da informacao e os multiletramentos, estabelecendo um dialogo entre estudiosos de varias areas de conhecimento, a exemplo de: Freire (2011) Kleiman (2005), Andre (2008), Alves (1991), Gonsalves (2001), Gil (2002), Kenski (2012) ROJO (2012), para compor um panorama favoravel a construcao da escrita e a inclusao das tecnologias digitais na EJA. Os procedimentos metodologicos utilizados envolveram a observacao participante, as intervencoes nas turmas da EJA, com registros atraves do diario de campo, de filmagens e fotografias, alem de entrevistas e da analise colaborativa, envolvendo as professoras, propiciando reflexoes da pratica docente. O foco das observacoes foram os processos interativos, no campo dos multiletramentos envolvidos no uso do aparelho celular. Considerou-se, nas interpretacoes dos dados iniciais, os implicadores das praticas de letramento e as habilidades no uso do aparelho tecnologico o celular, que convergem para a construcao efetiva da escrita e a inclusao digital. Verificando-se o respeito pela diversidade presente na EJA. A analise permitiu a percepcao de que a producao escrita nao se apresenta como o principal objetivo para o primeiro ciclo da EJA. A acao docente, quando esta direcionada a construcao da escrita, limita-se a praticas voltadas a apropriacao do Sistema de Escrita Alfabetica e a normatividade; desvinculando-se, muitas vezes, dos usos sociais da escrita. E comum um afastamento entre alfabetizacao e praticas pedagogicas de inclusao digital, comprovando a necessidade de estudos que, indo alem das explicacoes cientificas, requer acoes praticas, viaveis em determinado contexto e, portanto, contribuinte para a verdadeira construcao da escrita e inclusao social por jovens e adultos, que sofrem historicamente a exclusao no processo educacional. A partir de tais conclusoes surgiu uma sequencia didatica, com atividades praticas com o aparelho celular, que fora construida e executada nessas turmas, enquanto produto final, que possibilitou a inclusao digital em uma experiencia no primeiro ciclo da EJA.
  • ROSANGELA MARIA DIAS DA SILVA
  • Cultura e ferramenta virtual: possibilidades de letramento digital na EJA
  • Data: 04/04/2017
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  • Cultura e ferramenta virtual: possibilidades de letramento digital na EJA
  • ORIOSVALDO DE COUTO RAMOS
  • A Plataforma Virtual ECATHS: articulações entre o ensino/aprendizagem de língua inglesa e as possibilidades de letramento digital
  • Data: 04/04/2017
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  • Esta pesquisa descreve e analisa uma experiência pedagógica desenvolvida na Escola de Referência em Ensino Médio Padre Antônio Barbosa Júnior - EREMPABJ, envolvendo o uso da Plataforma Virtual Ecaths como apoio ao ensino presencial na educação básica. O objetivo central deste trabalho é descrever o ambiente virtual da plataforma Ecaths e as viabilidades de suas ferramentas para o ensino e aprendizagem da língua inglesa e as possibilidades de construção do letramento digital dos discentes. O referencial teórico utilizado baseou-se nas concepções de Rapaport (2008); Holden (2009); Paiva (2012) e Carvalho e Braga (2012) para o ensino da Língua Inglesa; os conceitos de letramento de Soares (2002) e Kleiman (1995), letramento digital, Buzato, (2006); Coscarelli (2014, 2016); Kenski (2015), Lemos e Matos (2016); TIC em educação: Matos e Rodrigues (2013); Moran (2000, 2013); Prensky (2001); Toktov (2003) entre outros. A reflexão em torno das possibilidades pedagógicas adotadas para o estudo de caso gerou dados e análises capazes de contribuir não apenas para o aprimoramento da disciplina estudada, como também para subsidiar qualquer outro professor que deseje utilizar o ambiente virtual da plataforma Ecaths em outros contextos de ensino e de aprendizagem. Para atingir o objetivo, no decorrer da pesquisa, foram realizados testes escritos e questionários para a geração dos dados. Ao apresentar os dados utilizou-se uma análise qualitativa combinada com elementos de análise quantitativa, complementada pelas observações do professor-pesquisador. Ao término, vislumbramos que a experiência realizada está estreitamente relacionada com as teorias sociointeracionistas que consideram a interação, seja com o sujeito ou com o objeto, premissa para aprendizagem efetiva tanto dos aspectos mais estruturais quanto funcionalistas da língua inglesa, bem como possibilitadora de letramento digital.
  • LYEDJA SYMÉA FERREIRA BARROS CARVALHO
  • APRENDIZAGEM COLABORATIVA NA FORMAÇÃO DOCENTE: CONTRIBUIÇÕES DAS TIC NO ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA
  • Data: 17/03/2017
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  • Neste trabalho, discutimos alguns dos resultados obtidos a partir da execução do projeto de intervenção com professores de Língua Portuguesa, lotados em uma Escola Pública do Ensino Médio no município de Tabira-PE, no Sertão Pernambucano. A investigação, de caráter qualitativo, foi amparada por uma abordagem etnográfica colaborativa sobre a formação do professor de Língua Portuguesa e seu exercício docente, procurando investigar se as Tecnologias de Informação e de Comunicação (TICs) e sua concepção colaborativa estão integradas à prática dos docentes de Língua Portuguesa, Nesse contexto, no presente estudo, verificamos de que forma as tecnologias impactaram mudanças nos processos de ensino e de aprendizagem da disciplina de Língua Portuguesa. A coleta de dados deu-se por meio da pesquisa com abordagem qualitativa: através da entrevista estruturada, registrada em gravador de áudio e, posteriormente, transcrita. Como participantes de pesquisa, estão cinco professores de Língua Portuguesa, do Ensino Médio. Para fundamentar o estudo, tomamos como referência os estudos de Levy (2010), Rojo (2013), Ferreiro (2013), Gomes (2009), Araújo (2016), Moran (2013), Gabriel (2013), entre outros, que norteiam os estudos sobre letramentos e análise das estratégias utilizadas para integrar as tecnologias às atividades práticas em sala de aula. Conforme dados coletados, os resultados da proposta de intervenção no presente estudo apontam para a importância do conhecimento sobre o uso das TICs no processo de ensino e de aprendizagem e revelam que diferentes tecnologias de escrita geram diversos estados ou condições naqueles que delas fazem uso em suas práticas de leitura e escrita. A pesquisa revela, também, que os usos dos Recursos Educacionais Digitais, assíncronos, desenvolvem os letramentos multissemióticos, podendo também ser um incentivo à produção textual e a autoria dos estudantes, além de motivar ao processo de ensino e aprendizagem dos conteúdos, despertando o interesse, a participação e colaboração, motivando os alunos a vislumbrar novos conceitos de produção e de autoria colaborativa nas aulas de Língua Portuguesa com usos das tecnologias.
  • MANOEL ALVES TAVARES DE MELO
  • Eficiência do uso do aplicativo DUOLINGO no processo de ensino-aprendizagem da língua inglesa em uma turma de Educação de Jovens e Adultos
  • Data: 22/02/2017
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  • As Tecnologias da Informacao e Comunicacao sao uma realidade no nosso dia a dia e, por isso, a escola, enquanto instituicao formadora de cidadaos participativos e criticos, nao pode desconsiderar esse fato. E primordial integrar essas tecnologias aos diversos ambitos educacionais. Assim, devido a facil mobilidade, o celular e uma ferramenta tecnologica que pode ser utilizada pelo professor em suas aulas, uma vez que amplia as possibilidades de ensino-aprendizagem, tornando o espaco mais interativo e dinamico. Uma dessas possibilidades esta relacionada aos diversos aplicativos educacionais que podem ser baixados, acessados e utilizados. Com relacao ao processo de ensino-aprendizagem da Lingua Inglesa, uma alternativa interessante e o aplicativo Duolingo. Este apresenta uma interface atrativa e descomplicada, podendo ser utilizado pelos alunos da Educacao de Jovens e Adultos, como um aplicativo pedagogico, para o ensino da Lingua Inglesa, bem como mecanismo promotor para o letramento digital. Nesse sentido, esta pesquisa teve como objetivo confirmar a eficiencia do uso do aplicativo Duolingo, por meio do celular, no processo de ensino-aprendizagem da Lingua Inglesa em uma turma da Educacao de Jovens e Adultos. Pretende-se discutir temas relacionados as possibilidades de letramento e de letramento digital. Quanto a metodologia, a pesquisa foi realizada com os alunos de uma turma da Educacao de Jovens e Adultos de Santa Rita-PB. Os instrumentos de pesquisa foram: os Testes de Sondagem e Final, aplicados antes e apos utilizacao do Duolingo. Estes serviram para comparar o progresso dos alunos e, assim, comprovar a eficiencia da utilizacao do aplicativo, no processo de ensino-aprendizagem da Lingua Inglesa. Palavras-Chave: Letramento. Lingua Inglesa. Duolingo
  • MANOEL ALVES TAVARES DE MELO
  • Eficiência do uso do aplicativo DUOLINGO no processo de ensino-aprendizagem da língua inglesa em uma turma de Educação de Jovens e Adultos
  • Data: 21/02/2017
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  • As Tecnologias da Informação e Comunicação são uma realidade no nosso dia a dia e, por isso, a escola, enquanto instituição formadora de cidadãos participativos e críticos, não pode desconsiderar esse fato. É primordial integrar essas tecnologias aos diversos âmbitos educacionais. Assim, devido à fácil mobilidade, o celular é uma ferramenta tecnológica que pode ser utilizada pelo professor em suas aulas, uma vez que amplia as possibilidades de ensino-aprendizagem, tornando o espaço mais interativo e dinâmico. Uma dessas possibilidades está relacionada aos diversos aplicativos educacionais que podem ser baixados, acessados e utilizados. Com relação ao processo de ensino-aprendizagem da Língua Inglesa, uma alternativa interessante é o aplicativo Duolingo. Este apresenta uma interface atrativa e descomplicada, podendo ser utilizado pelos alunos da Educação de Jovens e Adultos, como um aplicativo pedagógico, para o ensino da Língua Inglesa, bem como mecanismo promotor para o letramento digital. Nesse sentido, esta pesquisa teve como objetivo confirmar a eficiência do uso do aplicativo Duolingo, por meio do celular, no processo de ensino-aprendizagem da Língua Inglesa em uma turma da Educação de Jovens e Adultos. Pretende-se discutir temas relacionados às possibilidades de letramento e de letramento digital. Quanto à metodologia, a pesquisa foi realizada com os alunos de uma turma da Educação de Jovens e Adultos de Santa Rita-PB. Os instrumentos de pesquisa foram: os Testes de Sondagem e Final, aplicados antes e após utilização do Duolingo. Estes serviram para comparar o progresso dos alunos e, assim, comprovar a eficiência da utilização do aplicativo, no processo de ensino-aprendizagem da Língua Inglesa. Palavras-Chave: Letramento. Língua Inglesa. Duolingo
2016
Descrição
  • CICERO JOSÉ DA SILVA
  • EM CAFÉ, TEXTO, SENTIDO E PROSA: A RETEXTUALIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA DE RESSIGNIFICAÇÃO - PROCESSOS DE TRABALHO COM LEITURA E ESCRITA NO ENSINO MEDIO.
  • Data: 19/12/2016
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  • A leitura e a escrita como práticas sociais envolvem processos discursivos e cognitivos. Por isso, toma-se a leitura como um momento uma ação de produção de sentidos em atividade de interlocução e compreensão responsiva. Assim como observa-se a escrita como um processo de interlocução e de interação social. Uma leitura significativa subsidia significativamente uma nova escrita, dado o movimento de escrita está arrolado na retextualização da leitura. Concebe-se, assim, a retextualização como um processo de produção textual significativa, no qual mobiliza funções linguísticas-cognitivas e linguísticas-discursivas em estratégias de leitura e produção textual, visando incessantemente à ampliação a competência textuais-comunicativa do leitor-produtor de textos. Quanto ao objetivo geral é analisar a retextualização de artigo de opinião em estratégias de ressignificação das práticas de leitura e de escrita como processos de formação de sujeitos-leitores/produtores de textos. Logo, pretende-se compreender o funcionamento da leitura e da escrita na perspectiva de construção de sentidos, concebendo o texto como unidade cognitiva e discursiva, em processos contínuos de formação de sujeitos produtores de textos através de práticas sociais de leitura e de escrita. Para isso, utilizar práticas de retextualização de artigo de opinião, elaboradas em moldes de etapas e círculos de leituras. Logo, esta pesquisa tem caráter de pesquisa-ação, tomando por base teórica principal, Dell’isola (2007), Geraldi (2008; 2013), Koch (2015), Koch & Elias (2009); Marcuschi (2008; 2010), Mantêncio (2002), Marquesi (2014), Orlandi (2012) e Travaglia (2009) entre outros. Os resultados mostram que a retextualização é um processo eficiente no desenvolvimento das competências textuais leitoras e escritas em perspectiva cognitiva e discursiva no aluno produtor de texto no Ensino Médio
  • FABIONE GOMES DA SILVA
  • PRÁTICAS DE LEITURA E DE PRODUÇÃO TEXTUAL USANDO O ARTIGO DE OPINIÃO NUMA PERSPECTIVA DE LETRAMENTO EM LÍNGUA INGLESA.
  • Data: 13/12/2016
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  • PRATICAS DE LEITURA E DE PRODUCAO TEXTUAL USANDO O ARTIGO DE OPINIAO NUMA PERSPECTIVA DE LETRAMENTO EM LINGUA INGLESA.
  • LUCIANA DE LAVOR NUNES
  • As segmentações não convencionais nos dados da escrita dos alunos do 5º e do 9º ano do Ensino Fundamental I e II
  • Data: 07/12/2016
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  • Apresentamos uma pesquisa sobre segmentações nao convencionais, hipossegmentação, hipersegmentação e segmentação híbrida, na escrita de alunos de 5o e 9o anos do Ensino Fundamental, realizada em uma escola da rede publica e em uma da rede privada da cidade de Joao Pessoa. Estruturas como denovo, grafada para "de novo”; so frendo grafada para “sofrendo”; e derre pente, grafada para "de repente" exemplificam, respectivamente, esses fenômenos. Os dados foram extraidos de um corpus 08 textos narrativos, constituído inicialmente por 161 textos, sendo 48 dos 5os anos (18 da escola publica – duas turmas – e 30 da escola particular) e 113 dos 9os anos (19 da escola publica e 94 da escola particular – tres turmas). Dentre as discussões teóricas que nos subsidiaram, temos estudos feitos por Bisol (1994, 1999, 2000 e 2004), Bortoni-Ricardo (2006), Cunha (2004), Cunha e Miranda (2008), Mattoso Camara (2004), Selkirk (1982, 1984), Silva (2014) e Tenani (2002). Apos a analise das narrativas, mapeamos a existencia de estruturas de segmentacao nao convencional em oito textos – cinco no 5o ano e tres no 9o ano da escola publica. Oito textos de uma turma do 5o ano da escola publica foram descartados porque optamos por nao identificar a identidade dos autores, e neles continham referencias ao autor e/ou a escola. Consideramos que o numero de achados nao foi significativo quantitativamente, mas acreditamos, a partir da leitura dos dados encontrados sobre o assunto na vasta literatura estudada, ser um problema recorrente em outras escolas e, por isso, decidimos ministrar uma minioficina para disponibilizar aos professores em questao informações sobre o funcionamento da língua, especificamente, acerca de processos fonológicos dos quais acreditamos podem decorrer as segmentações nao convencionais, e tambem uma proposta didática com exercicios que pudessem lidar com esses fenômenos. As atividades construidas tiveram como objetivo levar aos professores uma proposta de intervencao remediadora para os oito alunos que apresentam problemas de segmentacao no estudo, assim como para outros alunos em outras escolas que apresentarem o mesmo problema em constatacoes futuras. As atividades nao puderam ser aplicadas nas escolas trabalhadas devido a mudanca dos alunos do 9o ano para outras escolas e tambem a mudanca do professor do 5o ano.
  • ROSEMARE VIEIRA GOMES
  • Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC): ressignificando alfabetização?
  • Data: 13/05/2016
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  • A presente dissertacao, intitulada PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZACAO NA IDADE CERTA (PNAIC):RESSIGNIFICANDO A ALFABETIZACAO? tem como objetivo central identificar a contribuicao do PNAIC no resgate da especificidade da alfabetizacao como processo de aquisicao do sistema convencional de uma escrita alfabetica e ortografica, no qual o sistema grafofonico (as relacoes fonema–grafema) constitui objeto de ensino direto e explicito. Tem como objetivos especificos (i) verificar que saberes concernentes ao Sistema de Escrita Alfabetica – especificamente relacionados ao sistema grafofonico – estao consolidados para a pratica de professores alfabetizadores - sujeitos da pesquisa; (ii) investigar que metodos de alfabetizacao sao por eles utilizados em suas estrategias de ensino da aquisicao do sistema convencional de escrita; e (iii) analisar a relacao entre o fazer docente e os conhecimentos do sistema grafofonico apresentados pelos Cadernos de Formacao em Linguagem – material de apoio do PNAIC. A opcao teorica, com foco na alfabetizacao, foi centrada em SOARES (1985; 2004; 2014) que aponta a necessidade de resgate da especificidade da alfabetizacao como fator preponderante para a aquisicao da lingua escrita. A pesquisa, de natureza qualitativa, contemplou dois procedimentos: (i) uma analise documental focalizando o estudo dos Cadernos de Formacao em Lingua Portuguesa, Anos 1, 2 e 3, Unidade 3, oferecidos pelo PNAIC; e (ii) a aplicacao de questionarios de forma semiestruturada, com questoes abertas, especificamente relacionadas ao SEA, ao sistema grafofonico e ao Pacto, elaboradas no intuito de atender os objetivos supracitados, dirigidas a professores alfabetizadores da rede municipal de ensino da cidade de Joao Pessoa-PB, participantes do Pacto em 2013, 2014 e/ou 2015.Os dados analisados mostraram que as docentes, em sua maioria, desconhecem os termos linguisticos habilidades de consciencia fonologica e reflexao fonologica e grafica de palavras, bem como consciencia fonemica; que nao ha um metodo predominante na pratica dessas alfabetizadoras; que, na escola de sua atuacao, nao ha atendimento aos principios de continuidade do conteudo, sistematizacao e acompanhamento, tanto dos alunos, quanto do ensino e do professor – principios defendidos por SOARES (2014) como de grande relevancia para a alfabetizacao;e que a relacao entre o fazer docente dessas professoras e os conhecimentos do sistema grafofonico constantes no material de formacao do Pacto analisado e de contradicao. O estudo conclui que o PNAIC pode, sim, ressignificar a alfabetizacao, mas nao o faz sozinho; nao e suficiente sem a contrapartida dos sujeitos que, direta ou indiretamente, vinculam-se ao processo de alfabetizacao. Este trabalho devera contribuir para fomentar discussoes sobre a relevancia do processo de ressignificacao da alfabetizacao como fator preponderante para a aquisicao da lingua escrita; e para a qualificacao e o aprimoramento de programas de formacao de alfabetizadores.
  • ROSEMARE VIEIRA GOMES
  • Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC): ressignificando alfabetização?
  • Data: 13/05/2016
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  • A presente dissertação, intitulada PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA (PNAIC):RESSIGNIFICANDO A ALFABETIZAÇÃO? tem como objetivo central identificar a contribuição do PNAIC no resgate da especificidade da alfabetização como processo de aquisição do sistema convencional de uma escrita alfabética e ortográfica, no qual o sistema grafofônico (as relações fonema–grafema) constitui objeto de ensino direto e explícito. Tem como objetivos específicos (i) verificar que saberes concernentes ao Sistema de Escrita Alfabética – especificamente relacionados ao sistema grafofônico – estão consolidados para a prática de professores alfabetizadores - sujeitos da pesquisa; (ii) investigar que métodos de alfabetização são por eles utilizados em suas estratégias de ensino da aquisição do sistema convencional de escrita; e (iii) analisar a relação entre o fazer docente e os conhecimentos do sistema grafofônico apresentados pelos Cadernos de Formação em Linguagem – material de apoio do PNAIC. A opção teórica, com foco na alfabetização, foi centrada em SOARES (1985; 2004; 2014) que aponta a necessidade de resgate da especificidade da alfabetização como fator preponderante para a aquisição da língua escrita. A pesquisa, de natureza qualitativa, contemplou dois procedimentos: (i) uma análise documental focalizando o estudo dos Cadernos de Formação em Língua Portuguesa, Anos 1, 2 e 3, Unidade 3, oferecidos pelo PNAIC; e (ii) a aplicação de questionários de forma semiestruturada, com questões abertas, especificamente relacionadas ao SEA, ao sistema grafofônico e ao Pacto, elaboradas no intuito de atender os objetivos supracitados, dirigidas a professores alfabetizadores da rede municipal de ensino da cidade de João Pessoa-PB, participantes do Pacto em 2013, 2014 e/ou 2015.Os dados analisados mostraram que as docentes, em sua maioria, desconhecem os termos linguísticos habilidades de consciência fonológica e reflexão fonológica e gráfica de palavras, bem como consciência fonêmica; que não há um método predominante na prática dessas alfabetizadoras; que, na escola de sua atuação, não há atendimento aos princípios de continuidade do conteúdo, sistematização e acompanhamento, tanto dos alunos, quanto do ensino e do professor – princípios defendidos por SOARES (2014) como de grande relevância para a alfabetização;e que a relação entre o fazer docente dessas professoras e os conhecimentos do sistema grafofônico constantes no material de formação do Pacto analisado é de contradição. O estudo conclui que o PNAIC pode, sim, ressignificar a alfabetização, mas não o faz sozinho; não é suficiente sem a contrapartida dos sujeitos que, direta ou indiretamente, vinculam-se ao processo de alfabetização. Este trabalho deverá contribuir para fomentar discussões sobre a relevância do processo de ressignificação da alfabetização como fator preponderante para a aquisição da língua escrita; e para a qualificação e o aprimoramento de programas de formação de alfabetizadores.
  • KELY DA SILVA BARBOSA
  • A mediação pedagógica de professoras da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental a partir da Leitura Literária
  • Data: 31/03/2016
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  • Nos ultimos anos a Educacao Infantil e a dos Anos Iniciais tem vivenciado novos padroes paradigmaticos. Essas modalidades educacionais nao visam simplesmente promover simplesmente atividades mecanicas com foco nos padroes silabicos e na decodificacao. Atualmente, os principais documentos oficiais brasileiros (RCNEI, PCN, etc.) defendem que as estrategias de ensino da leitura devem envolver a diversidade de generos textuais. Isto e, envolver textos de circulacao social, os generos sociais.
  • JULIANA PEREIRA RAMOS
  • A produção textual como planejamento para o planejamento das apresentações do LEGO ZOOM: um estudo evolutivo do gênero textual relato de experiência com alunos do 5º ano
  • Data: 31/03/2016
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  • A producao textual como planejamento para o planejamento das apresentacoes do LEGO ZOOM: um estudo evolutivo do genero textual relato de experiencia com alunos do 5º ano
  • JULIANA PEREIRA RAMOS
  • A produção textual como planejamento para o planejamento das apresentações do LEGO ZOOM: um estudo evolutivo do gênero textual relato de experiência com alunos do 5º ano
  • Data: 31/03/2016
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  • A producao textual como planejamento para o planejamento das apresentacoes do LEGO ZOOM: um estudo evolutivo do genero textual relato de experiencia com alunos do 5º ano
  • JULIANA PEREIRA RAMOS
  • A produção textual como planejamento para o planejamento das apresentações do LEGO ZOOM: um estudo evolutivo do gênero textual relato de experiência com alunos do 5º ano
  • Data: 31/03/2016
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  • A producao textual como planejamento para o planejamento das apresentacoes do LEGO ZOOM: um estudo evolutivo do genero textual relato de experiencia com alunos do 5º ano
  • ANGELA MARIA SOARES DA SILVA
  • O processo de aquisição da escrita na educação infantil: a nova proposta curricular do ensino da Prefeitura Municipal de Recife
  • Data: 31/03/2016
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  • Os diversos pressupostos teoricos sobre a Educacao Infantil defendem a conexao entre o cuidar o e educar, a partir da perspectiva da ludicidade e do brincar. Neste trabalho, nosso foco e o ensino e a aprendizagem da escrita na Educacao Infantil. Hoje, na Educacao Infantil, o esta em voga e a aquisicao da escrita, a partir da diversidade de situacoes didaticas e dos generos textuais.
2015
Descrição
  • ALEXSANDRO DUARTE ALVES PONTES
  • GOOGLE SITES: uma contribuição para o letramento digital na prática docente
  • Data: 16/12/2015
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  • O presente trabalho tem como principal tema o letramento digital na perspectiva da prática docente com objetivo de apresentar a ferramenta eBOX como contribuição para esse letramento. Para isso o trabalho apresenta primeiramente as concepções de letramento, letramento digital, letramento digital na prática docente e apresentação da ferramenta como proposta. Numa perspectiva etnográfica e colaborativa, o trabalho foi desenvolvido com professores e alunos do ensino médio da Escola Técnica José Alencar Gomes da Silva, localizada em Paulista – PE. Para isso foi aplicado, com os professores, um questionário sobre ferramentas tecnológicas e em seguida uma observação das aulas desses docentes. As respostas foram inseridas em tabelas para serem analisadas e discutidas. Em outro momento a ferramenta foi testada com um grupo de alunos como interação através de envios de matérias, slides e vídeos sobre as aulas vivenciadas. Após o teste, os alunos também responderam um questionário sobre a ferramenta trabalhada para avaliar seu uso. Finalmente, as considerações e reflexões sobre a importância do letramento digital na prática docente na atualidade e a contribuição da ferramenta eBOX para essa prática.
  • PAULO SERGIO MELO DA SILVA
  • Ensino de leitura: a interpretação de texto através do subgênero quadrinho, a tira
  • Data: 30/11/2015
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  • O objetivo desta pesquisa é primeiramente analisar as funções dos recursos verbais e não verbais do gênero quadrinhos, mais especificamente do seu subtipo, a tira, em relação à compreensão textual e situar a leitura a partir das estratégias de leitura nos termos de Solé (1998), para que os alunos possam explorar os recursos linguísticos que o gênero apresenta. Trata-se de uma pesquisa documental de caráter qualitativo e descritivo. Durante as aulas de Língua Portuguesa, as quais explorava o gênero textual quadrinhos que por sua vez abrange o cartum, a tirinha, a charge e as histórias em quadrinhos os alunos apresentaram grandes dificuldades para interpretá-los. A partir das dificuldades apresentadas pelos alunos, surgiu o nosso interesse em explorar melhor, tema a fim de suprir as dificuldades apresentadas, bem como explorar de forma mais apropriada o que o gênero oferece enquanto texto produtor de sentidos. O corpus é composto por uma proposta de atividades elaboradas tendo como referência a Base Curricular Comum (BCC – PE) para as Redes Públicas de Ensino de Pernambuco ( 2008 ), aplicadas com alunos do 8º ano do Ensino Fundamental II ( 2EF ), de uma escola pública em Olinda-PE. As atividades compostas de 10 (dez) exercícios envolvendo o gênero quadrinho foram aplicadas pelo professor pesquisador junto aos alunos da turma acima citada. Tais atividades foram aplicadas de maneira que a primeira fosse comparada com a últimas para verificar o avanço no desenvolvimento dos alunos acerca deste gênero. Nossos resultados indicam que os alunos estão avançando gradativamente seus conhecimentos acerca gênero quadrinho. Durante a realização desta pesquisa percebemos que o professor que deseje explorar o gênero quadrinhos, nas suas aulas de língua portuguesa, precisa conhecê-lo bem, sobre o risco de fracassar neste intento, uma vez que é tarefa do professor em sua aula interpretá-lo a partir da sua riqueza verbal e não verbal presente no gênero. Entretanto, baseado no que nos indicam os resultados desta pesquisa, isso não é uma tarefa tão fácil, o professor precisa estar preparado.
  • VERA LUCIA DE OLIVEIRA JORDÃO
  • Contribuições da Web 2.0 para o ensino de gêneros: possibilidades de uma sequência didática.
  • Data: 29/10/2015
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  • O presente trabalho propõe uma sequência didática com o gênero textual entrevista, a partir da utilização das entrevistas disponíveis no youtube, repositório da web 2.0. As possibilidades da web 2.0 são infinitas, especialmente no repositório do Youtube, para um professor criterioso a web 2.0 é um convite a propostas de ensino muito interessantes. Utilizando-se de material adequado disponíveis na web, ele consegue diminuir o tempo de elaboração e enriquecer sobre maneira suas aulas. Observamos os constantes acessos dos jovens a vídeos do youtube, tanto para postarem como compartilharem, essa é uma prática recorrente. Essas observações precisam ser consideradas, atendendo ao que prescreve os Programas Curriculares Nacionais do Ensino Médio – PCNEM, quando orienta a escola considerar as práticas sociais vivenciadas por seus alunos. Portanto, nossa proposta consiste em somar a vivencia dessa prática juvenil ao arsenal de entrevistas disponíveis no repositório do youtube, uma das ferramentas da web 2.0, sugerindo uma sequência didática para ensino do gênero Entrevista. Para tanto, iniciaremos com a teoria de base do interacionismo social de Vigotsky (1995), a interação verbal em Bakhtin (1997, 2006) e, no estudo de gêneros, Marcuschi (2008), Araújo (2011) entre outros autores e, por fim, nos estudos sobre a sequência didática, abordaremos Dolz & Schneuwly (2004).
  • LÍCIA DE FÁTIMA CORREIA DA SILVA SOUZA
  • Gêneros e tipologia textual: discussões teóricas para o ensino da produção textual escrita
  • Data: 28/10/2015
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  • Estudo desenvolvido com o objetivo inicial de articular e apreender conhecimentos linguísticos acerca das teorias que versam sobre a questão dos gêneros textuais, relacionando-os com o ensino de produção de texto e visando, a longo prazo, na condição de professora de Língua Portuguesa, a uma aplicação posterior dessas teorias, em salas de aula do Ensino Médio. A motivação deste estudo de caráter bibliográfico esteve centrada na ideia de que se faz necessário que os professores de Língua Portuguesa tenham acesso e compreendam as informações científicas, particularmente, no caso deste estudo, as características de um texto de opinião, tão desenvolvido nas aulas de produção textual, tanto em escolas públicas quanto em escolas privadas. Para tanto, foram utilizadas informações teórico-científicas contempladas em estudos de Bakhtin (1997, 2012), Marcuschi (2002), Koch (2010), Köche (2010), Bronckart (2009) e Dolz, J. & Schneuwly (1996), com Werlich (entre outros). O acesso às ideias veiculadas por esses estudiosos permitiu concluir, a partir de uma concepção de texto como discurso e, principalmente, da distinção que há entre gênero textual e tipo de texto que a aplicação dessas teorias em sala de aula, ou seja, a vivência sistemática desses conhecimentos poderá fazer com que os estudantes produzam textos mais funcionais, considerando: as características da cada tipologia textual; o agrupamento de gêneros textuais conforme suas tipologias predominantes; a análise das estruturas linguísticas conforme o conteúdo, a construção composicional, o propósito comunicativo a relação estabelecida entre as tipologias e as estruturas gramaticais
  • ROZIMARE RIBEIRO SALES
  • Reflexão semântica: termos técnicos e expressões transmitidas pela equipe de enfermagem da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal - UTIN, sobre as condições dos recem-nascidos - RN e sua interferência na compreensão das mães
  • Data: 24/10/2015
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  • Uma reflexão semântica: vocábulos que auxiliam as puérperas na compreensão das informações transmitidas pela equipe de enfermagem da UTI neonatal”
  • EZEQUIAS FELIX DE ANDRADE
  • O ensino de língua inglesa em escolas públicas: um diálogo possível
  • Data: 21/10/2015
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  • A presente pesquisa tem como objetivo investigar por que o ensino de língua estrangeira (LE) nas escolas públicas brasileiras não ocorre de forma efetiva. Embora os estudantes estudem LE, mais precisamente língua inglesa, em média sete anos, não conseguem estabelecer uma comunicação significativa nessa língua estrangeira. Portanto, por que ensinar/aprender língua inglesa no Brasil? Apesar do ensino de LE gozar de obrigatoriedade em nosso país, pois a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDBE, 1996) em seu artigo 26 inciso 5º assegura: “Na parte diversificada do currículo, obrigatoriamente, a partir da 5ª serie, o ensino de pelo menos uma língua estrangeira moderna, cuja escolha ficará a cargo da comunidade escolar, dentro das possibilidades da instituição”. Assim, respaldado por lei, o ensino de língua estrangeira deveria, portanto, receber mais incentivos, políticas públicas, mecanismos e estruturas que o tornasse mais efetivo para que apresentasse os resultados esperados. Torna-se redundante, afirmar que o ensino de língua inglesa é extremamente importante na sociedade contemporânea, tendo em vista às necessidades comunicativas de um mundo cada vez mais globalizado. Por isso, o ensino de língua inglesa, sobretudo na escola pública, é indispensável, conforme se observa nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN, 1998, p. 19) “primordialmente, objetiva-se restaurar o papel da Língua Estrangeira na formação educacional. A aprendizagem de uma língua estrangeira, juntamente com a materna é um direito de todo cidadão...”. Logo, é preciso estabelecer mecanismo que viabilize o acesso a esse conhecimento e o ponto de partida para o efetivo aprendizado de língua inglesa em nosso país é o professor. Em vista disso, verificamos através de pesquisa realizada com dez professores de escolas públicas da rede estadual de ensino de Pernambuco e de escolas municipais da Região Metropolitana do Recife que uma grande parte dos professores da rede pública de ensino não tem um domínio satisfatório da língua inglesa, ou seja, ensinam uma língua estrangeira na qual não têm fluência, consequentemente a nossa pesquisa constatou que o fraco desempenho dos professores se deve ao fato de terem obtido um ensino em língua inglesa na formação inicial muito limitado. Durante, a pesquisa apresentamos propostas que possibilitam aprimoramento tanto linguístico como metodológico dos mestres com vistas a um ensino/aprendizagem de língua inglesa em uma abordagem comunicativa. Nossa pesquisa foi respaldada em autores como: Celani (2005), Leffa (2011), Rajagopalan (2011) dentre outros.
  • JACIRLEY PEREIRA LEMOS
  • Gênero Digital: proposta para uma sequência didática
  • Data: 21/10/2015
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  • O presente trabalho apresenta uma proposta de sequencia didatica com os generos digitais Chat e Forum para uma turma de 1º ano do Ensino Medio de uma Escola Publica Estadual. Com base nos postulados de Bazerman e Miller (2011), buscamos entender o universo de expectativas desses alunos e suas praticas socias, procurando proximidade entre essas praticas sociais e o estudo com generos. Consideracoes sobre as inquietacoes desse jovem com mercado trabalho e questoes inerentes a adolescencia, tambem sao observacoes encontradas nos documentos oficiais de 2015, e, conforme os Programas Curriculares Nacionais para o Ensino Medio – PCNEM, e preciso considerar “as formas de expressao mais tipicas e difundidas das culturas juvenis e das culturas populares e regionais com as quais o jovem convive”. A partir dessas consideracoes, percebemos nos jovens a constante interacao com as redes sociais e a habilidade com a escrita digital - internetes, dai o elo para a proximidade entre o estudo com os generos digitais e as praticas sociais do discente. Abordaremos o internetes no estudo com generos digitais sem o preconceito que envolve essa variante, trazendo-a para sala de aula para, entao, mostrar suas limitacoes a partir do contexto sociodiscursivo. No percurso teorico, iniciamos com a teoria da enunciacao e generos definidos por Bakhtin (1997, 2006) marco das demais teorias; na sequencia discutimos genero como acao retorica, recorrente e com proposito comunicativo, postulado pela sociorretorica e abordado pelos autores norte americanos Carolyn Miller (2011) e Charles Bazerman (2007; 2011). No desenvolvimento do estudo com generos digitais e escrita digital, abordamos Marcuschi (2002; 2004; 2005; 2011), Rojo (2010; 2012), Araujo (2007, 2015), Xavier e Santos (2005), Gonzalez (2007) e muitos outros pesquisadores e, por fim, nos estudos sobre a sequencia didatica, buscamos apoio em Schneuwly e Dolz (2004).
  • SIMONE VERÍSSIMO DE SOUZA
  • A relação entre oralidade e escrita e suas implicações no processo de alfabetização
  • Data: 20/10/2015
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  • No Brasil, o fracasso do processo de alfabetização nas escolas públicas revela-se insistentemente há muitas décadas. Em períodos anteriores ele era visto em avaliações internas à escola, concentrando-se principalmente na etapa inicial do seu desenvolvimento, ou seja, nos primeiros anos/séries do Ensino Fundamental e sendo traduzido em altos índices de reprovação, repetência e evasão. Hoje, sendo denunciado em por meio das avaliações externas nacionais (como o SAEB e o ENEM), expõe um grande número de alunos não alfabetizados ou semialfabetizados depois de ter passado quatro, seis, oito anos frequentando a escola. Diante desse contexto, podemos levantar os seguintes questionamentos: O que fazer para reverter uma realidade tão negativa que perdura há décadas? Que conhecimentos precisam ser adquiridos para proporcionar o sucesso da alfabetização? Que conhecimentos são oferecidos ao professor para que ele atue enquanto alfabetizador? Qual é a base teórico-metodológica que norteia o fazer pedagógico dos professores? O presente projeto tem por finalidade principal corroborar a viabilidade de uma proposta de ensino de Língua Portuguesa em nível de alfabetização que, de forma dinâmica, utilize a linguagem oral do aluno, valorizando as variações que retratam sua identidade, no processo de letramento. Delimitando–se, especificamente, em discutir a influência dos aspectos da fala na leitura e escrita de alunos em processo de alfabetização; compreender como os professores alfabetizadores trabalham com o processo de transição entre a variação oral para a variação escrita; enfatizar a necessidade da aplicação de conhecimentos linguísticos, especificamente fonológicos, no currículo do professor alfabetizador. Para tal reflexão, a autora se baseia em conhecimentos oriundos da linguística, mais especificamente da Fonologia e da Sociolinguística, refletindo acerca de ações que fundamentem e orientem o ensino da Língua Portuguesa, para crianças em processo de alfabetização, produzidos por autores como com Abaurre (1993); Lemle ([1998] 2003); Cagliari ([1999] 2005); Mollica (1998); Bortoni-Ricardo (2004; 2005); Dolz, Noverraz, Schneuwly (2004); Herzog, Labov, Weinreich (2006) e Soares (2004; 2009).Trata-se de uma investigação de cunho qualitativo cuja geração dos registros está sendo orientada pela metodologia da pesquisa-ação. Esses registros estão sendo coletados por meio de gravação, de aulas em áudio e vídeo, de entrevistas e de conversas informais com o professor alfabetizador. Para consecução do presente projeto, que está desenvolvido no Município do Cabo de Santo Agostinho- PE, em um período composto por 8 meses, utilizamos o modelo metodológico das sequências didáticas.
  • ELIUDE DANTAS SÁ BEZERRA DE MELO
  • Leitura e cotidiano escolar: desafio de formar leitores
  • Data: 20/10/2015
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  • A grande dificuldade dos professores em obter resultados satisfatórios com a leitura em sala de aula e na formação de leitores competentes tem gerado grandes discussões e preocupações. Essa é uma realidade bastante conhecida por aqueles que convivem no contexto educacional e que, de alguma forma, estão sempre trilhando novos caminhos em busca de motivar os estudantes a descobrirem na leitura um sentido a mais na escola e na vida. Refletindo a cerca desta problemática, elaboramos este projeto na intenção de observar como vem se dando o trabalho pedagógico com foco na leitura no ambiente escolar e contribuir, na medida do possível, com os professores que buscam de diversas maneiras despertar nos estudantes o gosto pela leitura. Nesse percurso, são abordadas questões referentes às práticas pedagógicas e estratégias de ensino de leitura, utilizadas de forma cotidiana no contexto escolar, além de tecermos algumas concepções de leituras e reflexões a cerca do papel do professor enquanto formador de leitores. Para tanto, desenvolvemos um projeto de leitura em três turmas do 9º ano de uma escola estadual do Município de Recife – PE. É importante destacar que contamos com o apoio das professoras da disciplina de Língua Portuguesa para desenvolver o trabalho em sala de aula e da bibliotecária da escola quando ultrapassávamos o ambiente da sala de aula.
  • JOCELIO COUTINHO DE OLIVEIRA
  • O uso de tablets em práticas de leituras no ensino médio: por uma abordagem que contemple multiletramentos e ensino híbrido
  • Data: 20/10/2015
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  • Este trabalho parte da premissa de que existem discursos próprios da História e sobre a História, apresentando propostas de trabalho efetivo ao seu ensino no sentido de tentar contribuir no processo de ensino e aprendizagem dos educandos do 6° ano do ensino fundamental II. De tal modo, será possível uma reflexão sobre novas possibilidades de ensino que ponderem a construção de novas práticas discursivas em torno da disciplina como sob o fenômeno da interdiscursividade. No início será desenvolvida uma caracterização dos estudos do discurso, sua evolução e incidência sobre a Análise de Discurso Francesa com ancoragem teórica Orlandi (2002/ 2007), Pêcheux (1977/1999), Maingueneau (2014) Brandão (2003), Ferreira, (2015), Maldidier (1994), Silva (2003), Gregolin (2004), Althier Revuz (1982/1990). Na sequência, a pesquisa partirá de uma descrição analítica do discurso da História enquanto ciência e desenvolvimento a partir de autores como Le Goff (1997), Tétart (2000), Bloch (2001), Nadai (1993), Schmidt (2012), Bittencourt (2011), Abud (2011); fazendo-se ainda essencial a compreensão das propostas e orientações didáticas trazidas nos manuais dos livros didáticos: Saber e fazer História e História: sociedade & cidadania; nos Parâmetros Curriculares Nacionais de História (PCN) e no Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola. Em seguida, são apresentados os discursos socialmente cristalizados sobre a História com ancoragem em autores como Fonseca (1997), Oriá (2006), Albuquerque (2007), Bittencour (2004), Amado (1990), Zamboni (1991) e Neves (2002) analisando a importância do ensino de História no ensino fundamental, assim como o uso da História local e regional como elemento facilitador no processo de ensino e aprendizagem e partir desses discursos foi elaborada uma entrevista semiestruturada da qual educadores e educandos do 6° ano, da escola CIEP I – Patos/PB., foram submetidos. Tomando por base todo esse discurso construído sobre a História, foi elaborada uma proposta de intervenção via texto instrucional com objetivo de trazer uma ressignificação discursiva ao ensino da disciplina com o uso da História local e regional.
  • DANIELA BEZERRA SILVA
  • Dispositivos móveis: o uso do celular como recurso de ensino/aprendizagem com figuras geométricas planas
  • Data: 20/10/2015
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  • O presente estudo tem por objetivo discutir sobre a utilização do celular como ferramenta de apoio pedagógico na escola. Pontuar aspectos positivos deste instrumento computacional no processo de ensino aprendizagem, e como, objeto propiciador de inclusão digital visando um aprendizado personalizado, onde o estudante interaja no processo, numa perspectiva participativa, colaborativa, possibilitando visitas livres às informações de interesse, em tempos e espaços variados, conforme as necessidades. Dessa forma, buscar compreender o letramento digital, como ferramental de valorização e ampliação de conhecimento, analisando as possibilidades do fazer escolar com as aproximações tecnológicas digitais no aprender.
  • MARIA DE FÁTIMA FERREIRA DA SILVA
  • UMA PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL II; da produção do texto argumentativo
  • Data: 19/10/2015
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  • A proposta deste trabalho é realizar uma abordagem teórico-metodológica acerca do texto argumentativo - o Texto de opinião, com a preocupação de apresentar propostas voltadas para o 9º ano do Ensino Fundamental II. Para isso, tomamos a seguinte questão norteadora para pesquisa ação: quais propostas metodológicas podem contribuir para produção de um texto argumentativo – o Artigo de Opinião (texto de Opinião) voltado para o 9º ano do Ensino Fundamental II? Diante da tentativa de responder a essa problemática é que pudemos perceber a importância de uma ação interventiva para contribuir para o ensino aprendizagem considerando esse gênero textual e discursivo tão recorrente e solicitado na vida cotidiana, assim como nos exames para progressão intelectual e profissional dos alunos da Escola Básica. A pesquisa aponta que, após a reescrita dos textos, através das oficinas, os alunos – atores dessa pesquisa ação - demonstraram interesse pela leitura do Artigo de Opinião, assim como pela produção de textos argumentativos, inclusive o Artigo de opinião, no sentido de escrever suas opiniões acerca de temas que circulam socialmente.
  • KATIA CRISTINA PIRES DE LIMA
  • A leitura no ensino médio: sob a ótica dos PCNs
  • Data: 19/10/2015
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  • A presente pesquisa tem como objetivo a investigação da compreensão leitora dos alunos de uma turma do 2° Ano do Ensino Médio de uma escola pública da rede oficial de ensino do estado de Pernambuco, considerando as atividades propostas de leitura, à luz dos PCNS e estudiosos que tratam sobre o tema. A opção pelo Ensino Médio deve-se ao fato de se tratar de um nível da educação básica que apresenta grandes dificuldades para assegurar o domínio de habilidades necessárias para a leitura, conforme constatações feitas através dos instrumentos de avaliação como o Enem e o Saeb. Logo justifica-se a importância do trabalho. Sendo assim, para a fundamentação do trabalho, utilizamo-nos dos seguintes documentos oficiais: Parâmetros Curriculares Nacionais (2000), PCNS (2002), Reorientação Curricular (2010), além dos seguintes teóricos que tratam da questão em pauta: Solé (1998), Lajolo (1994), Antunes (2003) e Kleiman (1997). A leitura postulada nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNS) constitui uma base de extrema importância nas orientações voltadas para o ensino-aprendizagem do processo de leitura, uma vez que estabelece diretrizes que orienta o ensino de leitura. Sob essa ótica, a partir do desenvolvimento da compreensão leitora, o aluno tornar-se proficiente nas demais disciplinas. Na metodologia optamos pela abordagem qualitativa de natureza descritiva. Como instrumento de pesquisa utilizamos o questionário semiestruturado como subsídio para a coleta de dados, e em atividades desenvolvidas e aplicadas junto aos alunos baseadas nas estratégias de leitura de Solé (1998). A partir do estudo realizado, os resultados apontam que o incentivo à leitura, nos moldes propostos, foi produtivo e a partir do uso das estratégias de leitura torna-se convidativo e prazeroso, sendo assim para formar o leitor com competência leitora é necessário uma prática constante de leitura, partindo de um trabalho sistematizado e organizado em torno da diversidade de textos. Assim com este trabalho pretendo oferecer informações que possam contribuir para uma melhora da prática docente e da qualidade de ensino na escola pública.
  • MARIA DE FÁTIMA CALÓGERAS DUTRA
  • "A produção da coda silábica na escrita de textos de alunos do 3º ano da escola pública do Recife"
  • Data: 16/10/2015
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  • A proposta deste trabalho é realizar uma abordagem teórico-metodológica acerca do texto argumentativo - o Texto de opinião, com a preocupação de apresentar propostas voltadas para o 9º ano do Ensino Fundamental II. Para isso, tomamos a seguinte questão norteadora para pesquisa ação: quais propostas metodológicas podem contribuir para produção de um texto argumentativo – o Artigo de Opinião (texto de Opinião) voltado para o 9º ano do Ensino Fundamental II? Diante da tentativa de responder a essa problemática é que pudemos perceber a importância de uma ação interventiva para contribuir para o ensino aprendizagem considerando esse gênero textual e discursivo tão recorrente e solicitado na vida cotidiana, assim como nos exames para progressão intelectual e profissional dos alunos da Escola Básica. A pesquisaaponta que, após a reescrita dos textos, através das oficinas, os alunos – atores dessa pesquisa ação - demonstraram interesse pela leitura do Artigo de Opinião, assim como pela produção de textos argumentativos, inclusive o Artigo de opinião, no sentido de escrever suas opiniões acerca de temas que circulam socialmente.
  • REGINA ARAUJO DA FONSECA
  • A importância das estratégias de Leitura na produção das Codas Silábicas em /R/, /S/ e /L/ mediais e finais
  • Data: 16/10/2015
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  • A aquisição da leitura é um processo complexo, o qual contempla várias concepções desde a mais simples e primária como, decodificar signos, até as mais completas, conforme vemos Martins (2012), Fernandes (2010), que consideram a leitura muito mais do que uma simples ação de tradução da escrita dos códigos linguísticos. Essa pesquisa usou o método qualitativo com objetivo de ser exploratória, visando a proporcionar maior familiaridade com o problema com vistas a torná-lo explícito ou a construir hipóteses, envolvendo também levantamento bibliográfico e análise das atividades, as quais estimularam a compreensão no fenômeno em estudo. A pesquisa usou também a técnica da observação e sistematização de coleta de dados, visando a identificar os determinantes do fenômeno, os quais favorecem para a ocorrência dos mesmos. A pesquisa de campo foi em uma Escola Municipal da Rede pública da cidade do Recife, em Pernambuco. Participaram desta pesquisa, inicialmente, seis estudantes, e posteriormente quatro, por motivo de adequação ao proposto pela pesquisa. Essa pesquisa possibilitou uma transformação na atuação dos alunos nas aulas de leitura. Foram identificados os pontos de fragilidade na aprendizagem do processo de leitura, bem como ofereceu atividades com específicas estratégias de leitura, que serviram de suporte para sanar as dificuldades apresentadas pelos estudantes do 3º ano do Ensino Fundamental I. Foi analisada a produção com vistas a verificar se ocorre ou não o apagamento da coda silábica em /r/, /s/ e /l/ mediais e finais, por meio de imagens palavras, frases e textos. No início da pesquisa identificamos grande apagamento das Codas silábicas nas leituras realizadas. Após o processo de intervenção foi constatado que com a aplicação das estratégias de leitura coerentes, os participantes desenvolveram a produção das Codas silábicas em /r/, /s/ e /l/ mediais e finais. Bem como identificamos o grau de complexidade da leitura dos alunos em foco, e o nível de leitura em que cada aluno se encontrava no início, durante e fase final do desenvolvimento da pesquisa.
  • FRANCISCO DE ASSIS MACIEL
  • O uso de gêneros textuais no ensino de Geografia
  • Data: 14/10/2015
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  • A motivação para o presente trabalho se dá a partir de uma experiência docente na disciplina Geografia envolvendo o uso de diversos gêneros textuais que não foram, inicialmente, produzidos para esta área específica. Com o objetivo de propor sugestões para uma prática pedagógica, selecionamos dois textos de diferentes gêneros - letra de música e narrativa bíblica – e buscamos analisá-los, focando na relação entre o conteúdo textual e os aspectos geográficos, como, por exemplo, as questões climáticas. Para tanto, partimos de uma explanação sobre alguns conceitos básicos sobre texto e gêneros textuais, pautados nas leituras de Kleiman (2011), Kock e Elias (2010), Marcuschi (2008) e Irandé (2009). Contamos ainda com as importantes orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) de Geografia, além de teóricos da ciência geográfica, como Andrade e Sette, Lucci, Lacoste, Lucci, Pontuschka, Visentini, Coelho entre outros. Em sequência, apresentamos e analisamos os textos selecionados, para, finalmente, chegarmos às sugestões para a sala de aula. Com este trabalho, podemos perceber que o conhecimento geográfico se faz necessário para a compreensão desses textos, bem como o estudo de tais gêneros contribui para a consolidação do conhecimento na área de Geografia. Essa relação entre a prática de leitura e compreensão de um gênero e a aprendizagem de um conteúdo específico em Geografia deve ser explorada pelos professores, o que contribuirá para a formação leitora dos alunos.
  • RENATA MARQUES DE OTERO
  • Anúncio publicitário em sala de aula do Ensino Médio: uma proposta de sequência didática para compreensão leitora
  • Data: 14/10/2015
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  • Diante da presença incontestável dos estímulos publicitários no cotidiano da população e da exposição dos adolescentes a anúncios de toda ordem, é de suma importância que a escola trabalhe esse gênero nas aulas de Língua Portuguesa. Para a elaboração desta pesquisa, partimos do pressuposto de que, conhecendo conceitos com os quais a publicidade lida, cotidianamente, e técnicas de redação de anúncios, os estudantes do Ensino Médio ampliarão sua capacidade de leitura e de compreensão desse gênero textual, condição essencial para o avaliarem, criticamente, e estarem aptos a se posicionar, conscientemente, diante desse tipo de mensagem, a que estão expostos constantemente. Num primeiro momento, fizemos uma reflexão teórica, dividida em três partes. Na primeira, estudamos concepção de leitura, conhecimento prévio e estratégias de leitura, presentes em Koch e Elias (2012), Kleiman (2013) e Solé (1998); na segunda, abordamos a questão do gênero textual, com base em Marcuschi (2008), seguindo-se da parte específica que concerne à publicidade e ao texto publicitário, para a qual buscamos apoio em Carvalho (1998), Martins (2003), Sant’Anna (1998) e Sampaio (2003), além de conheceremos o tratamento que é dedicado à publicidade nos documentos oficiais brasileiros e pernambucanos, referentes ao ensino de Língua Portuguesa, especificamente, os PCN e PCN+ de Língua Portuguesa para o Ensino Médio (2000) e os Parâmetros para a Educação Básica do Estado de Pernambuco – Língua Portuguesa (2012); na terceira parte, recorremos a Schneuwly e Dolz (2010), além de consultarmos as Orientações Teórico-Metodológicas para o Ensino Médio – Língua Portuguesa (PE) (2011), a Base Curricular Comum para as Redes Públicas de Ensino de Pernambuco – Língua Portuguesa (2008) e o Currículo de Português para o Ensino Médio (PE), que nos ofereceram caminhos metodológicos para a aplicação da proposta em sala de aula. No capítulo seguinte, apresentamos os resultados da pesquisa, contendo a análise de uma entrevista semiestruturada, feita em forma de grupo focal com alguns alunos da turma citada, assim como de uma sequência didática que foi aplicada aos estudantes ao longo do processo. Como resultado, vimos que foi possível incrementar o nível de leitura e de compreensão dos anúncios, com especial destaque para o desenvolvimento da capacidade de fazer inferências, o que contribuiu para o desenvolvimento de outras competências importantes para a leitura de textos.
  • MARIA DO SOCORRO DO NASCIMENTO
  • A tecnologia da mesa educacional ALFABETO a serviço da aquisição da leitura na Educação Infantil
  • Data: 14/10/2015
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  • A presente pesquisa tem como objetivo avaliar em que medida as tecnologias da informação e da comunicação (TIC) contribuem para o processo de aquisição da leitura. O referido trabalho traz como cerne a implementação de um projeto de intervenção desenvolvido com crianças de cinco anos de idade, do Centro Municipal de Educação Infantil Mércia Maria Bezerra Costa, na cidade do Recife/PE, através da utilização das Mesas Educacionais Alfabeto, da Positivo, empresa de informática e tecnologia educacional. Baseamo-nos em Simonetti (2007) e Soares (2004), sobre as concepções de alfabetização e letramento; e em Kenski (2014) e Ribeiro (2012), sobre a utilização de Objetos Digitais de Aprendizagem, entre outros. Durante quatro semanas, os alunos, escolhidos aleatoriamente (doze dentre os vinte e quatro da turma), participaram por cerca de sessenta minutos diários, de aulas na sala multimídia, vivenciando a prática de atividades específicas, e outras três horas restantes do tempo pedagógico com a mediação da professora titular da sala. O resultado obtido mostra que, quanto mais cedo as crianças têm contato com os diversos gêneros textuais, maiores são as chances de gostarem de ler. O lúdico, presente nos jogos digitais pedagógicos das Mesas Educacionais Alfabeto, aliado à metodologia Caminhos Diferentes, desenvolvida por Flor (2004), contribui, de forma significativa, para a aprendizagem, devido, principalmente, à motivação e à interação propiciada pelo artefato. O resultado satisfatório tornou-se ainda mais evidente, a partir da constatação de que o conhecimento adquirido pelos integrantes do projeto foi superior em relação aos que não participaram do projeto. Referimo-nos à palavra superior tendo em vista que as crianças que ficaram em sala de aula, sem a intervenção da metodologia e do uso da mesa educacional, permaneceram, durante o mesmo período, sem identificar letras e ler palavras, enquanto que as que participaram passaram a ter essa competência. Dessa forma, o objetivo proposto foi atingido, por garantir o aprendizado a todos os envolvidos na pesquisa, e, ainda, por despertar, incentivar e fomentar discussões sobre a utilização desses recursos pelo professor. Foi possível conseguir resultados significativos a respeito da aquisição da leitura, de maneira prazerosa, mas é preciso que haja planejamento de todo o processo, a partir de objetivos claros e bem definidos, e não apenas para substituir lápis e papel
  • ERIK ANDERSON DE CARVALHO SILVA
  • Preconceito Linguístico: estudo das crenças dos estudantes da Educação Básica sobre a Língua Portuguesa
  • Data: 13/10/2015
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  • A vasta producao intelectual institucionalizada no campo da Sociolinguistica tem produzido impacto no campo do fazer pedagogico. Ja ha a presenca de uma base sociointeracional na concepcao de lingua nas orientacoes curriculares nacionais e em materiais didaticos. Analisando as obras didaticas que mais circulam no mercado editorial e nas escolas, e possivel perceber que ja houve um avanco quanto ao trabalho com a heterogeneidade da lingua e ate mesmo com a reflexao acerca do preconceito linguistico. Porem, em nossa experiencia com o ensino de lingua portuguesa em diversos segmentos da educacao basica, um aspecto inquietou-nos bastante: por que, apesar de os livros e professores falarem em diversidade e preconceito na lingua, a ideia de uma modalidade linguistica superior ainda parece tao massificada? Diante dessa realidade, propomo-nos, neste trabalho, analisar a presenca de algumas crencas que ainda estao arraigadas – quica no inconsciente coletivo – de alunos da educacao basica, matriculados nas redes publica e privada da capital paraibana. Baseando-se em cinco dos oito mitos discutidos por Bagno (2002), desenvolvemos um instrumento de coleta de dados constituido de questoes objetivas contendo vinte afirmacoes versando sobre crencas e conviccoes a respeito da lingua, da gramatica e da norma culta. Para a analise dos dados utilizamos o software SPSS e para a discussao sobre preconceito e intolerancia linguistica fundamentamo-nos na nocao de tolerancia desenvolvida por Bobbio (2004) e Comte-Sponville (2009). Apos a analise dos resultados quantitativos, elaboramos uma proposta de intervencao didatica, com vistas a desconstruir as crencas que apresentaram grau de intensidade mais acentuado.
  • PATRICIA SANTOS DA SILVA
  • O ensino de Língua Inglesa em HQ: possibilidade de ensino significativo com a ferramenta digital TOONDOO
  • Data: 13/10/2015
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  • O ensino de Língua Inglesa em HQ: possibilidade de ensino significativo com a ferramenta digital PROATIVA
  • GLORIA MARIA CARVALHO DE ALENCASTRO FEITOSA
  • OS DISCURSOS DA (E SOBRE) BIBLIOTECA: MEMÓRIAS E HISTÓRIAS; PRAZERES E SERVIÇOS
  • Data: 09/10/2015
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  • A presente proposta de pesquisa tem como objetivo discutir sobre as perspectivas de funcionamento do espaço da biblioteca na diversidade operativa da modernidade. A pesquisa é de caráter qualitativo, muito embora, possa apresentar dados quantitativos que servirão de subsídios para avaliação de dados. O espaço para a geração de inferências do processo de investigação será a Biblioteca Central da Universidade Federal de Pernambuco, situada no município do Recife – PE. O pensamento contemporâneo parece orientar novos “formatos” para pensar a biblioteca, especialmente no que se refere ao atendimento das necessidades dos seus usuários imediatos (alunos e professores) e comunidade em geral. Neste estudo serão apontadas as missões da biblioteca, considerados o percurso histórico de sua constituição e o estado atual, frente às exigências da pós-modernidade. A pesquisa contemplará a realização de coleta de dados pela aplicação de questionário (para sugestões livres) com vista à satisfação (ou não) do público usuário com o foco centrado nos quesitos de qualidade e funcionalidade para possíveis ajustes dela aos novos paradigmas. Estaremos nos baseando nas considerações teóricas de Milanesi (2002) e Cunha (2010). A partir do material de referência e, em tal caso, poderemos nos balizar pelos entremeios da Análise do Discurso, para empreender análises e identificação de problemas para, então, passarmos ao princípio norteador da sistemática de operação que poderá ser proposta, em se tratando de possíveis ações futuras, para a biblioteca ser, além do espaço de história e memória, igualmente um lugar de serviços includentes e ações prazerosas.
  • MARIA CRISTINA CAMAROTI DA SILVA BASTOS
  • Relações de gênero em livros didáticos de língua portuguesa dos anos finais do ensino fundamental da Rede Pública de Ensino
  • Data: 09/10/2015
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  • Este estudo investigou as relações de gênero que são veiculadas em livros didáticos de Língua Portuguesa, dos anos finais do Ensino Fundamental, adotados no âmbito do Programa Nacional do Livro Didático – PNLD, tendo como base o livro intitulado “Português Linguagens”, adotado pela Escola Nossa Senhora de Fátima para o triênio 2014 a 2016, do autor William Roberto Cereja e da autora Thereza Cochar Magalhães publicado em 2012 pela Editora Saraiva. A determinação deste processo investigativo foi a necessidade de compreender o papel da linguagem nas questões identitárias de gênero e como o uso do masculino nos textos dos livros didáticos contribuem para a perpetuação de uma cultura de modelo patriarcal onde homens e mulheres não recebem tratamento equitativo nos diversos âmbitos da sociedade. Tendo como principal categoria analítica o gênero, o trabalho foi realizado a partir da análise dos textos, da interlocução do autor / leitor e das leituras de imagens (desenhos e fotografias) presentes no livro adotado. Foi realizada uma análise de como o Gênero é representado no conteúdo do livro didático, buscando evidências da presença de estereótipos, discriminações e cultura machista contidas nos textos e qual a interferência dessa temática na formação/educação das alunas e alunos. Para atender o nosso trabalho, optamos metodologicamente por pesquisa bibliográfica, pesquisa documental e análise de conteúdo enfatizando a análise temática. Apresentamos uma discussão de “gênero” na sala de aula, enfatizando como as relações de gênero veiculadas no livro didático e toda a configuração trazida por ele: textos, imagens e relação autor/receptor, contribuem para a perpetuação de estereótipos impostos pela cultura machista. Verificamos que a escola, como espaço educacional privilegiado para proceder a mudanças culturais, não se apropria desse contexto, ao contrário, apresenta uma tendência de manter e consolidar padrões estereotipados na configuração e representação de homens e mulheres na perspectiva sexista. O livro didático, reconhecido como a maior compilação de conhecimentos acumulados historicamente, não apresentou no nosso estudo nenhum indício de ser veículo de mudança das relações de gênero, opostamente, revelou-se como instrumento de consolidação e permanência da cultura machista. Interpretamos que a situação encontrada deve-se a pouca agilidade da educação contemporânea em refletir e redesenhar novas práticas educacionais que redirecionem o papel das pessoas no seu grupo, na sua comunidade, baseado na igualdade de direitos.
  • ADRIANA DA SILVA DE BIASE
  • A produção textual de Histórias em Quadrinhos na Escola: do papel ao virtual
  • Data: 09/10/2015
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  • A prática do ensino aprendizagem requer novas metodologias em virtude do avanço tecnológico e da crescente globalização mundial, na interação comunicativa e como motivação para os alunos num processo de aprendizagem eficaz. Esta época é marcada por uma busca incansável de novas ferramentas que apresente resultado satisfatório na aprendizagem dos alunos e uma prática educativa com sucesso. Diante do exposto, este trabalho, inicialmente, faz o estudo dos gêneros textuais, do ensino da língua portuguesa, do gênero textual histórias em quadrinhos e do software HágaQuê, fincados nos trabalhos dos autores como: Bakhtin, Marcuschi, Vergueiro, Ramos, Cagnin, Bim, entre outros. Neste contexto, é avaliado a viabilidade do uso do HagáQuê como ferramenta de apoio ao ensino da produção textual, utilizando o gênero histórias em quadrinhos. Destaca-se que esta dissertação foi desenvolvida mediante pesquisa bibliográfica e de campo com base qualitativa, utilizou-se como instrumentos, o questionário e uma entrevista, para caracterização dos colaboradores, com dados sobre o uso do HagáQuê, compreensão de gênero textual e acesso as ferramentas tecnológicas, internet, dentre outros. E como resultado contatou-se que: o software é um facilitador na produção de histórias em quadrinhos; que os estudantes deixam fluir sua criatividade sem ressalvas; a importância dos recursos tecnológicos em sala de aula que trabalhados de forma adequada, aceleram e ajudam no processo de construção do conhecimento; o resgate da motivação dos alunos; a utilização do Facebook, como espaço de construção de conhecimento, facilitando de forma direta e espontânea uma interação entre colaboradores e docente; e por fim, o gênero histórias em quadrinhos, é um excelente aliado no processo de ensino-aprendizagem em produção textual, pois seu caráter lúdico, envolve-os de forma prazerosa.
  • HUGO BULHÕES CORDEIRO
  • O GÊNERO PUBLICITÁRIO NA SALA DE AULA: UMA PROPOSTA DIDÁTICO-PEDAGÓGICA A PARTIR DA PERSPECTIVA DA TEORIA DO ETHOS DISCURSIVO
  • Data: 09/10/2015
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  • Este trabalho, de natureza qualitativa, tem como objetivo subsidiar o trabalho do professor de Língua Portuguesa com o gênero publicitário a partir da concepção do ethos discursivo e propor sequências didáticas e atividades para serem utilizadas em sala de aula. Parte da discussão sobre a relação do texto publicitário com a forma comportamental nele sugerida, ou o seu ethos, manifestado na identificação do contexto de produção dos textos publicitários. O corpus da pesquisa é constituído de propagandas, principalmente da marca Friboi, presentes na revista Veja em maio e abril de 2014. O ethos se compõe a partir de argumentos que marcam o seu modo de dizer, instaurando desejos e atos de consumo, através de sua incorporação pelo leitor a partir da teoria de base da Análise de Discurso – especificamente os conceitos de Dominique Mangueneau. Além disso, subsidiando perspectivas adjacentes a esse, fazem parte da ancoragem dessa pesquisa autores como,Zygmunt Bauman, Patrick Charaudeau, Stuart Hall, Eni P. Orlandi e Nelly de Carvalho. Logo, é a partir desse caráter ampliador de perspectivas de análise do texto publicitário pela Linguística a outras áreas do conhecimento como Sociologia, Filosofia ou Análise do discurso, por exemplo, que se justifica o plano de evidência dado por este trabalho à teoria do ethos. Interdisciplinarmente, esse diálogo desassocia o plano da análise textual nas aulas de Língua Portuguesa de uma perspectiva reducionista de possibilidades interpretativas.
  • JAILSON DE LUCENA GOMES
  • O discurso da (e sobre) a história: Uso da História local e regional no processo de ensino e aprendizagem de História no 6º ano do Ensino Fundamental II
  • Data: 09/10/2015
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  • Este trabalho parte da premissa de que existem discursos próprios da História e sobre a História, apresentando propostas de trabalho efetivo ao seu ensino no sentido de tentar contribuir no processo de ensino e aprendizagem dos educandos do 6° ano do ensino fundamental II. De tal modo, será possível uma reflexão sobre novas possibilidades de ensino que ponderem a construção de novas práticas discursivas em torno da disciplina como sob o fenômeno da interdiscursividade. No início será desenvolvida uma caracterização dos estudos do discurso, sua evolução e incidência sobre a Análise de Discurso Francesa com ancoragem teórica Orlandi (2002/ 2007), Pêcheux (1977/1999), Maingueneau (2014) Brandão (2003), Ferreira, (2015), Maldidier (1994), Silva (2003), Gregolin (2004), Althier Revuz (1982/1990). Na sequência, a pesquisa partirá de uma descrição analítica do discurso da História enquanto ciência e desenvolvimento a partir de autores como Le Goff (1997), Tétart (2000), Bloch (2001), Nadai (1993), Schmidt (2012), Bittencourt (2011), Abud (2011); fazendo-se ainda essencial a compreensão das propostas e orientações didáticas trazidas nos manuais dos livros didáticos: Saber e fazer História e História: sociedade & cidadania; nos Parâmetros Curriculares Nacionais de História (PCN) e no Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola. Em seguida, são apresentados os discursos socialmente cristalizados sobre a História com ancoragem em autores como Fonseca (1997), Oriá (2006), Albuquerque (2007), Bittencour (2004), Amado (1990), Zamboni (1991) e Neves (2002) analisando a importância do ensino de História no ensino fundamental, assim como o uso da História local e regional como elemento facilitador no processo de ensino e aprendizagem e partir desses discursos foi elaborada uma entrevista semiestruturada da qual educadores e educandos do 6° ano, da escola CIEP I – Patos/PB., foram submetidos. Tomando por base todo esse discurso construído sobre a História, foi elaborada uma proposta de intervenção via texto instrucional com objetivo de trazer uma ressignificação discursiva ao ensino da disciplina com o uso da História local e regional.
  • CYNTHIA MARIA RODRIGUES LINS RIBEIRO
  • Letramento digital na formação de estudantes do curso de licenciatura em Geografia na modalidade a distância da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE
  • Data: 06/10/2015
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  • Esta pesquisa, situada no cenário da educação a distância, como foco no letramento digital, buscou compreender as dificuldades específicas que estudantes do curso de Licenciatura em Geografia na modalidade a distância da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE – apresentam inicialmente no que diz respeito ao processo de letramento digital. O objetivo geral da pesquisa foi investigar e compreender as práticas envolvendo letramento digital no contexto de estudantes ingressos no curso de Licenciatura em Geografia na modalidade a distância. Para dar suporte a essa discussão foi utilizada a concepção de letramento digital amplo (SOUZA, 2007). Na mesma direção, para fundamentar a análise, além dessa concepção, foram utilizados aportes teóricos com base na teoria do letramento digital (SELBER, 2004; XAVIER, 2002; BUZATO, 2006, 2012; COSCARELLI, 2011; BRAGA, 2013) e de educação a distância (MORAN, 2002; PRETTI, 2009; MILL, 2011). A pesquisa norteou-se pelas seguintes questões: Qual o perfil do educando ingressante no curso de licenciatura em Geografia? Com quais principais práticas de letramento digital os estudantes tiveram contato antes de ingressar no curso de Geografia? Quais os motivos das dificuldades encontradas no AVA? Qual impacto das oficinas sobre letramento digital no processo de interação do educando com o AVA? A linha de pesquisa foi de base quanti-qualitativa, com análise do questionário e da disciplina Introdução ao Ambiente Virtual de Aprendizagem. A análise e a discussão dos resultados mostraram que mesmo educandos que já tem contato com práticas de letramento digital apresentam em algum momento alguma dificuldade na interação com o ambiente virtual de aprendizagem
  • MERCIA CRISTINA DE ARAUJO DANTAS
  • História em quadrinhos: uma proposta de ensino da Língua Portuguesa para surdo
  • Data: 05/10/2015
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  • Esta pesquisa tem como objetivo construir uma proposta de intervenção para o desenvolvimento das habilidades de escrita com aluno surdo. Dessa forma realizamos um estudo sobre o processo de ensino e aprendizagem da Língua Portuguesa, trazendo algumas reflexões sobre a metodologia adequada para tal com alguns temas que circundam a aprendizagem de uma segunda língua por aluno surdo no contexto escolar. Acreditamos que a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS deve nortear o aprendizado da Língua Portuguesa como segunda língua na modalidade escrita para o surdo. Portanto, o trabalho fundamentou-se em estudos de autores sobre a aprendizagem da escrita como segunda língua para os surdos (LODI, 2013; FERNANDES, 1999; FARIA, 2012; SKLIAR, 1997; SVARTHOEM, 1998; QUADROS, 1997,1999,2011,2012; QUADROS;SCHMIEDT, 2006; BROCHADO, 2003; e outros), gênero textual (BAKHTIN, 1986,1997; MARCUSCHI, 2002; 2008; KOCH;ELIAS 2012, 2014; DOLZ;NOVERRAZ;SCHNEUWLY,2004), gênero textual História em Quadrinhos (MENDONÇA 2010; RAMA 2014; RAMOS 2014, VILELA 2014; VERGUEIRO,2014) e a Sequência Didática (DOLZ; NOVERRAZ; SCHNEUWLY,2004).Como metodologia aplicamos uma Sequência Didática como proposta de intervenção com um aluno surdo do 5º Ano do Ensino Fundamental de uma escola pública da cidade de Paulista/PE, situada no bairro do Janga. Onde desenvolvemos atividades de escrita com o gênero textual História em Quadrinhos da Turma da Mônica. Atividades estas que foram aplicadas durante o desenvolvimento de cada módulo envolvendo os elementos e vocabulários que fazem parte do contexto deste gênero. Para coleta de dados selecionamos a produção inicial, a reescrita dessa produção inicial e uma produção escrita de uma história em quadrinhos com os elementos que constituem o gênero. Por fim, esse estudo mostrou que mediantes procedimentos didáticos adequados é possível a aprendizagem da Língua Portuguesa como segunda língua para o surdo.
  • SORAYA GONÇALVES CELESTINO DA SILVA
  • Avaliação da Língua Portuguesa para o aluno surdo, experiências em escolas públicas municipais em Pernambuco.
  • Data: 05/10/2015
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  • Este trabalho discorre sobre a avaliação da língua portuguesa para o aluno surdo, a partir de algumas experiências em escolas públicas municipais de Pernambuco. Sabemos que a educação do surdo passou por um grande processo evolutivo até chegar aos dias de hoje, vê-se um avanço na legislação, o aporte que assegura a presença do intérprete em sala de aula e o reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como primeira língua (L1). Em relação ao processo avaliativo a lei garante-lhes uma avaliação coerente e concisa. E ao professor cabe elaborar estratégias avaliativas para atender a especificidade desses alunos. Nesse sentido, elegemos como objetivo geral analisar as concepções e estratégias utilizadas pelos professores da rede pública municipal de Olinda e Paulista para a avalição dos alunos surdos. Nessa direção, nossa pesquisa tem como base teórica alguns estudiosos que falam sobre a avaliação, tais como: Fernandes e Freitas (2007); Sant’anna (1995); Brasil (1996, 1997, 2003, 2006, 2005); Vasconcelos, M.M (2009); Luckesi (1992 1996); Both (2012) e Demo (2010); enquanto àqueles que defendem a Língua Portuguesa como L2, nos apoiamos em Quadros (1997, 2006, 2011); Skliar (1997); Salles (2004); Freire (1998) e para os que defendem a avaliação da L2: Hoffmann (1994, 2009, 2013, 2014); Russel & Airasian (2014); Thomas e Kleim (2009); Camillo (2009) dentre outros. Como metodologia elegemos um estudo embasado na abordagem qualitativa interpretativa de caráter descritivo, tivemos como instrumentos de coleta de dados entrevistas semiestruturada com professores de sala regular e produção textual de alunos surdos e ouvintes. Já na análise dos dados utilizamos a análise do conteúdo na perspectiva de Bardin (2011). Nossos sujeitos da pesquisa foram três professores de língua portuguesa, dos quais dois não possuem fluência em Libras, distribuídos em três turmas regulares do 5º ano do Ensino Fundamental, um em Olinda e dois em Paulista. Além disso, tivemos três alunos surdos, sendo estes bilíngues, em aprendizagem da L1 e L2, na faixa etária de 12 a 17 anos e três alunos ouvintes. Os resultados das entrevistadas da pesquisa apontaram que a maioria dos professores, apesar de afirmarem que utilizam adaptações nas atividades dos alunos surdos, como estratégias, sentem dificuldades em avaliar uma turma inclusiva e se definem como sendo despreparados. As analises das produções textuais dos alunos surdos e ouvintes indicam que as concepções e estratégias de avaliação utilizadas na sala inclusiva, em sua maioria, estão pautadas na concepção do ensino da língua portuguesa como L1 e seu tipo ainda é somativa, já às estratégias para aplicação da avaliação dos surdos se restringem a sala de Atendimento Educacional Especializado (AEE). Esperamos que os dados encontrados contribuam para o professor repensar o planejamento e a elaboração das atividades avaliativas dos surdos de acordo com a concepção de Língua Portuguesa como L2, para que a avaliação dessa escrita ocorra processualmente valorizando a relação semântica, as especificidades educacionais e reconheça a singularidade linguística dessa língua para o surdo.
  • ROSANGELA TAVARES DE MENEZES
  • Proposta de intervenção na oralidade: gênero relato de experiência em crianças da educação infantil
  • Data: 05/10/2015
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  • Em nossa pesquisa realizamos uma intervenção no campo da oralidade em turma de educação infantil com crianças de três anos de idade, considerando o oral como objeto de ensino por sua fundamental importância no desenvolvimento da capacidade comunicativa. Dessa forma, tivemos como objetivo geral desenvolver uma sequência didática com base nos postulados de Schneuwly e Dolz ( 2011) na perspectiva de estimular na criança o uso do gênero relato de experiência e consequentemente adquirir habilidades discursivas significativas. Baseamos nossos estudos em Vigotski que aborda a inter- relação do pensamento e a linguagem, as idéias de Bakhtin que visam a língua como atividade social mediada pelos gêneros do discurso, a concepção de Marcuschi com relação à fala e à escrita e os estudos dos gêneros textuais, as contribuições de Schneuwly e Dolz na sistematização do ensino oral na escola como também as ideias propostas pelos documentos oficiais principalmente o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil quanto ao ensino da oralidade. A intervenção didática foi realizada na Escola Municipal Margarida Alves- Anexo Nossa Senhora do Carmo, situada no município de Olinda- Pe, no período do mês de novembro de 2014 ao mês de maio de 2015. A pesquisa revelou que uma sistematização no ensino oral, e em específico no gênero relato de experiência ajudou as crianças a se apropriarem do gênero em discussão e possibilitou percebermos o avanço no desenvolvimento das capacidades comunicativas das crianças que participaram deste trabalho
  • ALEXSANDRO DUARTE ALVES PONTES
  • e-box: uma contribuição para o letramento digital na prática docente
  • Data: 30/09/2015
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  • O presente trabalho tem como principal tema o letramento digital na perspectiva da prática docente com objetivo de apresentar a ferramenta eBOX como contribuição para esse letramento. Para isso o trabalho apresenta primeiramente as concepções de letramento, letramento digital, letramento digital na prática docente e apresentação da ferramenta como proposta. Numa perspectiva etnográfica e colaborativa, o trabalho foi desenvolvido com professores e alunos do ensino médio da Escola Técnica José Alencar Gomes da Silva, localizada em Paulista – PE. Para isso foi aplicado, com os professores, um questionário sobre ferramentas tecnológicas e em seguida uma observação das aulas desses docentes. As respostas foram inseridas em tabelas para serem analisadas e discutidas. Em outro momento a ferramenta foi testada com um grupo de alunos como interação através de envios de matérias, slides e vídeos sobre as aulas vivenciadas. Após o teste, os alunos também responderam um questionário sobre a ferramenta trabalhada para avaliar seu uso. Finalmente, as considerações e reflexões sobre a importância do letramento digital na prática docente na atualidade e a contribuição da ferramenta eBOX para essa prática.
  • FREDERICO GUSTAVO DE LIMA FONSECA
  • Artigo de opinião e notícia: informatividade como recurso da argumentação na produção escrita
  • Data: 30/09/2015
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  • Buscando contribuir para as discussões acerca do ensino de produção texto no ensino médio este trabalho trata da informatividade como recurso na construção da argumentação do texto escrito. Após observar uma constante ausência de dados considerados suficientes nos textos apresentados pelos alunos em sala de aula, tentamos trazer para o problema alguns encaminhamentos que possam auxiliar além dos atuais professores, os que estão em formação. Estruturado em quatro capítulos, esse trabalho trata no primeiro do referencial teórico sobre língua, linguagem e texto; artigo de opinião e situação didática. No segundo, o relato da intervenção praticada para testar as situações didáticas pensadas a fim de que os alunos entendessem a necessidade da aquisição de informação suficiente para se construir um bom texto. Nos dois últimos, temos, respectivamente, as análises das escritas e das reescritas dos artigos de opinião solicitados em sala. A prática se desenvolveu em uma escola particular da cidade do Recife/PE, em uma turma de terceiro ano médio formada por quarenta e dois alunos com idades que variam entre dezesseis e dezoito anos. Como suporte teórico, para desenvolver o trabalho, nos apoiamos majoritariamente em três autores: Antônio Marcuschi, Ingedore Koch e Irandé Antunes. Esses autores nos guiaram para que puséssemos em questão a hipótese de que quanto mais informativo fosse o texto, melhor seria a argumentação.
  • VALDEMIR MELO DE SOUZA
  • Uma metodologia para compreensão entre as modalidades oral e escrita através do uso de tecnologias computacionais.
  • Data: 30/09/2015
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  • A presente pesquisa visa uma sugestão de trabalho com a modalidade oral e escrita, usando tecnologias computacionais para o estudo dessas duas modalidades discursivas. Objetivo específico é analisar se a utilização de tecnologia de gravação de áudio pode contribuir com a distinção entre a modalidade oral e escrita, auxiliando o ensino da oralidade na escola. Com base nas contribuições teóricas de Marcuschi (2001), Bakhtin ([1979] 2003), Bronckart (1999, 2006), Fávero (2005), Schneuwly e Dolz (2004), Kato (2002), Koch (2006) entre outros, com foco nas questões que tratam da oralidade e escrita foi dada ênfase às reflexões sobre o ensino da oralidade e o uso de tecnologias. Em primeiro lugar, abordaram-se as considerações acerca da fala e escrita, as características da língua falada, os gêneros textuais, a oralidade no ambiente escolar e as tecnologias contemporâneas. Em seguida, apresentam-se as considerações acerca da oralidade propostas no PCN (Parâmetro Curricular Nacional). O procedimento metodológico abordou um caráter quantitativo e qualitativo de investigação para coletar dados que foi realizado em quatro etapas. A apresentação da ferramenta virtual de áudio aos alunos, o acesso ao site, passando pela gravação dos gêneros textuais orais em sala de aula pelo professor até a reprodução dessa atividade pelos alunos e aplicação de questionários. A relevância do trabalho com a oralidade deve-se à escassez de atividade com essa prática discursiva em sala de aula. Finalmente, os resultados desta pesquisa mostraram a necessidade de um ensino efetivo da oralidade no ambiente escolar para um ensino de língua eficaz, habilitando os alunos a viverem em sociedade como agentes críticos e participantes, interagindo com o mundo. Isso é fundamental para o exercício da cidadania.
  • ANDREZA SHIRLENE FIGUEIREDO DE SOUZA
  • Letramento literário na escola: desafios e possibilidades a partir da análise do discurso
  • Data: 30/09/2015
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  • O nosso estudo objetiva promover a pratica do letramento literario no Ensino Medio, por isso propomos um procedimento metodologico que trilha por caminhos que possam ajudar o discente a ser um leitor mais autonimo e critico, buscando sempre compreender o que esta nas “entrelinhas do texto” literario, atraves das contribuicoes basilares da AD, como tambem motiva-lo a ter experiencia estetica. A escolha do tema se deu por observar que os alunos apresentavam desinteresse pela leitura e dificuldades para compreender o sentido dos generos literarios, bem como pela literatura desenvolver um papel essencial para a formacao integral dos sujeitos. Autores como Maingueneau (1996), (1997) e (2012); Orlandi (2009); Cosson (2014a) e (2014b); Candido (1995) e (1999); Compagnon (2009), Jouve (2012) e Melo (2005) entre outros, constituiram a base teorica para o desenvolvimento dessa pesquisa, corroborando para a validacao da tematica. Como metodologia foi utilizada a pesquisa-acao, com a analise de aulas; diario da pesquisadora; intervencao; atividades; questionario, entrevistas e producao de texto com 30 alunos do terceiro ano do Ensino Medio em uma escola semi-integral da regiao Metropolitana do Recife. Com base em situacoes de interacao foi detectado que a pratica da leitura literaria como tambem seu desenrolar, e pouquissimo abordado na sala, refletindo na falta de motivacao dos estudantes em fazer a leitura bem como sua analise paralelamente. A partir das experiencias vivenciadas nas intervencoes, pudemos concluir que houve um despertar para a leitura dos generos literarios, atrelando o prazer estetico ao conhecimento (deixando claro que este nao se da de forma fechada, mas inquietante), melhorando assim, a formacao literaria dos estudantes, pois a grande maioria mudou o “par de oculos” analitico e conclusivo para esses textos.
  • ALESSANDRA GOMES DA SILVA
  • O gênero textual tiras em quadrinhos: um objeto de ensino e aprendizagem dos elementos da oralidade presentes na linguagem escrita
  • Data: 29/09/2015
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  • As concepções de ensino da linguagem oral e suas particularidades relacionadas à escrita têm sido temas cada vez mais recorrentes nas recentes propostas dos referenciais curriculares que norteiam os processos de aprendizagem dos sistemas de ensino do Brasil. Entretanto, o tratamento dado à oralidade nas aulas de Língua Portuguesa ainda está longe de ser o ideal, se considerarmos as competências e habilidades que devem ser desenvolvidas ao longo da prática docente para o estudo dessa modalidade da língua. Diante dessas inquietações, refletimos acerca das alternativas de estudo da linguagem oral mediado pelo gênero textual tirinhas, bem como os encaminhamentos metodológicos que o profissional da língua pode apropriar-se para o desenvolvimento dessa prática. Assim, o objetivo da investigação foi realizar um estudo do gênero discursivo tiras em quadrinhos como um potencial objeto de ensino e aprendizagem dos elementos da oralidade presentes na escrita. A metodologia adotada foi a da pesquisa-ação, na qual elaboramos uma proposta didática de análise linguística da oralidade visando ao estudo das especificidades da fala representadas na linguagem escrita das tirinhas. A atividade foi aplicada em três momentos para uma turma da 1ª série do Ensino Médio de uma escola da rede oficial de ensino do estado de Pernambuco. Como aporte teórico, temos a Análise da Conversação, com base nos estudos de Kerbrat-Orecchioni (2006) e Marcuschi (2008), além das contribuições acerca das práticas orais na escola de Fávero; Andrade e Aquino (2012) e Schneuwly e Dolz (2004) e de Ramos (2014), este último, referentes ao gênero tiras em quadrinhos. Reconhecemos, ao fim dessa investigação científica, que por meio das narrativas em quadrinhos o professor pode construir estratégias de ensino direcionadas ao estudo da língua falada e escrita devido à presença de elementos constitutivos de uma atividade conversacional nas interações verbais que compõem esse gênero.
  • PAULA CRISTINA GOMES DA SILVA
  • A ironia nos textos publicitários: estratégias de leitura para turmas do Ensino Médio
  • Data: 29/09/2015
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  • Este trabalho tem por objetivo formar alunos-leitores capazes de ler e compreender textos que apresentam discursos irônicos em sua composição, tornando-os assim leitores mais autônomos e proficientes. A escolha do tema se deu por observar que os alunos, durante o Ensino Médio, apresentam dificuldades na leitura e compreensão de textos que trazem o elemento da ironia. Com base na perspectiva linguística de Brait (2008) e nos estudos de Brandão (2012); Carvalho (2014); Orlandi (2009) e Solé (1998), buscamos entender o fenômeno irônico, sua presença no discurso dos textos publicitários, além de obter as estratégias de leitura que auxiliassem a compreensão das propagandas. A metodologia utilizada foi a pesquisa-ação, cujo processo foi dividido em três momentos diferentes: observação da aula, momento de intervenção e observação da aula novamente. A pesquisa foi aplicada em duas turmas do 1º ano do Ensino Médio em uma escola de regime semi-integral da região metropolitana do Recife. Com base na observação das aulas em diferentes momentos, isto é, antes e após a intervenção, concluímos que textos que apresentam discursos irônicos dificilmente são compreendidos pelos alunos-leitores, e que a utilização de estratégias de leitura pode auxiliar na compreensão da ironia. Desta forma, faz-se necessário que o professor de Língua Portuguesa busque as estratégias adequadas para trabalhar com seus alunos e aplique-as de maneira coerente, contribuindo assim para uma formação leitora crítica e integral dos estudantes.
  • LAURA LEITE DE GOUVEIA DINIZ
  • O PNAIC – uma prática de leitura e escrita no ciclo alfabetizador
  • Data: 29/09/2015
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  • Este trabalho apresenta as práticas de leitura e escrita na formação dos alunos do Ciclo de Alfabetização e as implicações que podem advir do Programa PNAIC (Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa), que visa à melhoria da aprendizagem da leitura e da escrita nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, realizado pelo MEC, em parceria com universidades que integram a Rede Nacional de Formação Continuada de Professores e com os Sistemas de Ensino. A proposta tem a preocupação de compreender se esse programa, o PNAIC influencia o desenvolvimento da aprendizagem da leitura e da escrita dos alunos que concluem o ciclo de alfabetização? A investigação parte das seguintes questões: O PNAIC tem contribuído para melhoria na formação dos leitores iniciantes? Quais concepções de práticas de leitura e escrita para o ensino nos Anos Iniciais? Quais estratégias, segundo o PNAIC, mais apropriadas e adequadas para formar pequenos leitores? Tornou-se como objetivo analisar a trajetória desse programa na formação dos professores alfabetizadores e no desenvolvimento dos pequenos leitores, nas turmas do ciclo alfabetizador, do 1º ao 3º Ano do Ensino Fundamental da Escola Municipal Capela Santo Antônio. Com base nas observações de campo, realizaram-se entrevistas com parte dos alunos e professoras de 04(quatro) turmas, com o objetivo de coletar as informações sobre como percebiam as atividades realizadas. A análise dos dados coletados confirma uma concepção de ensino, de leitura e escrita que introduz o uso de textos, mais precisamente, depois que os alunos encontram-se alfabetizados. Como aporte teórico temos a contribuição de Solé (1998), Kleiman (1995), Rojo (2009), Kramer (2001), Soares (1998), Fragoso (2004), Nunes (2014) e Lerner (2002) acerca do ensino da leitura e da escrita. Com base nas considerações finais, constata-se que existe ainda a necessidade de fortalecer efetivando uma política de formação, mais convincente, sendo capaz de formar um profissional com melhores condições de compreender todo o processo e relacioná-lo ao contexto social em que desenvolve sua prática pedagógica.
  • MARIA ROSINELIA DIAS DE SANTANA
  • O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LEITURA NA ESCOLA: AS CONTRIBUIÇÕES DA LITERATURA INFANTIL
  • Data: 28/09/2015
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  • Objetivamos nesta pesquisa estudar o processo de aquisição da leitura, considerando as contribuições da Literatura Infantil brasileira. Como objeto de estudo, elegemos a Literatura Infantil por compreender que tal gênero literário encanta, e experiencia os fatos da vida cotidiana dos alunos leitores iniciantes, cuja faixa etária entre 06 a 07 anos, da Escola Municipal- Anexo Base Rural, Olinda-PE. Como aporte teórico, dialogamos com autores que trabalham com o processo da leitura com os gêneros textuais da Literatura Infantil, como Abramovich (1997), Coelho (2000), Lajolo (1982, 1984, 2002), Solé (1998), Zilberman (1985, 1987, 1990); em relação à teoria da Literatura Infantil, com Cademartori (1986), Frantz (2001), entre outros. Quanto à metodologia, trata-se de uma pesquisa exploratória, bibliográfica de natureza qualitativa. Em relação à coleta de dados,foram coletados a partir de atividades aplicadas numa sequência didática, com alunos do 1º Ano do Ensino Fundamental, considerados leitores iniciantes numa faixa etária entre 06 e 07 anos. Para análise dos dados, tomamos o entendimento de análise do conteúdo na perspectiva de Bardin (2011) para obtenção dos resultados alcançados no decorrer da sequência didática. Através da aplicação, conforme uma proposta de intervenção, ao analisar os dados constatamos que as estratégias de leitura, tomando como recurso a Literatura Infantil proporciona ao leitor um aprimoramento de sua criatividade, estimula a imaginação, a inteligência, as emoções entre outros sentimentos que no futuro o tornará um leitor crítico, apto a exercer sua cidadania, consciente da realidade social em que está inserido e das possibilidades de transformá-la. A pesquisa aponta que a Literatura Infantil contribui para o processo da aquisição da leitura, ao despertar, na criança, a curiosidade e a necessidade de ser um leitor, garantindo condições para que ela represente o mundo e a vida através das palavras.
  • RANDAL DE MEDEIROS GARCIA
  • O estigma da hanseníase apresentado pelos pacientes atendidos nas ações de busca ativa: reflexões pragmáticas
  • Data: 24/09/2015
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  • O estigma da hanseníase apresentado pelos pacientes atendidos nas ações de busca ativa: reflexões pragmáticas
  • MARCIA CARDOSO DE SOUZA
  • O gênero relato na valorização da escrita do aluno da EJA
  • Data: 23/09/2015
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  • Este trabalho apresenta o desenvolvimento, a análise e os resultados de uma investigação com o gênero relato de experiência, através da metodologia da sequência didática, e teve como objetivo geral investigar os impactos da escrita do gênero relato de experiência no desenvolvimento das capacidades de linguagem e de que forma isso favorece a autoestima dos alunos do 2º ano da EJA (ensino médio) da escola estadual de ensino fundamental e médio Papa Paulo VI, no ano de 2014.2. Especificamente, esse trabalho se propôs a identificar e analisar as principais dificuldades desses alunos na produção escrita do gênero relato de experiências em relação às capacidades de linguagem e verificar os avanços ocorridos na produção do relato depois das intervenções desenvolvidas nos módulos. Partindo de uma concepção de língua enquanto atividade sociodiscursiva e de escrita como prática social, nossa pesquisa, de natureza qualitativa, teve caráter descritivo e intervencionista e configurou-se como pesquisa-ação. Como fundamentação teórica, adotamos os pressupostos teóricos dos gêneros textuais, desenvolvidos por Bakhtin (2011[1979]) e Bazerman (2007; 2011 [2000; 2004]) ). Para o desenvolvimento da sequência didática nos embasamos na proposta de Dolz, Schneuwly e Noverraz (2011 [2004]). Nesse estudo também há significativas contribuições de Antônio Marcuschi (2008), Irandé Antunes (2009), Regina Celi Mendes Pereira (2012), entre outros. Como corpus, apresentamos seis produções textuais dos alunos envolvidos na pesquisa. Na produção inicial, identificamos as principais dificuldades dos alunos em relação às capacidades de linguagem. Depois de identificados os problemas, partimos para as atividades de intervenção, através dos módulos, de acordo com a proposta de Dolz, Schneuwly e Noverraz (2011 [2004]). Após o processo de intervenção, observamos, na produção final dos alunos que, no geral, eles conseguiram superar as dificuldades detectadas na primeira produção em relação às capacidades de ação, discursivas e linguísticodiscursivas. Dessa forma, foi possível constatar como as atividades de letramento ampliaram as capacidades de linguagem no geral, ao mesmo tempo em que desenvolveram a autoestima dos alunos. Palavras-chave: Educação de Jovens e Adultos. Sequência didática. Gênero textual relato de experiência
  • KELLY CRISTINE MARTINS DOS SANTOS
  • O uso do blog com estratégia motivadora no processo de (multi)letramento(s) digital nas aulas de língua estrangeira moderna
  • Data: 17/09/2015
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  • A presente pesquisa tem como foco central o uso do blog como ferramenta de Ensino nas aulas de Língua Inglesa no processo de multiletramento digital e está inserida na área de concentração de Linguagens e Tecnologias. Esta ferramenta é apresentada como forma de estimular os alunos, do Ensino Fundamental II em uma escola pública, cujas salas não são equipadas para o uso de tecnologias, fazendo com que contássemos apenas com o laboratório presente na escola. Inicialmente, para atender ao objetivo principal deste trabalho, ou seja, como fazer uso do blog nas aulas de língua inglesa no processo de multiletramento, foi feito uso da pesquisa teórico-bibliográfico, baseadas nos PCN’s e no Guia de Novas Tecnologias, com respaldo em alguns autores como: Rojo (2013), Palfrey (2011).Castells (1999), Teruya (2006), Selber (2004), Lopes(2002), Marchuschi (2005,2008), Levy (1999), dentre outros. E, para fazer com que o aluno chegasse ao letramento em Língua Inglesa, um blog foi criado, para uso pedagógico em uma tarefa e utilizado como suporte para que os alunos postassem as produções escritas realizadas através da leitura de obras previamente selecionadas pela mediadora da pesquisa. Os resultados apontam que é pertinente utilizar o blog como uma ferramenta pedagógica, e que o uso desse recurso é motivador para os alunos e pode gerar produções estimulantes e criativas.
  • ARTHUR DE ARAÚJO FILGUEIRAS
  • As múltiplas faces do discurso sobre a matemática: por uma reconstrução discursiva do seu ensino e aprendizagem
  • Data: 11/05/2015
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  • As múltiplas faces do discurso sobre a matemática: por uma reconstrução discursiva do seu ensino e aprendizagem
  • ROSEMARY GOMES MACEDO
  • Propostas de atividades complementares para o desenvolvimento do SEA (Sistema de Escrita Alfabética) com alunos do 2º ano em estágio pré-silábico.
  • Data: 27/03/2015
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  • A presente dissertação tem o objetivo de contribuir para melhoria da situação de aprendizagem entre crianças em fase de alfabetização. Entende-se que é nos anos iniciais da vida escolar que se pode começar a prevenção para o analfabetismo funcional. As crianças, em fase de alfabetização, não aprendem a ler e escrever sozinhas, pois necessitam de um contexto de ensino-aprendizagem sistemático e intensivo com a presença de um mediador que lhe dê as condições necessárias para essa aquisição acontecer no tempo certo, ou seja, na fase de alfabetização. Este trabalho propõe realizar atividades sistemáticas para o desenvolvimento da escrita alfabética com crianças do 2º ano do ensino fundamental que ainda se encontram no nível Pré-silábico de escrita. As atividades realizadas tiveram como aporte teórico Lemle (1999) e Scliar-Cabral (2013), objetivando a análise da evolução entre as crianças participantes, pontuando as evoluções e dificuldades frente ao processo. Para tanto, o presente trabalho tem o intuito de realizar testes de escrita a fim de acompanhar a evolução dos alunos e contou com os seguintes momentos-chave: (a) avaliação inicial (Diagnóstico inicial), para detectar os níveis de escrita dos sujeitos; (b) execução de atividades práticas: inicialmente, voltadas para preparação da alfabetização, abordando os cinco problemas descritos por Lemle (1999) e atividades propostas por Scliar-Cabral (2013) e (c) uma reavaliação dos níveis de escrita dos estudantes (Pós-testes). As análises da aplicação dessas atividades apontaram que as mesmas contribuíram para o desenvolvimento da escrita dos participantes. Segundo os diagnósticos finais, das 7 crianças que iniciaram em nível Pré-silábico, 2 avançaram para o nível Alfabético, 2 para o nível Silábico-alfabético e 3 para o Silábico. Esses resultados mostram que quando os alunos são levados, através de atividades práticas, a refletirem sobre o Sistema de Escrita Alfabética, apresentam uma evolução no entendimento desse sistema e passam a formular hipóteses no registro de sua escrita. Estima-se que os objetivos propostos pela pesquisa foram alcançados, tendo em vista que todos os participantes apresentaram desenvolvimento na sua escrita e chegaram a realizar hipóteses silábicas sobre esse sistema, sendo essas hipóteses responsáveis pelas primeiras tentativas de se estabelecer relações entre o contexto sonoro e a linguagem escrita, período considerado vital para o processo evolutivo de compreensão da escrita alfabética.
2014
Descrição
  • CLÉBER LEMOS DE ARAÚJO
  • E-COMMERCE NA EJA: instrumento de prática social, estimulando a construção de significados para motivar uma cultura digital consciente
  • Data: 29/09/2014
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  • Esta pesquisa analisa até que ponto a reflexão sobre cultura e sobre Indústria Cultural possibilita aos alunos da Educação de Jovens e Adultos – EJA serem incluídos conscientemente no espaço virtual, como também, verifica até que ponto esta ação social contribui para letrá-los digitalmente, prevendo um E-commerce enquanto dispositivo pedagógico. Discute-se a possibilidade de geração de cultura e construção de significados a partir da ação social do professor, ao passo que este promove um ensino contextualizado com as práticas de letramento e letramento digital através do E-commerce: MercadoLivre. Os dados analisados foram coletados mediante questionários e entrevistas e nos permitiram comprovar que é possível utilizar o E-commerce: MercadoLivre como um dispositivo pedagógico com vistas ao letramento digital. Nesse sentido, verificamos, também, a ocorrência de construção de significados pelos discentes por meio da ação social do professor que utiliza este dispositivo, visando colaborar para uma inclusão digital ou, por outro lado, ainda que em um caso ou outro não promova a inclusão digital do discente, promova a geração de cultura
  • PRISCILA ALVES DE ALMEIDA
  • O pacto nacional pela alfabetização na idade certa: aprendizagem da leitura no 1º ano do Ensino Fundamental
  • Data: 29/09/2014
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  • No cotidiano escolar são freqüentes os relatos de professores sobre a dificuldade de aprendizagem da leitura pelos alunos, e isto têm iniciado desde os primeiros anos escolares. Entretanto, sabemos que a leitura é essencial à formação social do indivíduo, haja vista que vivemos em uma sociedade onde se exige a formação de leitores autônomos e reflexivos, capazes de recorrer ao uso das diversas estratégias de leituras, organizando-as, avaliando-as e usando as informações de forma significativa a sua atuação neste meio social. Com isso, cabe ao grupo escolar procurar soluções, para uma melhor aprendizagem dos alunos, tomando como base as perspectivas do letramento. Todavia, os professores como forma de ampliar seus conhecimentos e levá-los a sua prática educativa, têm passado por diversas formações continuadas, dentre estas destacamos nesta pesquisa o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), o qual visa alfabetizar os alunos em um ciclo de alfabetização dando continuidade a aprendizagens durante três anos, ou seja, do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental. Com isso, o objetivo deste estudo, partindo da nova proposta do ciclo de alfabetização do PNAIC, é o de analisar a aprendizagem da leitura dos alunos do 1º ano do Ensino Fundamental, da rede Municipal de João Pessoa, de turmas acompanhadas por professoras alfabetizadoras participantes deste Pacto. Trata-se, portanto de um estudo de caso, exploratório, descritivo, desenvolvido a partir das abordagens qualitativa e quantitativa. A amostra foi composta por 18 professoras alfabetizadoras participantes da formação do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, no município de João Pessoa. Foi realizado um estudo dos Direitos de Aprendizagem para a leitura, estabelecido pelo Pacto; posteriormente, elaboramos um questionário de coleta de dados e em seguida, aplicamos o mesmo com o grupo focal, durante o curso de formação. Por fim, os resultados do questionário foram submetidos à análise de agrupamento, e a partir dos dados do grupo focal construímos o discurso do sujeito coletivo. Ademais os resultados mostraram que os alunos do 1º ano do Ensino Fundamental avaliados pelas professoras alfabetizadoras demonstraram uma boa aprendizagem da leitura, de acordo com os Direitos de Aprendizagem referentes ao ano em estudo, além do mais, os achados deste estudo evidenciaram também um novo olhar sob a organização do trabalho pedagógico por parte das professoras do grupo investigado.
  • ANA LIDIA FREIRE MATIAS
  • DO GÊNERO PROVÉRBIO AO VERBETE: uma produção interacionista sócio-discursiva na Educação de Jovens e Adultos
  • Data: 25/09/2014
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  • O presente trabalho apresenta uma reflexão acerca da importância da utilização de gêneros textuais no ensino-aprendizagem de jovens e adultos, com uma abordagem respaldada no interacionismo sócio-discursivo. A opção pelo uso do gênero provérbio deveu-se à importância da valorização da cultura popular como forma de construir e avançar em novos conhecimentos, como Paulo Freire acreditava. Tivemos a finalidade de acrescentar mais uma reflexão sobre a prática de ensino na EJA (Educação de Jovens e Adultos). Esse trabalho apresenta os resultados de uma pesquisa-ação de caráter qualitativo-interpretativista que objetivou apresentar reflexões acerca das possíveis contribuições do ISD, a partir da proposta de sequência didática. Com essa observação de natureza aplicada e intervencionista, promovemos a instrumentalização dos nossos alunos, no sentido de que possam atuar como produtores de textos competentes, a partir de uma proposta de ensino que considere o contexto situacional do gênero oral provérbio, bem como valorize a produção textual e suas características linguístico-discursivas, por meio do da escrita e reescrita. A pesquisa foi realizada no ciclo II da EJA, na Escola Municipal Major José de Barros Moreira, na cidade de João Pessoa, PB. Os procedimentos metodológicos utilizados envolveram a observação participante com gravação em áudio e registros das atividades dos alunos, por meio de uma sequência didática (DOLZ; SCHNEUWLY, 2004). O corpus é constituído pela transcrição da gravação de algumas aulas, em que os alunos discutiram alguns provérbios populares e pelas produções textuais dos alunos. A análise ocorreu após a observação nas aulas, através dos áudios com discussão dos alunos sobre os provérbios populares e as produções escritas. Assim, comparamos com nossa fundamentação e identificamos que as produções escritas podem ser beneficiadas a partir da leitura de mundo que os alunos realizam no cotidiano deles. Obtivemos como resultado desse trabalho, que a princípio se tratava da leitura e interpretação de provérbios, a produção de verbetes e de um livro elaborado pelos alunos, como suporte desses verbetes. Pudemos observar que as atividades de escrita e reescrita
  • PATRICIA INACIO DA SILVA
  • LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO: REPENSANDO A PRÁTICA PEDAGÓGICA DE ENSINO DA ESCRITA COM FOCO NOS PROGRAMAS PRÓ-LETRAMENTO E PNAIC
  • Data: 10/09/2014
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  • O discurso sobre o alfabetizar letrando, que permeia as reflexões contemporâneas em torno da prática pedagógica alfabetizadora, vem possibilitando diálogos diversos, desestabilizando velhos conceitos e abrindo novos caminhos. Neste contexto, esta pesquisa propõe investigar sobre o processo de apropriação dos conhecimentos de uma professora acerca da alfabetização e letramento, bem como seus reflexos na prática pedagógica do ensino da língua escrita, tendo como foco os cursos de formação de professores alfabetizadores Pró-letramento e PNAIC. Tratou-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa. Os procedimentos teórico-metodológicos consistiram em levantamento bibliográfico, análise de documentos e em pesquisa de campo, mediante observação de aulas e aplicação de questionário semiaberto. Os dados foram analisados a partir de três eixos: perfil e formação da professora alfabetizadora, concepções que fundamentam sua prática pedagógica e a própria prática pedagógica. Os resultados evidenciaram que apesar dos avanços conceituais sobre a alfabetização e o letramento, na prática pedagógica, esses avanços ocorrem de forma gradual, e que ainda acontecem equívocos do que seja alfabetizar letrando.
  • PETRUCIA KELLY OLIVEIRA SOUSA
  • A ESCOLA COMO LÓCUS DE FORMAÇÃO, REFLEXÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DE SABERES: UMA EXPERIÊNCIA COMPARTILHADA COM PROFESSORES ALFABETIZADORES.
  • Data: 10/09/2014
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  • Esse texto é fruto da nossa pesquisa de Mestrado Profissional em Linguística e Ensino. Nele apresentamos os caminhos que percorremos durante a realização do nosso Projeto de Intervenção em que propusemos a formação de um grupo de estudo colaborativo entre as professoras do ciclo de alfabetização, que compreende as turmas do 1°, 2° e 3° ano do Ensino Fundamental. Tal projeto foi realizado em uma escola pública do município de João Pessoa e teve como objetivo investigar como a formação em lócus pode potencializar a prática do professor alfabetizador por meio da reflexão e ressignificação de saberes. A pesquisa é de abordagem qualitativa e caracteriza-se como uma pesquisa-ação. O referencial teórico que deu sustentação ao nosso caminhar foi estruturado a partir dos estudos de Nóvoa (2004), Freire (2001), Libâneo (1994), Candau (2000) entre outros.Para melhor elucidar o nosso Projeto, trazemos um resumo dos nossos dias de estudo colaborativo. O acompanhamento do processo de reflexão do grupo foi feito a partir da análise de seis questionários, uma entrevista coletiva semiestruturada e o relato de experiência, que foi a produção final das professoras colaboradoras, tomando como pano de fundo a proposta que Gomes (2012) denomina como Método de Interpretação de Sentidos. Nesta análise, buscamos entender como o processo de reflexão empreendido pelo grupo corroborou para potencializar as práticas pedagógicas em alfabetização, bem como atestou a importância da escola como lócus de formação docente. A caminha no grupo de estudo nos fez compreender, entre outras questões, como ocorre o processo de aquisição da escrita, como podemos realizar uma sondagem diagnóstica de forma mais precisa, como utilizar de maneira adequada os jogos para alfabetização. Também nos estimulou no trabalho com as turmas heterogêneas e nos conduziu à reflexão sobre o ambiente alfabetizador. Além disso, pudemos constatar que a formação inicial do professor deixa muitas lacunas e que refletir sobre o fazer pedagógico de forma coletiva e dentro da própria escola, com professores que são parceiros no dia a dia, pode ser um bom caminho para a ressignificação de saberes docentes.
  • PETRUCIA KELLY OLIVEIRA SOUSA
  • A ESCOLA COMO LÓCUS DE FORMAÇÃO, REFLEXÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DE SABERES: UMA EXPERIÊNCIA COMPARTILHADA COM PROFESSORES ALFABETIZADORES.
  • Data: 10/09/2014
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  • Esse texto é fruto da nossa pesquisa de Mestrado Profissional em Linguística e Ensino. Nele apresentamos os caminhos que percorremos durante a realização do nosso Projeto de Intervenção em que propusemos a formação de um grupo de estudo colaborativo entre as professoras do ciclo de alfabetização, que compreende as turmas do 1°, 2° e 3° ano do Ensino Fundamental. Tal projeto foi realizado em uma escola pública do município de João Pessoa e teve como objetivo investigar como a formação em lócus pode potencializar a prática do professor alfabetizador por meio da reflexão e ressignificação de saberes. A pesquisa é de abordagem qualitativa e caracteriza-se como uma pesquisa-ação. O referencial teórico que deu sustentação ao nosso caminhar foi estruturado a partir dos estudos de Nóvoa (2004), Freire (2001), Libâneo (1994), Candau (2000) entre outros.Para melhor elucidar o nosso Projeto, trazemos um resumo dos nossos dias de estudo colaborativo. O acompanhamento do processo de reflexão do grupo foi feito a partir da análise de seis questionários, uma entrevista coletiva semiestruturada e o relato de experiência, que foi a produção final das professoras colaboradoras, tomando como pano de fundo a proposta que Gomes (2012) denomina como Método de Interpretação de Sentidos. Nesta análise, buscamos entender como o processo de reflexão empreendido pelo grupo corroborou para potencializar as práticas pedagógicas em alfabetização, bem como atestou a importância da escola como lócus de formação docente. A caminha no grupo de estudo nos fez compreender, entre outras questões, como ocorre o processo de aquisição da escrita, como podemos realizar uma sondagem diagnóstica de forma mais precisa, como utilizar de maneira adequada os jogos para alfabetização. Também nos estimulou no trabalho com as turmas heterogêneas e nos conduziu à reflexão sobre o ambiente alfabetizador. Além disso, pudemos constatar que a formação inicial do professor deixa muitas lacunas e que refletir sobre o fazer pedagógico de forma coletiva e dentro da própria escola, com professores que são parceiros no dia a dia, pode ser um bom caminho para a ressignificação de saberes docentes.
  • KARLA MICHELINE DANTAS DO NASCIMENTO
  • COMPREENSÃO TEXTUAL DO ALUNO COM SÍNDROME DE ASPERGER: UM DESAFIO PARA O PROFESSOR E PARA A ESCOLA
  • Data: 08/09/2014
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  • Este trabalho está focado na compreensão de texto de um aluno com Síndrome de Asperger a partir de leituras e atividades realizadas por ele na sala de aula regular e na sala de recursos. Para alcançarmos nosso objetivo tivemos suporte teórico de Vygotsky (2008), Marcuschi (2008),Dascal, (2006), Koch (2004), Van Dijk e Kintsch (1978), entre outros, que tratam da aprendizagem e da compreensão. Sobre a Síndrome de Aspeger, debruçamo-nos sobre os estudos de Klin (2006), Attwood (2010), Órru (2007) e algumas leis que defendem a educação inclusiva: LDB, ECA, Constituição Federal e a Nota Técnica no24/2013/MEC/SECADI/DPEE. Nosso intuito é de colaborar com o ensino-aprendizagem voltado para alunos com essa síndrome. Por meio de relatos e gravações do desempenho do aluno nas leituras e nas atividades, de entrevista gravada com a mãe, e uma pedagoga da escola, buscamos observar as habilidades do aluno em relação à compreensão, considerando as suas limitações e dificuldades de socialização, no sentido de avaliar o seu desenvolvimento cognitivo. Através de análise interpretativista, os resultados demonstraram que o aluno pode ter uma compreensão geral do assunto lido, ainda que apresentando dificuldades em estabelecer as relações existentes entre as narrativas que sustentam o assunto desenvolvido; e, também, que ele não é capaz de realizar inferências suficientes que poderiam lhe auxiliar na compreensão do texto. A partir dessa constatação, percebemos também que o professor, desses alunos com deficiências e necessidades educacionais, precisa de um apoio didático-pedagógico, na escola e na sua formação, durante a licenciatura.
  • SILVANIA MARIA SAMPAIO CAMURCA
  • O PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA PRODUÇÃO TEXTUAL NO AMBIENTE VIRTUAL: POSSIBILIDADES PARA OS MULTILETRAMENTOS
  • Data: 04/09/2014
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  • A partir da necessidade de tornar o ensino de Língua Portuguesa mais próximo do contexto de leitura e de escrita em que se encontram atualmente os alunos da referida pesquisa, tornando-os mais proficientes na competência leitora e escritora. O objetivo geral desse estudo dissertativo é refletir sobre uma proposta de ensino para a leitura e a escrita nas aulas de Língua Portuguesa, a partir do uso de um ambiente virtual de aprendizagem - AVA, que são softwares auxiliares na montagem de cursos acessíveis pela Internet, utilizados na Educação a Distância, e elaborados para ajudar os professores no gerenciamento de conteúdos para seus alunos. As estratégias de ensino estabelecidas são inseridas em um contexto de letramento crítico, e o ambiente virtual é um prolongamento da sala de aula presencial, que através de suas atividades, promovem os multiletramentos no contexto da leitura e da produção textual, utilizando diferentes textos multissemióticos, que circulam na Internet. Para isso, o presente trabalho discute o que vem a serem os multiletramentos segundo Rojo (2012), e a proposta de ensino da língua baseado nos estudos de Bakhtin (1986), Vygotsky (1984), Bronckart (1999), Dolz & Schneuwly (2004) e Marcuschi (2008), levando-nos a uma reflexão sobre sua importância, para formar, durante o processo de escolarização, leitores e escritores proficientes, usando essas estratégias como forma de transposição didática para os desenvolvimentos das aulas de Língua Portuguesa na educação básica e, em especial, do 5º ano do Ensino Fundamental do Colégio Marista Pio X – João Pessoa PB, utilizando como sala de aula virtual o Ambiente Virtual de Aprendizagem MOODLE, hospedado em seu provedor, no ano de 2013. Os resultados apontaram que o ambiente virtual aproximou os estudantes, cada vez mais, da realidade das práticas de leitura e de escrita presentes na web e utilizadas diariamente por eles, fazendo-os interagirem e construírem seus textos com mais interesse e motivação em uma sala de aula virtual do que em uma sala de aula presencial.
  • DIONE MARQUES DE FIGUEIREDO
  • O DISCURSO DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UMA ANÁLISE A PARTIR DA FORMAÇÃO CONTINUADA
  • Data: 29/08/2014
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  • O trabalho em questão representa uma análise a partir dos discursos presentes nos planos de ensino apresentados pelos professores de Educação Física da Prefeitura Municipal de João Pessoa durante formação continuada realizada no ano de 2012. Pauta-se nas construções teóricas de Maingueneau (2002), principalmente aquelas ligadas a conceitos de cenografia e ethos e visa analisar qual o discurso perpassa pelos referidos planos – discurso que adota o modelo tecnicista ou o que adota a cultura corporal do movimento. A pesquisa teve como objeto de estudo 34 (trinta e quatro) planos de ensino escolhidos de forma aleatória, dos quais 17 (dezessete) são destinados às séries iniciais e outros 17 (dezessete) destinados às séries finais do ensino fundamental. Tais planos são oriundos de atividade proposta pela equipe formadora do segmento Educação Física que solicitava que a sua construção atendesse aos princípios da abordagem crítico-superadora amplamente divulgada pelo Coletivo de Autores (1992). Entendendo que tal abordagem apresenta relação estreita com os princípios adotados pela cultura corporal do movimento, procurou-se verificar se o discurso presente nos planos seguem realmente a proposta solicitada. Para tanto, observou-se os objetivos elencados e sua associação aos conteúdos devidos além das estratégias de avaliação escolhidas. A análise revelou que um significativo número de profissionais ainda apresenta dificuldades na construção da proposta e que tal dificuldade é mais evidente nas séries finais do ensino fundamental, notadamente naqueles conteúdos direcionados aos esportes. Por outro lado, há um relativo progresso no contexto geral o que denota que os professores vem mudando seu perfil e entendendo a função social da disciplina e da escola. Não foram considerados indicadores como tempo de formação ou tempo de atuação em sala de aula.
  • GEOVANNA CRISTINA FALCÃO SOARES RODRIGUES
  • Instrumento para avaliação de jogos eletrônicos educativos do Ensino Fundamental”.
  • Data: 29/08/2014
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  • A escola dispõe de variados recursos que servem de suporte para os professores. Dentre estas ferramentas didáticas, tem crescido o número de profissionais da educação que utilizam o computador e seus recursos tecnológicos durante as suas aulas a fim de melhorar a aprendizagem dos alunos. Com isto, percebeu-se um aumento na oferta de jogos eletrônicos educativos na internet que pode levar o docente a fazer escolhas equivocadas. Partindo-se desta realidade, viu-se a necessidade de elaborar um instrumento avaliativo para jogos eletrônicos educativos, cuja finalidade seria a de auxiliar o professor na seleção de jogos digitais, considerando aspectos técnicos, pedagógicos e, também, a opinião dos alunos, sendo esta última coletada após o jogo. A pesquisa caracteriza-se como uma abordagem qualitativa associada complementarmente à análise de dados quantitativos, mediante análise de conteúdo (BARDIN, 1979), cujo método de investigação considera o procedimento inter-relacional e complementar descritivo-analítico da pesquisa. Os resultados foram obtidos a partir do instrumento avaliativo que consiste em um questionário composto por quarenta e oito itens com respostas fechadas e pontuadas. Os itens estão divididos em três partes: (i) aspectos técnicos e (ii) aspectos pedagógicos (avaliados pelo professor durante a escolha do jogo) e (iii) opinião dos alunos (coletada após aplicação do game). Associada ao questionário utilizou-se a observação sistemática, necessária e complementar à consolidação dos dados, ocorrida durante a aplicação dos jogos, correlacionada à tomada de notas com informações sobre a relação entre os alunos e os jogos aplicados. Neste sentido, os procedimentos metodológicos foram distribuídos em cinco etapas: a) elaboração de um instrumento avaliativo, b) avaliação de jogos eletrônicos educativos para o Ensino Fundamental I, c) aplicação dos jogos avaliados, d) coleta da opinião dos alunos acerca do jogo experimentado e, por último, e) confecção de quadro comparativo dos dados obtidos com os jogos avaliados, analisando a relação entre eles. Foram avaliados seis jogos eletrônicos educativos, retirados de sites sugeridos pelo Portal do Professor – mantido pelo MEC -, que trabalham com a disciplina de Língua Portuguesa. A aplicação dos jogos teve média de duração de 35 minutos e aconteceu no laboratório de informática da escola, com cerca de trinta alunos, entre nove e onze anos de idade, estudantes do quarto ano do Ensino Fundamental I, de uma escola municipal localizada no município de João Pessoa (PB). A relação entre os dados numéricos, conceituais e as observações feitas pelo pesquisador complementam-se entre si e sinalizam na direção dos mesmos resultados. Desta relação, foi possível afirmar que há um déficit na apresentação da faixa etária ou série específica a que se destinam os jogos, inexistência de sessão de ajuda para dúvidas, entre outras considerações. Contudo, a maioria dos jogos atendeu, de forma positiva, aos itens avaliados. Considera-se que o instrumento elaborado mostrou-se válido no sentido de avaliar o jogo quanto a sua proposta educacional, podendo ser utilizado pelos docentes como instrumento prático para avaliar os jogos eletrônicos educativos no Ensino Fundamental I e oferecendo-lhes maior segurança na escolha e aplicação dos games durante suas atividades escolares. A opinião dos alunos foi importante, pois ajudou a validar o instrumento, conforme sinalizam os resultados similares aos obtidos antes da aplicação dos jogos.
  • SORAYA DE SOUZA DE OLIVEIRA
  • O telefone celular como ferramenta pedagógica no processo de ensino-aprendizagem: produção textual do vídeo
  • Data: 29/08/2014
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  • O telefone celular como ferramenta pedagógica no processo de ensino-aprendizagem: produção textual do vídeo
  • TANIA MARIA CESAR CARNEIRO
  • Histórias vividas, histórias contadas: a constituição da identidade de professores(as) negros(as)
  • Data: 29/08/2014
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  • Este trabalho elegeu como objeto de estudo a análise e constituição de identidades das relações étnico-raciais, bem como de práticas discursivas em narrativas de professores negros que atuam no ensino fundamental de escolas públicas dos municípios de Mamanguape e Rio Tinto, situados na região do Vale do Mamanguape, locais onde estão sediadas as unidades do Campus IV da UFPB. Para isso, apresenta narrativas de educadores das unidades escolares geradas como materialidades linguísticas produzidas especificamente para este estudo. Assim, adotou-se como questão norteadora: Como se traduzem, na materialidade linguístico-discursiva nas narrativas de vida de professores negros, os efeitos de sentidos que expressam focos de resistência quando esses, na tarefa de se livrar de identidades que estereotipam ou estigmatizam, buscam sua transformação, em uma relação consigo mesmo, numa atitude ética? E como objetivo geral: analisar o processo de constituição de identidades em sequências linguístico-discursivas que compõem roteiros biográficos e narrativas dos professores negros, a partir da relação entre práticas de liberdade e discursos de verdades concernentes à trajetória escolar, ao convívio familiar, à mobilidade social, e aos arranjos afetivo-conjugais. A pesquisa se insere na área da Linguística Aplicada e adota a concepção de linguagem como prática social (MOITA LOPES, 2006). A investigação perfilha noções da Análise do Discurso Francesa (AD) sobre discurso e interdiscurso e teorizações foucaultianas acerca de formação e práticas discursivas e constituição identitária nas instituições sociais. As discursividades analisadas indicaram que os professores, ao constituírem suas identidades, se munem de tecnologias do eu como formas de resistência ante as práticas discriminatórias e excludentes.
  • ANA PAULA PEREIRA DE ARAUJO ROQUE
  • ENSINO DA LEITURA NA ALFABETIZAÇÃO COM LETRAS DE CANÇÕES
  • Data: 29/08/2014
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  • Esta pesquisa fundamenta-se em estudos da linguística aplicada. Trata-se de uma pesquisa qualitativa e participante que tem por objeto de estudo o ensino da leitura, mediado pelo gênero canção em que a alfabetização desenvolve-se em contexto de letramento. O objetivo geral é investigar como o ensino da leitura desenvolvido com letras de canções pode contribuir para a aprendizagem significativa da leitura e a formação de leitores. E os objetivos específicos: organizar e propor atividades de leitura com letras de canções à luz de fundamentos teóricos a partir da concepção sociointeracionista; verificar, a partir das atividades propostas, como se dá a aprendizagem da leitura pelas crianças do 1º ano com o uso das canções. O estudo bibliográfico desta pesquisa se respalda em uma epistemologia sócio-histórica inspirada nos trabalhos de Vigotsky (1984, 1987), Paulo Freire (1921, 1997) e Bakhtin (1987, 1992 e 2011), contemplando autores como: Schneuwly (1994, 1996) e Dolz (1996); Marcuschi (2008); Moita Lopes (1996); Mary Kato (1985); Kleiman (1989); Solé (1998), Bortoni-Ricardo (2012), entre outros, que contribuíram para a construção teórica da linguística e o desenvolvimento das teorias sobre a leitura. Desenvolvemos uma descrição e análise da proposta com uma sequência de atividades, em que tomamos como base os pressupostos teóricos de Solé (1998) e Bortoni Ricardo (2012). Assim sendo, explicitamos o desenvolvimento das atividades de leitura realizadas no decorrer de quatro encontros. Na análise, foi possível verificar a viabilidade do ensino da leitura com canções, uma vez que as crianças do 1º ano demonstraram que, além de compreender aspectos relacionados à natureza alfabética do nosso sistema de escrita e estabelecer de forma consciente a correspondência grafema-fonema, também experienciaram o gosto pela leitura ao assumirem o papel de leitoras.
  • GILVA VASCONCELOS DA SILVA MATOS
  • LEITURA E RELAÇÕES DE GÊNERO: AS DISCURSIVIDADES DOS(AS) EDUCADORES(AS) NAS MEDIAÇÕES DE PRÁTICAS LEITORAS
  • Data: 22/08/2014
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  • As importantes conquistas efetivadas pelas lutas feministas e pela pauta reivindicatória dos Direitos Humanos, que problematizam a construção social de gênero, têm na escola espaço dos mais importantes para o debate promotor da equidade de gênero. Esta pesquisa se estrutura pela interface entre as práticas leitoras na escola e a promoção desse debate e se propõe a analisar as discursividades dos/as educadores/as, como mediadores/as de leituras, acerca das relações de gênero. Para este direcionamento discursivo, o estudo move-se teoricamente na concepção de leitura em Soares (2001, 2011), Orlandi (2008) e Silva, E. T. (2009, 2011); nos estudos feministas contemporâneos (LOURO, 2012), (COSTA, 2009), nas reflexões trazidas pela Análise de Discurso (ORLANDI, 2012; POSSENTI, 2009) e nas contribuições foucaultianas sobre poder e subjetividade (FOUCAULT,2004a, 2004b, 2004c, 2011, 2012). A investigação de natureza qualitativa, regida por princípios analíticos, tem como lócus uma escola do Ensino Fundamental da Rede Pública de João Pessoa - PB, na realização de seu projeto de leitura. Foram adotados como procedimentos metodológicos para geração dos dados a análise do documento do projeto de leitura, observações de aulas, análise do material de leitura utilizado nesses eventos, dos relatos de diálogos com os/as educadores/as e da aplicação de questionário. E, conforme análise dos resultados do conjunto dos instrumentos investigativos, o debate sobre as relações de gênero não perpassa pela instância do projeto de leitura da escola, nem nas vozes docentes perscrutadas.
  • ELMA SILVANDA DANTAS CORREIA
  • PROINFO INTEGRADO E A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA REALIDADE CONSTRUÍDA
  • Data: 22/08/2014
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  • O estudo em tela destaca a grande importância da utilização das mídias e das tecnologias como suporte à docência, promovendo uma aprendizagem real e significativa das escolas de abrangência do Núcleo de Tecnologia Municipal (NTM) de João Pessoa/PB. Sabemos que o uso dos recursos midiáticos e tecnológicos no contexto escolar é um desafio a ser enfrentado pelos responsáveis pela condução do ensino nos dias atuais. Apreender e usar os recursos multimidiáticos significa acesso e produção de conhecimento. O aprimoramento das tecnologias de informação e comunicação modificou a forma como as informações são processadas, dinamizando a comunicação e aproximando os diversos setores da sociedade. O professor precisa investir em sua formação continuada, pois é de suma importância manter-se atualizado e preparado para os desafios que se apresentam em sala de aula. Os procedimentos do estudo em tela têm como cerne saber se os cursos oferecidos pelo PROINFO INTEGRADO estão colaborando com a prática educativa dos educadores do Ensino Fundamental das Escolas Municipais Américo Falcão, Leônidas Santiago e Lions Tambaú, no processo de formação continuada, sob a perspectiva do letramento digital. Para alcançarmos os resultados esperados, objetivou-se identificar as contribuições dos cursos do PROINFO INTEGRADO para o processo de formação continuada dos professores, sob a perspectiva do letramento digital e analisar se as atividades referidas nos cursos viabilizaram o acesso dos educadores/cursistas para integrar estes recursos à sua prática educativa. A metodologia utilizada foi de caráter descritivo e o marco teórico embasou-se nos autores: Demo (2011); Kleiman (2007); Lira e Maciel (2008); Moran (2011 e 2013), Nóvoa (2013); Soares (2002 e 2006); Tardif (2013) e outros. Diante do estudo, constata-se a necessidade de continuidade do desenvolvimento das práticas pedagógicas inovadoras, pois estas favorecerão a construção/reconstrução do conhecimento indispensável ao processo ensino e aprendizagem, bem como ao exercício pleno da cidadania, consoante aos objetivos proposto pelo ProInfo Integrado.
  • ANGELA MARIA LINHARES ALVES
  • ESTRATÉGIAS DE LEITURA NO ENSINO FUNDAMENTAL 1: UMA INTERVENÇÃO A PARTIR DO GÉNERO HISTÓRIA EM QUADRINHO
  • Data: 20/08/2014
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  • enção, e analisa como as práticas pedagógicas contribuem para a formação leitora dos alunos, dentro de uma perspectiva de letramento. As práticas pedagógicas relacionadas ao ensino de leitura dentro da escola vêm sofrendo transformações ao longo do tempo. Acreditamos que essas transformações são reflexos dos estudos em torno da questão de letramento e das concepções de leitura adotadas pelos professores sob orientação, não apenas, mas principalmente, dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), os quais propõem para o trabalho escolar uma concepção de leitura como processo interativo. Sob esta orientação, procuramos apresentar uma proposta de trabalho pedagógico, na qual a leitura configura-se como uma ação dialógica entre os sujeitos a partir da concepção de leitura com foco na interação. Para tanto, realizamos um estudo bibliográfico sobre a leitura e algumas de suas concepções, letramento, gêneros textuais e História em Quadrinhos. Dentre diversos autores, destacamos as contribuições de Kleiman(2011), Kock e Elias (2010), Marcuschi(2008), Charles Bazerman (2006). Contamos também com as importantes orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) de Língua Portuguesa. Além do estudo bibliográfico, durante a pesquisa, realizamos um trabalho de intervenção a partir do gênero História em Quadrinhos com os alunos do 4º Ano de uma escola do município de João Pessoa-PB. O trabalho de intervenção realizou-se a partir de algumas atividades de leitura do gênero Histórias em Quadrinhos. Durante a realização das atividades, pudemos verificar como os alunos comportam-se diante das leituras, assumindo uma postura de leitores competentes, capazes de compreender, além da linguagem verbal, todos os elementos constitutivos do texto.
  • ADNILDA SUELY D`ALMEIDA
  • O PROCESSO DE PRODUÇÃO TEXTUAL DO GÊNERO NOTÍCIA MEDIADO POR SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS
  • Data: 18/08/2014
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  • Este trabalho apresenta os resultados de uma investigação que objetivou descrever o processo de produção escrita do gênero notícia, no contexto da Educação de Jovens e Adultos, a partir de propostas de sequências didáticas, com foco nas características socio-comunicativas do respectivo gênero. Com essa investigação de natureza aplicada e intervencionista, promovemos a instrumentalização dos nossos alunos, no sentido de que possam atuar como produtores de textos competentes, a partir de uma proposta de ensino que considere o contexto situacional do gênero notícia e suas características linguístico-discursivas. Há de se considerar que o ensino de língua portuguesa, na escola contemporânea, apresenta-se, na maioria das vezes, limitado a atividades desvinculadas do contexto social, e, consequentemente, as produções textuais escritas dos alunos acabam por não refletir as funções sociais e as características linguístico-discursivas do gênero que está sendo produzido. Considere- se ainda que os Parâmetros Curriculares Nacionais–PCN (BRASIL,2001) recomendam a utilização dos gêneros textuais como objeto de ensino para a prática de leitura e de escrita, associados à reflexão sobre o uso social da linguagem (análise linguística). Teoricamente, a presente pesquisa fundamenta-se, basicamente, na concepção de Gêneros Discursivos, de Bakhtin (2000[1979]) e no estudo sobre a notícia jornalística realizado por Nascimento (2009). A intervenção realizada em sala de aula, por sua vez, fundamenta-se na proposta de sequência didática apresentada por Dolz, Noverraz e Schneuwly, (2004). O presente trabalho tem como corpus 7 (sete) produções textuais realizadas por alunos do ciclo II da Educação de Jovens e Adultos, em uma escola da rede pública de ensino do Município de João Pessoa-PB, as quais foram analisadas considerando os critérios da avaliação do texto escrito propostos por Antunes (2006). Na análise da primeira produção, foi possível identificar diferentes problemas referentes aos aspectos característicos do gênero, de informatividade e de adequação ao padrão culto da língua. A referida análise foi realizada com o intuito de fundamentar a elaboração dos módulos, qual seja a intervenção didática no processo de escrita dos alunos, a ser desenvolvida posteriormente. Após o processo de intervenção realizado por meio de módulos, tal como proposto na Sequência Didática de Dolz, Noverraz e Schneuwly, (2004), foi possível perceber, na produção final dos 07 textos investigados, que as dificuldades anteriormente detectadas na primeira produção foram devidamente superadas. Tais resultados comprovam a eficácia do procedimento de sequência didática para a aquisição de novas competências comunicativas dos alunos, especificamente, no que se refere à produção escrita do gênero notícia, no contexto da Educação de Jovens e Adultos.
  • ASCENILMA ALENCAR CARDOSO MARINHO
  • O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
  • Data: 18/08/2014
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  • O presente trabalho de pesquisa teve como objetivo investigar de forma detalhada, as reais causas que vêm interferindo no processo de aquisição da linguagem escrita das crianças matriculadas na Educação Infantil de uma escola da rede municipal de ensino situada na cidade de João Pessoa no Estado da Paraíba. A estratégia utilizada para coleta de dados foi à investigação bibliográfica e documental, além da aplicação de sondagens, que buscaram identificar o nível inicial de escrita dos alunos. Assim como avaliar se ocorrem eventos de leitura e escrita espontânea, como também verificar se a elaboração das atividades utiliza como pré-requisito os conhecimentos prévios dos alunos. Para tanto o procedimento técnico norteador foi a pesquisa qualitativa de cunho comparativo descritivo e o nosso suporte teórico teve os referenciais de Ferreiro e Teberosky (1999), Soares (2013), Vygotsky (1989), além dos documentos oficiais que subsidiam a Educação Infantil, dentre os quais: A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN (1996), O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (vol. 3), – RCNEI(1998) e o Plano Nacional de Educação Infantil – PNEI(2006). Diante dos resultados observados, utilizamos como intervenção, uma sequência didática que contemplou o gênero fábula e os aspectos relacionados à identificação das letras do alfabeto; ao uso adequado da página; ao processo inicial da consciência fonológica e às características do gênero textual fábula. Podemos constatar que a utilização de sequências didáticas na Educação Infantil é um recurso que viabiliza o trabalho de aquisição da linguagem escrita, possibilitando uma maior familiarização com o mundo letrado, fator que irá contribuir com a construção das hipóteses da escrita, haja vista, oportunizar aos alunos uma maior compreensão acerca da função social
  • IOLANDA DE SOUSA BARRETO
  • LEITURA VIVA: UMA PROPOSTA DE ESTÍMULO À LEITURA POR MEIO DE APLICATIVO WEB E TEXTO INTERATIVO DIGITAL
  • Data: 15/08/2014
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  • À luz da teoria sócio-interacionista e dos fundamentos teóricos de Vygotsky, Paulo Freire, Koch, Bakhtin, Soares, Adorno e Horkheimer, Pierre Lévy e Buzato, dentre outros, como também a partir das experiências vivenciadas pela pesquisadora deste trabalho como professora da primeira fase do Ensino Fundamental, a pesquisa aqui apresentada acompanhou o comportamento leitor de vinte alunos, do sexo masculino e feminino, na faixa etária entre 9 e 11 anos, que no ano de 2013, cursavam o 4º Ano do Ensino Fundamental, no turno matutino da Escola Municipal de Ensino Fundamental Nazinha Barbosa, localizada em João Pessoa-PB. O objetivo principal reside em despertar o gosto pela leitura por meio de vivências estimulantes e do emprego de tecnologias digitais contemporâneas, especificamente, um aplicativo de Internet intitulado Leitura Viva que foi desenvolvido para o trabalho com textos interativos digitais contextualizados à realidade sociocultural e aos interesses daqueles. A pesquisa foi desenvolvida a partir de um enfoque metodológico qualitativo, intervencionista e por meio de processo etnográfico. De maneira geral, a parte prática do estudo compreendeu duas etapas principais. Na primeira, os alunos tiveram contato com diversos livros da literatura infantil, tendo a oportunidade de manuseá-los e realizar a leitura livremente. Em seguida, descreviam por meio da escrita e com desenhos, o livro lido. Na segunda etapa, no laboratório de informática e em momentos distintos, tiveram acesso ao Leitura Viva e aos cinco textos interativos produzidos especialmente para eles. Nessas ocasiões, utilizando funcionalidades do aplicativo, podiam escolher os nomes das personagens e interagir com as histórias, escolhendo o desenrolar dos capítulos. Considerando que o ato leitor tem passado por significativas mudanças no contexto histórico atual, com a crescente disseminação da leitura digital, este trabalho reflete que os educadores têm que ter a clareza de que os estudantes de hoje, sujeitos de uma sociedade cibernética, possuem uma nova visão de mundo, o que implica em novos interesses e novas expectativas e alerta para a necessidade de se mudar metodologias ultrapassadas e obsoletas. Evidencia o potencial do Leitura Viva como instrumento de incentivo à leitura, principalmente por atrair o leitor de uma forma mais convidativa, interativa e atualizada.
  • RUBENY RAMALHO SANTOS
  • PRÁTICAS DE LETRAMENTO NA EJA: POSSIBILIDADES DE DESENVOLVIMENTO DA ESCRITA LETRADA NUMA INTERFACE DO ORAL COM O ESCRITO
  • Data: 15/08/2014
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  • Embasado em uma perspectiva teórico discursiva do Continuum fala-escrita, o presente trabalho é resultante de uma pesquisa realizada com alunos da Educação de Jovens e Adultos, cuja análise perceptiva da prática docente, pontuou a necessidade de uma intervenção metodológica no tocante ao desenvolvimento da capacidade na produção de textos escritos, para alunos caracterizados com competência, relativamente desenvolvida, na produção de textos oralizados. Nesse sentido, buscamos aporte nos trabalhos com as práticas do letramento, contemplando os gêneros textuais e o uso das sequências didáticas, enquanto recurso metodológico. Na abordagem do trabalho com os gêneros textuais, optamos pelo gênero relatos de experiências vividas, por credenciar a existência de uma maior e melhor similaridade, do gênero, com os conhecimentos dos alunos e suas histórias de vida. Na intenção de efetivar o nosso objetivo, desenvolvemos uma sequência didática, de modo a contemplar uma série de atividades, sistematicamente organizadas, em torno do gênero que escolhemos para desenvolver o estudo. Dessa prática, decorreu um grupo de textos, classificados como texto 01 (produção escrita inicial); texto 02 (produção oral inicial) e texto 03 (produção escrita final), utilizados como instrumentos base, da análise e avaliação dos resultados da aprendizagem. Para análise avaliativa, estabelecemos a estrutura composicional do gênero relatos de experiências vividas, como parâmetro delimitador de uma produção adequada. Tendo sido verificada a ocorrência de uma relativa evolução nos conhecimentos dos alunos, quando da realização de análise entre o contexto de produção inicial e o contexto de produção final. Outra constatação, verificada em um segundo momento da análise, está instaurada nos textos produzidos na versão oral, quando foi possível confirmar a maior capacidade dos alunos em textos oralizados, e a preponderância de uma aprendizagem mais significativa, quando consideramos as relações de interface, que compõe o espaço entre a oralidade e a escrita, como ponto norteador na formação de alunos com perfil de maior eficiência e autonomia na produção de textos escritos.
  • EDILVANIA SOARES PEREIRA
  • Uma prática de mediação entre os saberes da oralidade e da escrita: despertando a consciência fonológica e a compreensão do processo de transição
  • Data: 14/08/2014
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  • O presente trabalho, de natureza sociolinguística, teve como objetivo analisar em uma turma de 1º ano do Ensino Fundamental de rede pública municipal a relação entre a oralidade e a escrita no processo inicial de aquisição da escrita, de modo a desenvolver a consciência fonológica das crianças no conhecimento das relações grafofonêmicas. Apresenta uma abordagem qualitativa e descritiva, tendo como procedimentos metodológicos para coleta de dados: observação participante e avaliações diagnósticas. Esses instrumentos pautaram-se em duas dimensões: coletiva e individual. A dimensão coletiva ocorreu a partir das observações dos eventos de interação/intervenção professora/alunos em sala de aula, pautados na reflexão da língua materna, mediante aplicação de atividades de desenvolvimento da consciência fonológica e de aquisição do sistema de escrita alfabética. A outra dimensão, a individual, ocorreu mediante avaliações diagnósticas da escrita das crianças, adotando as contribuições de Ferreiro e Teberosky (1999), ao considerar a didática dos níveis pré-silábico, silábico, silábico-alfabético e alfabético, e, ainda, mediante análise da correspondência entre fala e escrita, mais especificamente a representação das vogais orais médias na escrita. Nesta perspectiva, os resultados encontrados apontaram algumas dificuldades enfrentadas pelas crianças em processo inicial de aquisição da escrita, quando da representação escrita das vogais orais médias em posição postônica final, devido à recorrência de processos variáveis na produção oral dessas vogais, e evidenciaram que uma prática de ensino mediada pela relação entre a oralidade e a escrita contribui para o desenvolvimento da consciência fonológica, a qual contribui significativamente no processo de aquisição de escrita, podendo levar a criança à compreensão da transição entre língua oral e língua escrita, mediante o uso consciente da língua. Como proposta de intervenção foram fornecidos subsídios teóricos e práticos aos alfabetizadores, de modo a contribuir para ressignificar a prática pedagógica nas salas de aula de alfabetização, a partir de uma prática de mediação entre a oralidade e a escrita
  • ROSA NÚBIA DE VASCONCELOS LINS
  • A construção do gênero entrevista de 03 e 04 na educação infantil da Rede Municipal de Ensino de João Pessoa
  • Data: 11/08/2014
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  • Esse trabalho, que se insere numa perspectiva sócio-interacionista, tem como objetivo analisar a entrada da criança no gênero entrevista, observando a utilização dos aspectos linguísticos e não-verbais para compreender o uso da oralidade em seus multissistemas. Para desenvolvê-lo teoricamente nos apoiamos em Marcuschi (2001), “A constituição do oral como objetivolegítimo de ensino exige, portanto, antes de tudo, um esclarecimento das práticas orais de linguagem que serão exploradas na escola e uma caracterização das especificidades linguísticas e dos saberes práticos nelas implicados”, e nas teorias sócio-discursivas de Marcuschi (2003) presentes nos gêneros textuais. Para as investigações, tomamos por base o modelo de análise dos textos no quadro teórico do sociointeracionismo proposto por Bakthin (2002) e na concepção de linguagem como interação explicita do por Travaglia (1997) e Faria (2013). Seguimos ainda os estudos sobre o gênero oral considerando os escritos de Melo e Cavalcante (2006) e Dolz e Schneuwly (2004). Nas entrevistas,adotamos as teorias publicadas por Hoffnagel (2003). Nas transcrições utilizamos o Programa Ean, um software gratuito, fácil de ser usado, que permite uma melhor organização e visualização dos dados transcritos. Metodologicamente, partimos de um estudo sobre o uso de estratégias linguísticas, utilizadas por dez (10) crianças de 03 e 04, da Rede Municipal deEnsino de João Pessoa. Posteriormente, nos utilizamos do programa Elan para armazenamento dos dados. Nossa análise aponta para um conhecimento pragmático já sedimentado por parte das crianças do gênero entrevista, bem como uma apresentação do oral em seus multissistemas, isto é, a realização do linguístico com o extralinguístico desde a mais tenra idade. Percebemos nestas investigações as estratégias linguísticas como atividades que se constroem tanto na interação quanto pela interação. Acreditamos que o sucesso das atividades sociais destas crianças esteja diretamente ligado às estratégias linguísticas que os infantes utilizarão na interação social ao longo de suas vidas. Desta forma, a escolha do gênero textual que as crianças se utilizarem para repassarem as suas idéias é fundamental e fará com que o sujeito coenunciador entenda perfeitamente o objetivo da comunicação.
  • MARTA LEONORA BATISTA DOS SANTOS
  • o GÊNERO TEXTUAL RELATO DE EXPERIÊNCIA: ASPECTOS DA COMPETÊNCIA LINGUÍSTICO-DISCURSIVA DO ALUNO DA EJA EM PRODUÇÃO DE TEXTOS
  • Data: 31/07/2014
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  • O projeto desta pesquisa foi desenvolvido no âmbito da Escola Municipal de Ensino Fundamental Ubirajara Targino Botto, vinculada à Secretaria Municipal de Educação e Cultura de João Pessoa. Teve como objetivo principal desenvolver práticas de textos escritos, a partir do gênero textual “Relato de Experiência”, com alunos da Educação de Jovens e Adultos, a fim de ampliar a competência linguístico-discursiva da escrita dos alunos participantes do projeto. Para tanto, fiz uso de atividades inseridas em uma sequência didática, procurando, previamente, diagnosticar as dificuldades na produção escrita dos participantes,quanto aos conhecimentos relativos aos caracteres linguísticos que sustentam o gênero textual “Relato de Experiência”, considerando, para efeito de análise, dados da pesquisa qualitativa. Após esse estudo, comecei a trabalhar o desenvolvimento de determinadas atividades, tais como: leitura, discussão, produção escrita e estudo linguístico- discursivo do referido gênero, sob a ótica dos seguintes teóricos: Koch (2006), Bortoni-Ricardo (2005), Kleiman (2005), Geraldi (2002), Marcuschi(2002) e Soares (2001). Terminada essa fase da sequência foi iniciada a produção final com a reescrita do relato, produzido anteriormente por cada aluno. A aplicabilidade da sequência didática da pesquisa permitiu constatar que a escrita não é um código inatingível para os alunos da Educação de Jovens e Adultos, visto estarem inseridos em um contexto, onde existem histórias individuais e coletivas traduzidas em conhecimentos inerentes ao seu modo de vida social; observou-se, também, que há problemas de aprendizagem nos textos escritos. Para superação das dificuldades apresentadas pelos alunos, trabalhou-se prática de produção escrita, a partir da sequência didática em práticas linguísticas, oportunizando aos alunos o acesso com propriedade a materiais didáticos e, assim, à melhoria da competência textual escrita. Contudo, na fase conclusiva da pesquisa, o aluno jovem e adulto desenvolveu sua escrita com maior fluidez, clareza e experiência. Inclusive, cada aluno inserido no projeto assumiu o seu papel de protagonista da sua história, da sua vida, em sala de aula, no seu contexto social, no mundo.
  • VERA LUCIA DE SOUSA GOMES
  • Conto popular na EJA: práticas de leitura
  • Data: 30/07/2014
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  • A presente dissertação de mestrado consiste em analisar as práticas de leitura nos Ciclos I e II da Educação de Jovens e Adultos. O estudo foi baseado nos princípios da pesquisa-ação, que abrange o planejamento e a execução de atividades, no caso desta pesquisa, práticas de leitura mediadas pelo conto popular. Para uma sucinta contextualização da EJA, utilizamos autores como Gadotti e Romão (2000), Brasil(2001), Ferraz Alves (2008), através destes reconhecemos o surgimento dessa modalidade educacional e dos principais programas destinados a essa clientela. Para fundamentar os tópicos referentes a letramento, leitura e gênero textual, buscamos sustentação teórica em Soares (2003), Ribeiro (2003), Marcuschi (2008), Antunes (2003), autores que discutem o fenômeno do letramento e da leitura numa visão interacionista. Para enriquecimento da discussão sobre o gênero literário conto popular, contamos com a colaboração de Saraiva (2001) e Costa (2009), que muito nos auxiliaram na abordagem desse gênero e na mediação das atividades quando estas foram desenvolvidas. Esse estudo tem como finalidade verificar se as aplicações de atividades de leitura, mediadas pelo conto popular contribuem para o desenvolvimento da compreensão leitora e da narração de histórias pelos alunos. Durante dois meses, distribuídos em dez encontros, alunos do Ciclo I e II da EJA tiveram contatos com contos populares seguidos de atividades planejadas, que culminaram uma gincana do conto na qual foi trabalhada a especificidade do gênero. Os resultados demonstram que a mediação intencional do professor é fator fundamental para a formação de leitores, principalmente, a forma pela qual o processo de leitura é conduzido. Dessa maneira, conclui-se que o grau de importância que é dado aos procedimentos de leitura, na maioria das vezes, determina a produção da oralidade do aluno leitor, acrescentando a essa produção características narrativas do gênero literário conto popular.
  • ANA IZABEL AZEVEDO TEIXEIRA
  • UMA PROPOSTA DE LEITURA COM POEMAS PARA O 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL.
  • Data: 29/07/2014
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  • O objetivo a que nos propomos nesta pesquisa foi verificar se a prática de leitura e a de compreensão do gênero poema é abordada numa dimensão crítico-reflexiva no 5º ano do Ensino Fundamental. Para tanto, observamos, em duas turmas de 5º ano, se o trabalho com o gênero poema trata sobre elementos de aspectos sociais, Semânticos, culturais que se desdobraram além do aspecto estrutural do gênero e a partir dos resultados alcançados, propomos uma reflexão e ampliação do trabalho com o gênero. A metodologia aplicada teve seu foco na pesquisa qualitativa, sendo utilizados procedimentos diretos e indiretos de coleta de dados. Inicialmente, foi realizada uma pesquisa bibliográfica e documental, em seguida, foram aplicados questionários e observadas duas aulas de cada educador(a). Conforme os dados alcançados, constatou-se que as duas docentes não atribuem suficiente significância ao trabalho com o gênero poema, promovendo a leitura e a compreensão desse gênero de modo superficial, tendo em vista os alunos ser privados de questões desafiadoras, reflexivas, inferenciais. A partir desses resultados, buscamos uma reflexão acerca do trabalho docente, apresentando os aspectos não abordados nas aulas observadas, bem como, planejando uma atividade com o gênero poema, de forma que a visão dos docentes fosse ampliada. Além disso, para enriquecer a prática da leitura e atividades com tal gênero, indicamos algumas fontes de pesquisa.
  • MÁRCIA SOARES DE ARRUDA LEITE
  • CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: um olhar reflexivo para re(pensar) o desenvolvimento da oralidade em crianças de quatro e cinco anos de idade
  • Data: 29/07/2014
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  • Apresentamos neste trabalho um projeto de intervenção pedagógica, resultante de uma pesquisa de Mestrado Profissional em Linguística e Ensino da UFPB, cujo tema é: CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: um olhar reflexivo para re(pensar) o desenvolvimento da oralidade em crianças de quatro e cinco anos de idade. Foi desenvolvido em uma instituição de ensino integral de Educação Infantil, sendo referência na rede pública do município de João Pessoa, atendendo, exclusivamente, crianças na idade preterida na pesquisa, iniciando em fevereiro e concluindo em setembro de 2013. Em seu corpus, há todo um delineamento do que foi desenvolvido na escola com doze professoras, incluindo a pesquisadora, através de um trabalho colaborativo, primordial para orientar e promover todos os momentos vivenciados durante sua execução. Este projeto teve como objetivos proporcionar estudos e reflexões sobre o currículo, em especifico, o currículo da Educação Infantil, tendo como foco a oralidade, além de refletir e sensibilizar todas as participantes da importância de se vivenciar a oralidade diariamente no contexto escolar e compartilhar experiências através de oficinas didático-pedagógicas. Utilizamos, como metodologia, a pesquisa qualitativa de cunho colaborativo, evidenciando dados que foram refletidos e analisados num constante diálogo com os aportes teóricos e que são caminhos para uma re(construção) curricular na Educação Infantil, revelando a importância da formação continuada para nosso crescimento pessoal e profissional e anunciando possibilidades de efetivação das práticas das professoras, aliando a estas a alegria e o encanto de estar na instituição de Educação Infantil.
  • MARIA SALETE DE ALMEIDA PATRÍCIO
  • Letramento: um olhar reflexivo de uma professora sobre sua prática pedagógica na EJA
  • Data: 28/07/2014
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  • Esta dissertação resultou de uma pesquisa realizada para o Mestrado Profissional em Linguística e Ensino, no programa de Pós-graduação da Universidade Federal da Paraíba, Campus I. Trata de um estudo embasado na abordagem qualitativa interpretativa com características etnográficas, cujo objetivo geral é investigar a prática pedagógica de uma professora do Ensino de Jovens e Adutos (EJA), dirigida ao letramento. Para a sua realização, foram consideradas informações teóricas veiculadas em trabalhos de Soares (2008. 2010), Leal; Albuquerque; Artur (2010), Tfouni (2010), Kleiman; Signorini (2001), Molica & Leal (2009); Matêncio (1997), Marcuschi (2008), Dolz & Schneuwly (1998), Bronckart (2006), Beato-Canato (2008), Godoy (1995), Bortoni-Ricardo (2009), e Minayo (2012), dentre outros, que contemplam questões voltadas para o processo de letramento. A coleta de dados obedeceu às seguintes etapas metodológicas: aplicação de um questionário; observação e registro do diário de campo, considerando o que se revelou como elementos significativos e norteadores para o estudo, além da participação, da receptividade e da aprendizagem do aluno, do fazer pedagógico da professora e de sua mediação nos trabalhos efetuados para o estudo de campo. Segui-se, ao término dessas etapas, a análise dos registros obtidos. Os resultados apontaram que os saberes adquiridos na escola em favor do letramento do aluno depende, sim, da prática pedagógica do professor que, somada às experiências e aos interesses dos indivíduos-alunos possibilita alcançar níveis de aprendizagem produtivos e diferentes e, consequentemente, determinados níveis de letramento. As aulas tornaram-se mais atrativas, mais organizadas e o próprio professor ministra essas aulas com mais eficiência e menor estresse. A finalidade deste estudo, portanto, foi, em sentido amplo, com base nos resultados alcançados, pretender incentivar outros profissionais a se tornarem pesquisadores de sua própria prática pedagógica a fim de oferecer aos alunos EJA um saber libertador das amarras da exclusão SOCIAL.
  • SILVÂNIA VASCONCELOS DE ALMEIDA CÂNDIDO
  • “A leitura e a escrita nas aulas de matemática: uma experiência vivenciada com crianças dos anos iniciais do ensino fundamental”
  • Data: 28/07/2014
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  • Este é um texto resultante de uma pesquisa para Conclusão de Curso de Mestrado Profissional em Linguística e Ensino da UFPB. A referida pesquisateve como objetivo geral investigar como se dá o processo de letramento matemático de alunos do 4° ano do Ensino Fundamental, a partir da proposição de práticas de leitura e escrita em Matemática. Para alcançar os objetivos pré-estabelecidos foi realizada uma intervenção em uma escola da rede pública de ensino do Município de João Pessoa, através de uma proposta de atividades organizadas em sequências didáticas para o processo de letramento matemático dos alunos. Ao mesmo tempo da intervenção, a proposta almejou verificar como se dá esse processo, tendo assim, caráter intervencionista e analista. Quanto à classificação da pesquisa, se trata de uma pesquisa-ação investigativa que para responder ao problema, quanto aos objetivos é descritiva, e quanto à abordagem, está classificada em pesquisa qualitativa. Os instrumentos de coleta de dados usados como base para as reflexões foram as observações da ação do professor em sala de aula, atividades práticas (vivências em Oficinas didático-pedagógicas) e registros no diário de bordo da pesquisadora. Para realizar as análises das atividades desenvolvidas pelos alunos investigados, referenciamos alguns autores, entre eles Smole e Diniz (2001), etomamos por base cinco categorias que elegemos como orientadoras do processo (características do gênero, adequação linguística, textualidade, assimilação de conteúdos, enunciado e letramento matemático). Nessa tentativa de ampliar as novas visões sobre a formação matemática dos alunos nos anos iniciais, se buscou apresentar reflexões a alguns questionamentos sobre as dificuldades mais frequentes dos alunos no que diz respeito à leitura, à escrita, à interpretação e à resolução de problemas em Matemática. Os pressupostos teóricos da pesquisa foram baseados em: Fonseca (2005), Minayo (2012), Nacarato (2011), Smole e Diniz (2001), Vygotsky (1998) e outros.
  • ALICE D ALBUQUERQUE TORREAO
  • Texto multimodal nas atividades de leitura do livro didático
  • Data: 23/07/2014
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  • A presente pesquisa tem como objetivo analisar como as atividades de leitura dos textos multimodais, do livro didático de Português do 2º ano do Ensino Fundamental, exploram a leitura multimodal de maneira que contribuam para o letramento multimodal. Para isso, selecionamos, para análise, os textos multimodais verbo-visuais presentes no livro didático de Português, observamos as atividades de leitura dos textos selecionados e analisamos como as atividades de leitura contribuem para desenvolver as capacidades leitoras específicas para o letramento multimodal. Esta investigação é caracterizada como uma pesquisa de cunho descritivo-analítico, adotando uma metodologia de abordagem quali-quantitativa. Na análise encontramos quatro grandes categorias para relacionar as imagens aos textos: Categoria 1- quando um texto não menciona nem direciona a leitura de uma imagem, nem podemos inferir uma relação entre os dois, dizemos que o texto não remete à imagem; neste caso, a imagem não possui ligação com os textos que a cercam (a imagem não ilustra o texto). Quando um texto não menciona diretamente uma imagem, mas podemos inferir sua relação com ela, dizemos que o texto remete indiretamente à imagem: Categoria 2 - a imagem possui relação com o texto, mas não lhe acrescenta nenhuma informação (a imagem apenas ilustra o texto) e Categoria 3 - a imagem, além de ilustrar, auxilia no entendimento de um determinado texto (ilustra e influencia no entendimento do texto). Ainda temos a Categoria 4 - quando um texto faz menção explícita a uma imagem dizemos que esse texto remete diretamente à imagem, portanto, esta é necessária para que se depreenda sentido de um texto (a imagem interage com o texto). Como resultados, encontramos que dos 23 textos analisados, 17 (74%) não exploram a imagem/ilustração. E desses 17 textos, 8, além de não explorarem a imagem/ilustração em suas atividades, o LD não oferece sugestões de ações voltadas a essa exploração. Isso significa que a imagem assume função meramente ilustrativa em 34,8% dos textos multimodais analisados, ou seja, além desses textos não explorarem a imagem/ilustração em suas atividades, não há sugestões de ações voltadas a essa exploração por parte do LD. Portanto, com referência à mobilização das capacidades leitoras visuais, a partir das atividades de leitura, podemos afirmar que o material didático não as efetiva em sua plenitude, embora apontem para um trabalho em que a linguagem visual seja levada em consideração. Por fim, podemos concluir que esta pesquisa irá contribuir para a melhoria do ensino, pois incentivará os professores a explorarem os textos multimodais, desenvolvendo habilidades na leitura desses textos pelos alunos, de maneira mais abrangente e enriquecedora, possibilitando sua interação em diferentes ambientes sociais ao utilizarem diferentes linguagens de forma significativa e coerente.
  • FLÁVIA SIRINO DE OLIVEIRA
  • LETRAMENTO DIGITAL: A PRÁTICA DE LEITURA E DE ESCRITA MEDIADA PELO BLOG.
  • Data: 23/07/2014
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  • Através desta pesquisa, objetivo sugerir como utilizar o blog nas aulas de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental II, enquanto recurso e estratégia pedagógica no desenvolvimento do letramento digital. Busco alcançar este objetivo através dos seguintes objetivos específicos: Propor o uso do blog educacional nas aulas de Língua Portuguesa; Relatar as experiências de uso do blog educacional, “A Leitura Liberta”, na mediação do processo de ensino-aprendizagem; Compreender como as ideias pedagógicas de aprendizagem são pensadas e incorporadas na construção e uso dos blogs. O blog “A Leitura Liberta” foi criado em 28 de julho de 2010, sendo, desde o início, pensado para ser colaborativo, pedagógico e interativo. Os trabalhos realizados nesse ambiente digital são guiados por projetos educativos. A pesquisa foi aplicada na EMEF Leônidas Santiago, localizada no bairro do Rangel, em João Pessoa-PB, com 118 alunos. Quanto aos procedimentos metodológicos, utilizei o estudo bibliográfico e etnográfico. A abordagem qualitativa possibilitou o envolvimento cooperativo e interativo entre o pesquisador e o objeto de estudo. Escolhi trabalhar com o blog por ele possibilitar ao aluno um trabalho coletivo, permitindo a construção de novos saberes. Quanto aos resultados, observei, dentre outros, que os alunos adquiriram competências e autonomia que lhes permitiram lidar com questões relativas ao design visual, à interação e à navegação e aprenderam a fazer uso de estratégias cognitivas e metacognitivas que permitiram o direcionamento, a organização, o monitoramento e a avaliação crítica da construção do conhecimento, no ciberespaço. Portanto, o blog é um ambiente que possibilita debates, estimula a comunicação, a democratização de ideias, dissemina informações e proporciona a apreensão de conhecimentos com liberdade de expressão.
  • WILDERLANE COSTA DE OLIVEIRA
  • Identidades de gênero e currículo: o currículo veiculado nos livros didáticos
  • Data: 22/07/2014
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  • Este trabalho de pesquisa tem como propósito verificar quais os discursos sobre as constituições das identidades de gênero que perpassam os livros didáticos de língua portuguesa utilizados nas turmas do 1º ao 5º ano, na rede municipal da prefeitura de João Pessoa. O trabalho foi desenvolvido observando os contextos e contribuições das teorias acerca da identidade, gênero e análise do discurso. Esses conhecimentos teóricos proporcionaram condições de identificar e apreender as relações dos gêneros que se estabeleceram nas imagens e textos analisados. A análise constituiu-se na erificação interpretação das representações acerca das identidades de gênero presentes nos textos e imagens ilustrativas. Quantitativamente, foram utilizados cinco livros didáticos nos quais foi realizado, inicialmente, um levantamento das representações e textos correlacionados com a temática em estudo, sendo elencados 21 imagens e 19 textos que representaram as relações das identidades de gênero. O resultado da análise possibilitou a constatação de que existe uma tendência de equiparação quantitativa de representações dos gêneros masculino e feminino, no entanto,o contexto e as relações estabelecidas entre eles ainda favorecem o processo da hegemonia masculina. Tal onstatação reforça a necessidade de um novo olhar sobre as práticas de leiturarealizadas nos diversos aportes textuais, de forma que possibilite desnaturalizar as relações que se estabelecem entre os gêneros na sociedade.
  • MARCELA BANDEIRA DE MELLO ALMEIDA
  • LIVRO DIDÁTICO DE LÍNGUA PORTUGUESA: IMPLICAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE AVALIAÇÃO E ENSINO
  • Data: 21/07/2014
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  • Na busca pelo aprofundamento e ampliação das perspectivas teóricas e metodológicas dos estudos que envolvem o livro didático de língua portuguesa em processos de avaliação e ensino, defendemos no presente estudo de natureza quantitativa e qualitativa, a necessidade de analisá-lo em um campo interdisciplinar de modo a envolver a participação do professor que se constitui como o principal sujeito intermediador entre o aluno e o livro didático. A presente pesquisa investigou a ocorrência das questões avaliativas contidas nos livros didáticos de língua portuguesa de coleções dos anos iniciais do ensino fundamental aprovadas pelo Programa Nacional do livro Didático para o período 2013, 2014 e 2015, divididas em quatro segmentos sendo estes: leitura, escrita, oralidade e gramática, considerando a centralidade do livro didático em processos pedagógicos decisórios no que diz respeito às ações de avaliação e ensino da língua. O quadro teórico contempla autores voltados para a avaliação: Demo (2012), Esteban (2003), Depresbiteris (1991); ao ensino da língua portuguesa Antunes (2003), Soares (2004), Travaglia (2009), Porto (2009) e ao livro didático como objeto de pesquisa: Choppin (2004), Dell ́Isolla (2008), Lajolo (2006), Batista (2001), entre outros. A análise do tema apresentará contribuição nas áreas de: Linguística, Linguística Aplicada e Educação, uma vez que acreditamos que a abordagem de questões pertinentes ao ensino da língua e à avaliação exige do pesquisador um estudo de caráter interdisciplinar. Apresentam as discussão sobre concepções de avaliação nas aulas de língua portuguesa e concepções de ensino da língua portuguesa e a relação entre concepções e prática docente. Esta pesquisa realizou ainda breve discussão a respeito das questões que envolvem a formação docente a fim de recobrir as diversas vertentes existentes sobre o tema. Realizamos ainda investigação sobre concepções de avaliação e ensino contidas nos manuais do professor que são anexos aos livros didáticos. Considerando a relevância das pesquisas voltadas para a avaliação e para o ensino da língua portuguesa pretendemos contribuir para os debates educacionais e linguísticos e para a revisão de concepções de avaliação e ensino na prática docente. As conclusões do estudo apontam para uma maioria de questões propostas pelas coleções analisadas como de escrita e leitura sendo as de oralidade pouco exploradas por alguns autores e as de gramática praticamente inexistentes no ciclo de alfabetização. As concepções de avaliação da aprendizagem apresentaram-se predominantemente formativas, sendo que houve variações terminológicas já que alguns autores denominaram sua proposta de avaliação de base processual ou mediadora. Evidenciou-se também que os sujeitos desta pesquisa se mostram comprometidos com uma abordagem teórico-metodológica de avaliação e ensino que privilegie a aprendizagem significativa e que a utilização do livro didático como recurso pedagógico em sala de aula deve ocorrer concomitante ao uso de outros recursos didáticos que ampliarão as possibilidades de ensino e aprendizagem em âmbito escolar.
  • DÉBORA DE LIMA RIBEIRO
  • Avaliação da aprendizagem e sequência didática no ensino de produção escrita: aspectos formativos
  • Data: 21/07/2014
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  • A prática docente deve buscar a melhoria do processo de ensino e aprendizagem, assim como os profissionais da área devem buscar por um ensino de qualidade. E para tanto é necessário rever constantemente seus modos de ensinar os conteúdos didáticos analisando sua eficiência. Neste sentido, percebemos que as novas estratégias metodológicas de ensino de produção escrita através da utilização de gêneros textuais e a execução de sequências didáticas são ferramentas que podem auxiliar o professor no desenvolvimento de sua prática docente. O correto tratamento das concepções linguísticas e suas influências no ensino, assim como o conhecimento de quais as práticas são mais adequadas para trabalhar os diversos gêneros em sala de aula são muito importantes, mas nem sempre é tarefa fácil faze-lo, isso porque existem muitas dúvidas. Entretanto, com investimento em formação continuada acerca das concepções e estratégias disponíveis, é possível auxiliar os educadores em seu processo formativo, para que os mesmos possam promover melhorias no processo de ensino e aprendizagem. Neste trabalho foi discutida a prática docente e o ensino de produção escrita mediada pelas sequências didáticas e a avaliação formativa, contando com a concepção do interacionismo Sociodiscursivo, no intuito de promover ações que podem contribuir para o desenvolvimento da habilidade de escrita dos alunos através do trabalho com sequências didáticas, desenvolvidas em módulos que surgem a partir de avaliações feitas anteriormente e durante o processo e que favorecem e norteiam as intervenções necessárias. Além da contextualização teórica, o trabalho apresenta uma análise de conteúdo que visa esclarecer os educadores a respeito do desenvolvimento de estratégias de ensino.
  • AILZA DE FREITAS OLIVEIRA
  • AVALIAÇÃO DA LINGUAGEM ESCRITA NAS PRÁTICAS DE LETRAMENTO DO PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO
  • Data: 21/07/2014
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  • Este trabalho tem como objetivo primeiro buscar contribuir com as reflexões sociointeracionistas acerca das linguagens com foco na avaliação da linguagem escrita e nos letramentos. Investigando a presença da linguagem escrita nas praticas de letramentos do Programa Mais Educação no município de João Pessoa, por intermédio dos instrumentos de investigação (questionários e observação) da oficina de Letramento, integrante do macrocampo de Acompanhamento Pedagógico na Escola Municipal Seráfico da Nóbrega. Como aporte teórico em relação ao aspecto sociointeracionista das linguagens e da linguagem escrita, especificamente, a pesquisa foi respaldada em posições que nos apontam ao mesmo tempo individuais e coletivos, com condicionantes linguísticos micros e macro sociais. Em relação aos letramentos, concordamos, ao longo do trabalho, com as afirmativas que defendem os graus de letramentos. No tocante a Avaliação, pesquisamos em sintonia com as posições de que a avaliação promove aprendizagem organizacional e auxilia na melhoria das ações desenvolvidas, atuando como partícipe do planejamento. Concluída a pesquisa e analisados os dados coletados, nossas considerações indicam que a avaliação da linguagem escrita nas práticas de letramentos no PME, aponta para compreendermos que a avaliação, as linguagens, a linguagem escrita, os letramentos e o planejamento são vistos como atos processuais. Assim, processo, é a palavra que abriga a postura adequada nas atividades que pesquisamos
  • AILZA DE FREITAS OLIVEIRA
  • AVALIAÇÃO DA LINGUAGEM ESCRITA NAS PRÁTICAS DE LETRAMENTO DO PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO
  • Data: 21/07/2014
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  • Este trabalho tem como objetivo primeiro buscar contribuir com as reflexões sociointeracionistas acerca das linguagens com foco na avaliação da linguagem escrita e nos letramentos. Investigando a presença da linguagem escrita nas praticas de letramentos do Programa Mais Educação no município de João Pessoa, por intermédio dos instrumentos de investigação (questionários e observação) da oficina de Letramento, integrante do macrocampo de Acompanhamento Pedagógico na Escola Municipal Seráfico da Nóbrega. Como aporte teórico em relação ao aspecto sociointeracionista das linguagens e da linguagem escrita, especificamente, a pesquisa foi respaldada em posições que nos apontam ao mesmo tempo individuais e coletivos, com condicionantes linguísticos micros e macro sociais. Em relação aos letramentos, concordamos, ao longo do trabalho, com as afirmativas que defendem os graus de letramentos. No tocante a Avaliação, pesquisamos em sintonia com as posições de que a avaliação promove aprendizagem organizacional e auxilia na melhoria das ações desenvolvidas, atuando como partícipe do planejamento. Concluída a pesquisa e analisados os dados coletados, nossas considerações indicam que a avaliação da linguagem escrita nas práticas de letramentos no PME, aponta para compreendermos que a avaliação, as linguagens, a linguagem escrita, os letramentos e o planejamento são vistos como atos processuais. Assim, processo, é a palavra que abriga a postura adequada nas atividades que pesquisamos
  • ENILDO DA PAIXÃO RODRIGUES
  • Violência, diversidade sociocultural e subjetividades: as discursividades em narrativas de educadores(as)
  • Data: 18/07/2014
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  • Este estudo tem como objeto a análise de sentidos do fenômeno da violência produzida em uma escola pública da cidade de João Pessoa. Para isso, problematizamos recursos linguísticos de narrativas de educadores da instituição, gerados em grupos focais e em questionário, com omaterialidades linguísticas produzidas especificamente para esta investigação. Assim, adotou-se como questão norteadora: Em que medida as narrativas dos profissionais de educação da escola expõem sentidos de violência escolar, suas tipificações, causas e consequências? Por isso , foram investigados recursos linguístico-discursivos dos depoimentos que versaram sobre a temática, sobretudo, aqueles cujas discursividades apontaram atitudes comportamentais de violência em função de intolerância com traços identitários da diversidade cultural presente na unidade de ensino. A pesquisa se insere na área da Linguística Aplicada e adota a concepção de linguagem como prática social (MOITA LOPES, 2006). A investigação perfilha noções da Análise do Discurso Francesa (AD) sobre discurso e interdiscurso e teorizações foucaultianas acerca de formação e práticas discursivas, modos de subjetivação e dispositivos de regulação, normalização e condução dos sujeitos nas instituições sociais. As discursividades analisadas indicaram que a violência produzida na escola é oriunda de situações diversificadas, sobremaneira, atitudes preconceituosas e discriminatórias de pertencimentos relativos à diversidade cultural. Neste sentido, sugeriram a necessidade de redimensionamento das práticas discursivas e pedagógicas produzidas e circulantes na instituição escolar.
  • MARIA ZULEIDE ABRANTES SOARES
  • A PRÁTICA AVALIATIVA NA PRODUÇÃO TEXTUAL ESCRITA DOS DISCENTES NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
  • Data: 14/07/2014
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  • Este estudo tem como objetivo geral analisar as concepções e as práticas avaliativas do professor frente aos desvios dos alunos do Ciclo de Aprendizagem correspondente ao 1o, 2o e 3o anos, denominado também de Ciclo de Alfabetização) na produção textual escrita. Para isso, nos apoiamos teoricamente em autores como: Marcushi (2008), Fiorin (2002), Weisz (2002), Martelota (2011), Hoffman (1999), Luckesi (1995), Perrenoud (1991), Estebam (2003), Soares (1998, 2004) Ferreiro, (1988), Freitas (2003), Rojo (2009), Dolz e Schneuwly(2004), entre outros. Nosso trabalho defende uma abordagem sociointeracionista de língua, uma concepção de avaliação na perspectiva formativa e desenvolveu uma abordagem metodológica de pesquisa qualitativa, que foi realizada numa escola pública municipal de João Pessoa, com uma professora que leciona no 2o ano do Ciclo de Aprendizagem. Para a realização dessa pesquisa, foram utilizados os seguintes instrumentos: observação em sala de aula, entrevista gravada em áudio e recolhidas práticas de produção escrita dos cadernos de dois alunos, para a coleta de dados, que foram analisados a partir da proposta do PNAIC, Programa de Formação Continuada lançado no ano de 2012 pelo MEC para os alfabetizadores dos sistemas de ensino público do país. O resultado das análises aponta que apesar dos avanços no discurso da professora, mesmo que timidamente efetivados na sua prática pedagógica, ainda existem desafios na transposição didática, na perspectiva de um ensino reflexivo, pelo menos no que diz respeito à produção textual escrita.
  • MARIA IRLANE SOARES DE LIMA
  • Sequência didática em uma turma do 2º ano do ensino fundamental no município de João Pessoa: uma proposta de intervenção
  • Data: 14/07/2014
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  • Esta pesquisa tem como objetivo principal propor duas intervenções no ensino de língua materna, por meio do procedimento sequência didática, fundamentado por Scheneuwly e Dolz (1997), em uma turma do 2º ano do ensino fundamental, no município de João Pessoa. Esperamos contribuir para que o trabalho com a produção textual escrita a partir das sequências didáticas possibilitem uma aprendizagem sistemática e reflexiva com os gêneros textuais ensinados aos alunos.
  • LEANDRO FERREIRA DOS SANTOS
  • Uma experiência didática com o texto argumentativo no Ensino Fundamental: o uso dos operadores argumentativos
  • Data: 30/06/2014
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  • Esta pesquisa fundamenta-se em estudos da Semântica Argumentativa e da Linguística textual. O foco principal recai sobre a argumentação e a organização textual, objetivando observar o uso, bem como o avanço na utilização dos operadores argumentativos que alunos do Ensino Fundamental fizeram em produções textuais do gênero artigo de opinião. Os textos coletados foram produzidos em momentos distintos. No primeiro momento, os alunos produziram livremente, a partir de um tema polêmico que eles próprios selecionaram. Para que a segunda produção fosse encaminhada, foram desenvolvidas propostas de atividades que visavam contribuir para um uso mais proficiente dos operadores argumentativos e, para isso, apoiamo-nos no uso da sequência didática proposta por Dolz, Schneuwly e Noverraz (2010). Como embasamento teórico, nos referenciamos nos autores Ducrot (1987,1988), Espíndola (2003), Garcia (2010), Marcuschi (2008), Koch (2000,2011), Nascimento (2012) e Cabral (2011). A argumentação será tratada a partir dos estudos desenvolvidos pelo francês Oswald Ducrot. A TAL (Teoria da Argumentação na Língua) baseia-se na noção de que a argumentatividade está inserida na própria forma linguística. Nos dois momentos da coleta do corpus, o trabalho foi desenvolvido levando-se em conta a teoria socionteracionista da linguagem, que considera um contexto amplo que envolve a escrita, isto é, um processo do qual faz parte um sujeito que escreve, com uma finalidade, visando estabelecer uma interação com o interlocutor. O trabalho apresentado é fruto de uma pesquisa ação, tendo em vista que sou professor dos alunos cujos textos compuseram o corpus para a análise, além de ser também o pesquisador. A análise dos textos produzidos seguiu procedimentos qualitativos. No primeiro momento, procurou-se identificar a ocorrência dos operadores argumentativos nas duas versões do gênero artigo de opinião e a diversidade de formas, objetivando quantificar tanto os operadores quanto as formas. Em um segundo momento, a análise concentrou-se no uso desses operadores visando observar se o emprego dos mesmos atendeu ao propósito comunicativo almejado. Dessa forma, nessa análise, foi possível verificar se houve uma adequada articulação textual no sentido de uma apropriação desses operadores e o seu efetivo emprego, assim como também se as relações discursivas estabelecidas foram construídas para um melhor encaminhamento da argumentatividade.
  • MARIA JOSE OLIVEIRA ARAÚJO
  • A VARIAÇÃO LINGUÍSTICA EM SALA DE AULA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO REFLEXIVA SOBRE O PRECONCEITO LINGUÍSTICO
  • Data: 18/06/2014
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  • O presente trabalho tem como objetivo principal apresentar uma reflexão sobre os diferentes modos de falar presentes no espaço escolar. Tem como foco o respeito às variações do português, livre de qualquer preconceito e busca contribuir para melhorar o ensino da língua materna. Para a concretização deste estudo de pesquisa- ação, apoiam o -nos nos pressupostos da Sociolinguística Variacionista, iniciada por Labov, que desencadeou propostas de ensino da língua, pautadas na correlação entre língua e sociedade, bem como nas contribuições para o ensino da língua materna, neste contexto teórico, e por estudiosos brasileiros como Bortoni-Ricardo (2005; 2008), Marcos Bagno (2005; 2007), entre outros. A turma participante deste estudo são alunos do 5º ano de uma das Escolas da Rede Municipal de Ensino da cidade de João Pessoa. Com o foco no princípio da heterogeneidade da língua, direcionamos nossas ações pedagógicas de caráter interacional em sala de aula, para refletir sobre o “adequado” e “não adequado” no que se refere à língua conforme a situação de comunicação. Assim, buscamos apresentar a norma culta oral e escrita para os alunos, com critérios e métodos definidos que levem à reflexão e não permitam o preconceito, pois acreditamos que, sendo linguístico, também é social . Esperamos através deste estudo ter suscitado um novo olhar sobre o preconceito linguístico, que este possa aos poucos ser minimizado na sociedade, e é na escola que este trabalho deve começar na busca por uma sociedade onde não mais existam pessoas que sejam estigmatizadas pelo uso que fazem da fala. A experiência mostrou que o trabalho com a variação linguística, com foco no combate ao preconceito linguístico, pode ser uma ferramenta pedagógica eficaz, por ser uma nova proposta de ensino da língua portuguesa consoante aos PCN que busca uma maior consciência linguística
  • MARIA JOSE OLIVEIRA ARAÚJO
  • A VARIAÇÃO LINGUÍSTICA EM SALA DE AULA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO REFLEXIVA SOBRE O PRECONCEITO LINGUÍSTICO
  • Data: 18/06/2014
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  • O presente trabalho tem como objetivo principal apresentar uma reflexão sobre os diferentes modos de falar presentes no espaço escolar. Tem como foco o respeito às variações do português, livre de qualquer preconceito e busca contribuir para melhorar o ensino da língua materna. Para a concretização deste estudo de pesquisa- ação, apoiam o -nos nos pressupostos da Sociolinguística Variacionista, iniciada por Labov, que desencadeou propostas de ensino da língua, pautadas na correlação entre língua e sociedade, bem como nas contribuições para o ensino da língua materna, neste contexto teórico, e por estudiosos brasileiros como Bortoni-Ricardo (2005; 2008), Marcos Bagno (2005; 2007), entre outros. A turma participante deste estudo são alunos do 5º ano de uma das Escolas da Rede Municipal de Ensino da cidade de João Pessoa. Com o foco no princípio da heterogeneidade da língua, direcionamos nossas ações pedagógicas de caráter interacional em sala de aula, para refletir sobre o “adequado” e “não adequado” no que se refere à língua conforme a situação de comunicação. Assim, buscamos apresentar a norma culta oral e escrita para os alunos, com critérios e métodos definidos que levem à reflexão e não permitam o preconceito, pois acreditamos que, sendo linguístico, também é social . Esperamos através deste estudo ter suscitado um novo olhar sobre o preconceito linguístico, que este possa aos poucos ser minimizado na sociedade, e é na escola que este trabalho deve começar na busca por uma sociedade onde não mais existam pessoas que sejam estigmatizadas pelo uso que fazem da fala. A experiência mostrou que o trabalho com a variação linguística, com foco no combate ao preconceito linguístico, pode ser uma ferramenta pedagógica eficaz, por ser uma nova proposta de ensino da língua portuguesa consoante aos PCN que busca uma maior consciência linguística
  • ERIVAN LOPES TOME JUNIOR
  • Linguagem e Redes Sociais: o facebook como espaço de aprendizagem da língua portuguesa para alunos surdos
  • Data: 06/05/2014
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  • A internet é hoje um dos meios de difusão de mensagens mais acessíveis e, desse modo, sua linguagem se propagou e se tornou globalizada. Nesse contexto, também, insere-se o Facebook, uma rede social que pode fornecer aos alunos surdos a oportunidade de apresentar suas ideias, conduzir discussões on-line e colaborar de forma efetiva para o aprendizado do ensino de língua portuguesa a partir do uso das tecnologias digitais contemporâneas. Assim, esta pesquisa se propõe a contribuir para dimensionar alguns aspectos das dinâmicas de inclusão dos alunos surdos, através do uso do Facebook. O uso dessa rede social, apresenta-se como uma das possibilidades que pode contribuir com o letramento digital e mais especificamente, com a prática da leitura e da escrita do público-alvo em tela. O objetivo específico é apresentar esses mecanismos como um aliado dos educadores nas diversas salas de aula desse país. A pesquisa enquadra-se no processo etnográfico, baseado no modelo descritivo e exploratório, já que após o experimento, utilizou-se tais métodos para a organização e interpretação dos resultados, analisando o uso do Facebook, com participação efetiva dos alunos surdos e do professor pesquisador. Durante as participações foram observadas as postagens, as publicações e as interações ocorridas com outros usuários. Diante de tudo isso, pode-se afirmar que a interação estabelecida através do Facebook encurta distâncias, transpõe barreiras e inaugura um modo totalmente inédito de estabelecer a comunicação entre internautas no ciberespaço. Durante a pesquisa percebeu-se que o Face estabeleceu uma nova maneira de se comunicar pela internet. Confirmando, assim, seu papel de disseminador de conhecimentos múltiplos e diversificados
  • ERIVAN LOPES TOME JUNIOR
  • Linguagem e Redes Sociais: o facebook como espaço de aprendizagem da língua portuguesa para alunos surdos
  • Data: 06/05/2014
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  • A internet é hoje um dos meios de difusão de mensagens mais acessíveis e, desse modo, sua linguagem se propagou e se tornou globalizada. Nesse contexto, também, insere-se o Facebook, uma rede social que pode fornecer aos alunos surdos a oportunidade de apresentar suas ideias, conduzir discussões on-line e colaborar de forma efetiva para o aprendizado do ensino de língua portuguesa a partir do uso das tecnologias digitais contemporâneas. Assim, esta pesquisa se propõe a contribuir para dimensionar alguns aspectos das dinâmicas de inclusão dos alunos surdos, através do uso do Facebook. O uso dessa rede social, apresenta-se como uma das possibilidades que pode contribuir com o letramento digital e mais especificamente, com a prática da leitura e da escrita do público-alvo em tela. O objetivo específico é apresentar esses mecanismos como um aliado dos educadores nas diversas salas de aula desse país. A pesquisa enquadra-se no processo etnográfico, baseado no modelo descritivo e exploratório, já que após o experimento, utilizou-se tais métodos para a organização e interpretação dos resultados, analisando o uso do Facebook, com participação efetiva dos alunos surdos e do professor pesquisador. Durante as participações foram observadas as postagens, as publicações e as interações ocorridas com outros usuários. Diante de tudo isso, pode-se afirmar que a interação estabelecida através do Facebook encurta distâncias, transpõe barreiras e inaugura um modo totalmente inédito de estabelecer a comunicação entre internautas no ciberespaço. Durante a pesquisa percebeu-se que o Face estabeleceu uma nova maneira de se comunicar pela internet. Confirmando, assim, seu papel de disseminador de conhecimentos múltiplos e diversificados