CCS - PROGRAMA ASSOCIADO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA (PAPGEF)

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

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Banca de DEFESA: Ruti Santos de Melo Macaiba

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: Ruti Santos de Melo Macaiba
DATA: 29/01/2026
HORA: 09:00
LOCAL: Sala de Defesa do Prédio de Pós-graduação em Educação Física no Centro de Ciências da Saúde- CCS
TÍTULO: PROPOSTA PARA DETERMINAÇÃO DAS ALTURAS DE BARREIRAS E DO VOLUME DE SALTOS NUMA SESSÃO DE TREINAMENTO PLIOMÉTRICO: um estudo com jovens atletas universitários
PALAVRAS-CHAVES: Palavras-chave: Treinamento pliométrico, força muscular, carga de treinamento.
PÁGINAS: 53
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Educação Física
RESUMO: RESUMO Introdução: O treinamento pliométrico (TP) é utilizado para desenvolver, fundamentalmente, a potência muscular, sendo essencial em esportes que envolvem atividades explosivas, como os saltos. A eficácia do TP depende do manejo e da individualização de componentes da carga no desempenho; um exemplo específico é a determinação da altura ótima de barreiras (AOB), assim como o volume de treinamento. Objetivo: Individualizar a altura das barreiras e o volume de saltos em uma sessão de TP. Métodos: Foram avaliados 11 atletas universitários, estudantes de Educação Física, com idades entre 18 e 30 anos, praticantes de modalidades coletivas. O desenho experimental inclui cinco sessões: duas de familiarização, duas de determinação da AOB, medida por meio de tapetes de contato e outra de determinação do volume de saltos/ressaltos com barreiras individualizadas na Sessão de Treinamento, variando de 20 a 100 cm. A AOB foi calculada pela maior relação entre a altura de ressalto e o tempo de contato (IFR), com o volume de saltos ajustado conforme a capacidade individual. Após a coleta de dados, foi gerado um banco de dados no programa Excel e o transferido para o software SPSS 20.0 para análise exploratória. Foi utilizado o CCI3,1 para confiabilidade dos dados entre a 3 e 4 sessões e também na sessão de treino para verificação da confiabilidade intraséries e interséries. utilizado o teste Anova two Way para identificar possíveis diferenças no desempenho entre as séries na sessão de treino ou seu correspondente não paramétrico. O volume de saltos foi determinado pela frequência de saltos nas séries da sessão de treinamento. O nível de significância adotado foi de 5% (p<0,05). Resultados: A AOB1 obteve um nível moderado (0,672) de confiabilidade relativa, enquanto a AOB2 um nível bom (0,812). O IFR1 e o IFR2 2, níveis moderado e bom, respectivamente. A confiabilidade relativa da sessão de treino atingiu níveis excelentes (≥ 0,90) intrasérie e intersérie, enquanto o número de contatos (série 1 vs série 2) alcançou valor moderado. A variabilidade intraséries e interséries atingiu valores baixos (10 e 13%, respectivamente), considerados satisfatórios se consideramos a tarefa e a amostra utilizada. O volume total de saltos apresentaram elevada variabilidade interindividual (52,08 e 52,24%, série 1 e série 2, respectivamente), com variações de até 70 cm na altura das barreiras e volumes oscilando entre 9 e 117 contatos totais. O número médio total de contatos da sessão de treino foi de 75 ± 33,31 contatos. Conclusão: foi possível determinar a altura das barreiras de forma individualizada, embora houvesse uma confiabilidade relativa moderada na altura da barreira 1, A sessão de treinamento individualizada demonstrou uma excelente confiabilidade e uma baixa variabilidade quando considerada as duas séries de treinamento , O método para determinação das alturas ótimas por meio do IFR como parâmetro foi bastante satisfatório, ponderando-se o resultado encontrado para a confiabilidade da AOB1 que, espera-se que seja minimizado com o aumento do n amostral.
MEMBROS DA BANCA:
Externo(a) à Instituição - LUCAS DANTAS MAIA FORTE
Interno(a) - 1228470 - MARIA DO SOCORRO BRASILEIRO SANTOS
Presidente(a) - 1755748 - YTALO MOTA SOARES