CCS - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA (PPGFIS)

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

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Banca de DEFESA: VITORIA FERREIRA CALADO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: VITORIA FERREIRA CALADO
DATA: 29/09/2026
HORA: 16:00
LOCAL: Sala 02
TÍTULO: Efeitos da estimulação magnética transespinal em pessoas com doença de Parkinson: um estudo de dosimetria
PALAVRAS-CHAVES: Doença de Parkinson. Equilíbrio Postural. Estimulação Magnética.
PÁGINAS: 125
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Fisioterapia e Terapia Ocupacional
RESUMO: Alterações do equilíbrio postural são sintomas frequentes na doença de Parkinson. Objetivo: Analisar o efeito do aumento na dosagem (quantidade de pulsos da estimulação magnética transespinal theta-burst - iTBS), sobre o equilíbrio postural (EP) de pessoas com doença de Parkinson (pDP). Métodos: Ensaio clínico aleatorizado, duplo-cego com dois grupos: Grupo A, submetido à iTBS com 20 trens, e Grupo B, submetido à iTBS com 60 trens. A estimulação foi aplicada sobre a décima vértebra torácica (T10), intensidade correspondente a 100% do limiar motor abdominal, associada ao treinamento de marcha em esteira (TM), durante cinco dias. Os pDP foram avaliados no início do estudo (AV0), após a última sessão de intervenção (AV1) e quatro semanas após a intervenção (AV2). O desfecho primário foi o EP, escore total do Mini-Balance Evaluation Systems Test (MiniBEST). Os desfechos secundários foram a função motora - FM (Movement Disorder Society-Unified Parkinson’s Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências da Saúde Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia/PPGPFis Disease Rating Scale, parte III -MDS-UPDRS III), Deslocamento do centro de gravidade (Biodex balance System), Medo de cair (FES-I), Sintomas não motores (NMSS), Resultados: Foram incluídos 32 participantes com DP, com idade média de 61,9 ± 2,13 anos no Grupo A e 65,0 ± 2,29 anos no Grupo B. No Grupo A, média de 1.1 ± 1.95 quedas , o escore total do MiniBEST foi de 22,4 (IC95%: 20,1–24,7) na AV0, 24,0 (IC95%: 21,8–26,2) na AV1 e 23,6 (IC95%: 21,3–25,8) na AV2. No Grupo B, os valores foram de 23,3 (IC95%: 20,9–25,6), 24,8 (IC95%: 22,6–27,1) e 24,5 (IC95%: 22,2–26,8), respectivamente. Não foi observada diferença significativa entre os grupos (P = 0,41). Ambos os grupos apresentaram melhora do EP ao longo do tempo. A manutenção dos efeitos após quatro semanas foi observada. Não houve diferença entre os grupos na função motora. Foram relatados eventos adversos leves e transitórios. Conclusão: A associação da iTBS ao TM (por 20 trens ou por 60 trens) produz efeitos semelhantes sobre o EP e a FM de pDP. Sugere-se que o protocolo de quatro minutos pode ser uma alternativa para otimizar o tempo de intervenção e garantir melhora do EP
MEMBROS DA BANCA:
Presidente(a) - 2175138 - ADRIANA CARLA COSTA RIBEIRO CLEMENTINO
Externo(a) à Instituição - ANA PAULA FONTANA
Interno(a) - 2425533 - PALLOMA RODRIGUES DE ANDRADE