PROGRAMA ASSOCIADO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA (PPGFON)

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

Telefone/Ramal
32167831

Dissertações/Teses


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2020
Descrição
  • MILLENA IRLEY BATISTA DA SILVA
  • VOZ E CONDIÇÕES DE TRABALHO DE TELEOPERADORES DE EMERGÊNCIAS NO PERÍODO DE DISTANCIAMENTO SOCIAL DEVIDO AO COVID-19
  • Orientador : MARIA FABIANA BONFIM DE LIMA SILVA
  • Data: 27/11/2020
  • Hora: 09:00
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  • teleoperador de atendimento a chamadas de emergências tem o dever de determinar as informações importantes do solicitante, prover parte da localização, assim como natureza da emergência e repassar estas informações para os setores responsáveis (bombeiros, polícia militar ou civil ou mesmo a equipe médica), que irão para o local do incidente para manter-se a par da situação e solucioná-lo. Estudos constataram que os teleoperadores de emergências estão constantemente expostos a condições de risco, dentre elas condições de trabalho, que envolve fatores ambientais, organizacionais e condições vocais. Objetivo: verificar os aspectos autoperceptivos dos teleoperadores emergências de condições de trabalho e de voz, neste período de distanciamento social devido ao COVID-19. Método: Pesquisa do tipo descritiva, transversal de caráter quantitativa. Participaram 50 teleoperadores de emergências, seguindo critérios de inclusão e exclusão. O instrumento de coleta utilizado foi um questionário on-line (Google Forms), que abrangeu questões relativas as características sociodemográficas, atividade do teleoperador, condições de trabalho e vocais. Os dados foram submetidos a análise estatística. Resultados: 62,2% dos teleoperadores atuam de maneira ativa e receptiva; 76,3% no turno matutino; 86,8% disseram que seu ambiente mudou na pandemia. Comparando os momentos antes e durante a pandemia, quanto as condições de trabalho verificamos que a referência de presença de ruído no trabalho apresentou diferença nos dois momentos, antes 58% dos teleoperadores referiram presença de ruído e durante apenas 34%. Os participantes também relataram que esse ruído era forte, antes da pandemia (45%) e durante (32%); a iluminação era adequada, antes (63%) e durante (92%). Em relação as condições vocais, antes da pandemia 60,5% participaram por treinamento vocal e, durante a pandemia nenhum teleoperador referiu tal fato. A percepção de falha na voz aumentou de 23,7% (antes da pandemia) para 34,2% (durante a pandemia), como a de perda na voz também foi aumentada de 15,8% para 18,4% nesses dois momentos. Quanto ao aquecimento e desaquecimento vocal, houve diferença entre os momentos, no qual aumentou a quantidade de teleoperadores que não fizeram tais exercícios. Conclusão: Com a pandemia do COVID 19 os teleoperadores de emergências continuaram atendendo na central, porém houve uma modificação na localização e na infraestrutura. A empresa direcionada por orientações de profissionais de saúde transferiu os teleoperadores pra um local com instalações melhores quanto as condições de trabalho somado a um investimento em medidas preventivas e de biossegurança para o COVID 19. Tais fatores impactaram positivamente nas condições de trabalho autorreferidas pelos teleoperadores, porém devido ao distanciamento social houve uma diminuição dos cuidados com a voz e assim aumentando a autorreferência de sintomas vocais.
  • WELLYDA CINTHYA FELIX GOMES DA SILVA
  • FOTOBIOMODULAÇÃO ASSOCIADA A TERAPIA MIOFUNCIONAL OROFACIAL NA QUALIDADE DE VIDA DE INDIVÍDUOS COM DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR
  • Orientador : GIORVAN ANDERSON DOS SANTOS ALVES
  • Data: 30/09/2020
  • Hora: 09:00
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  • Objetivo: Analisar o impacto da qualidade de vida relacionada à saúde oral de indivíduos com disfunção temporomandibular, antes e após o tratamento de fotobiomodulação associada a terapia miofuncional orofacial, bem como verificar possível correlação entre o grau de dor orofacial e a autopercepção desse impacto. Método: Estudo do tipo ensaio clínico randomizado, controlado e cego, com 34 voluntários distribuídos aleatoriamente em dois grupos: G1, que recebeu a Terapia Miofuncional Orofacial (TMO) associada a fotobiomodulação e o G2, tratado pela TMO associada ao laser inativo. Primeiro, aconteceu a avaliação fonoaudiológica, do grau da dor orofacial pela Escala Visual Analógica (EVA) e o impacto da qualidade de vida relacionada a saúde oral (QVRSO) pelo questionário Oral Health Impact Profle – Short form (OHIP-14). Os dados obtidos foram analisados estatisticamente. Foi adotado o nível de significância de 0,05 (95%). Resultados: “Dor física”, “desconforto psicológico”, “limitação física” e “limitação psicológica” foram os aspectos mais impactantes na QVRSO. O G1 apresentou respostas positivas para o respectivo tratamento, assim como o G2. Observou-se correlação positiva e de grau forte para EVA e escore total do OHIP-14 entre os grupos após tratamento. Conclusão: As pessoas que receberam fotobiomodulação associada a TMO, perceberam melhora da QVRSO, assim como as tratadas com o laser placebo. Porém, os indivíduos do grupo controle evidenciou que a recuperação funcional foi o aspecto que mais se percebeu de mudança positiva na QVRSO em comparação ao grupo experimental. Houve correlação positiva e forte entre a melhora do grau da dor e autopercepção da QVRSO.
  • JESSICA SOARES XAVIER
  • FREQUÊNCIA DE ALTERAÇÕES CLÍNICAS DA DEGLUTIÇÃO E FATORES ASSOCIADOS EM IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS
  • Orientador : LEANDRO DE ARAUJO PERNAMBUCO
  • Data: 17/07/2020
  • Hora: 08:30
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  • O idoso é mais suscetível às alterações de deglutição e às complicações associadas, tornando-se ainda mais vulnerável quando reside em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI). Objetivo: Verificar a frequência de alterações clínicas da deglutição e os fatores associados em idosos institucionalizados. Método: Trata-se de estudo observacional, transversal, descritivo e quantitativo. A amostra foi composta por 73 idosos, média de idade de 80 (DP±7,49) anos, sendo 60 (82,2%) mulheres, residentes em cinco ILPI sem fins lucrativos da cidade do Natal/RN. Coletou-se dados sociodemográficos, econômicos, de saúde geral e foram aplicados os seguintes instrumentos: Rastreio de Disfagia em Idosos (RaDI), Método de Exploração Clínica Volume-Viscosidade (MECV-V) e Functional Oral Intake Scale (FOIS). A frequência de alteração clínica da deglutição foi determinada pelo resultado do MECV-V. Para verificar os fatores associados ao desfecho foram aplicados incialmente os testes do qui-quadrado de Pearson ou exato de Fisher. As variáveis com valor de p menor que 0.20 foram incluídas no modelo de análise de regressão logística múltipla. O nível de significância foi de 5%. Resultados: Dentre os 73 idosos avaliados, 46 (63%) apresentaram alteração clínica da deglutição. O modelo de regressão logística múltipla revelou que a chance do idoso institucionalizado apresentar alteração clínica da deglutição aumenta 8% a cada aumento de 1 ano na idade; a diminuição na ingesta alimentar aumenta em aproximadamente 4 vezes a chance de resultado negativo no MECV-V; idosos institucionalizados com nível abaixo de 7 na escala FOIS apresentam quase 11 vezes mais chances de ter alteração clínica da deglutição de acordo com o MECV-V. Conclusão: A frequência de alterações clínicas da deglutição em idosos institucionalizados é elevada e está associada a idade, diminuição da ingesta alimentar e funcionalidade da ingestão oral.
  • THALITA DA SILVA OLIVEIRA
  • PROGRAMA DE TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL NA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA
  • Orientador : HANNALICE GOTTSCHALCK CAVALCANTI
  • Data: 26/06/2020
  • Hora: 09:00
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  • O Joint Committee of Infant Hearing e o Ministério da Saúde preconizam a avaliação contínua em todas as etapas dos programas de triagem auditiva neonatal a fim de buscar melhorias ao se avaliar seus indicadores de qualidade. Com o aumento do número de serviços de triagem auditiva, é importante verificar as potencialidades e dificuldades dentro do contexto socioeconômico onde estão inseridos, pois ao conhecer as demandas do serviço, a população usuária e os recursos físicos, podem-se direcionar ações de políticas públicas voltadas à melhoria, gestão e efetividade deste serviço tão importante para a saúde da população infantil. Diante do panorama observado e da escassez de estudos que avaliem os programas de triagem auditiva neonatal no país, este estudo teve como objetivo analisar os resultados da triagem auditiva neonatal e os índices de qualidade propostos pelo Joint Committee of Infant Hearing (JCIH) e Diretrizes para a Triagem Auditiva Neonatal do Ministério da Saúde do Brasil em um Programa de Triagem Auditiva Neonatal. METODOLOGIA: O estudo é do tipo retrospectivo, transversal e descritivo. O estudo teve como plano de fundo três estabelecimentos de saúde que atualmente realizam o PTAN no município de João Pessoa no estado da Paraíba. Nestas instituições foi feito um levantamento do banco de dados de recém-nascidos que realizaram a triagem auditiva neonatal, incluindo teste e/ou reteste, no período de 2016 a 2018. A amostra original contou com 20.968 prontuários, porém, obedecendo aos critérios de exclusão, a amostra atual para a pesquisa foi de 13.361 prontuários. A análise descritiva ocorreu por meio de porcentagens, medidas de frequência e de dispersão (média, desvio padrão e mediana). Para a análise estatística, foi utilizado o Teste T pareado para observar se há relação entre as variáveis contínuas de número de consultas de pré-natal, idade gestacional, peso ao nascer e idade da mãe com o resultado da triagem auditiva neonatal e a regressão binária logística para prever o risco de falha na triagem auditiva em relação à presença de indicadores de risco para deficiência auditiva (IRDA). RESULTADOS: As instituições contam com protocolos semelhantes em relação ao fluxo da triagem de recém-nascidos e quanto ao local e ao tempo para a realização da triagem auditiva, onde algumas crianças podem ser triadas antes da alta e também após a alta hospitalar. Quando há falha no reteste os pacientes são encaminhados a outros serviços de referência no município. Os PTAN diferem quanto ao registro do resultado da triagem e/ou do reteste, encaminhamento ao diagnóstico e/ou monitoramento auditivo. Foi observado que a maioria 63,4% das crianças triadas residem na capital. Dos recém-nascidos triados, 1,6% apresentaram algum tipo de IRDA, 97,41% da amostra foi triada em até 30 dias após o nascimento, 98,2% dos triados passaram, resultando em 1,8% de falha na triagem em pelo menos uma das orelhas testadas. Todas as crianças que falharam foram encaminhadas ao reteste, porém apenas 168 delas se observou registro de reteste, onde 97% receberam resultado de “passa” e apenas cinco (3%) falharam em pelo menos uma das orelhas no procedimento de EOAT. Das cinco crianças que apresentaram “falha” no reteste, quatro apresentaram registro de encaminhamento ao diagnóstico, não sendo possível observar registro de resultado do diagnóstico auditivo em prontuário. Cerca de 1,5% das crianças foram encaminhadas ao monitoramento auditivo, as quais apresentaram pelo menos um indicador de risco para deficiência auditiva. Os PTAN conseguiram uma média de 31% de cobertura total dos nascidos vivos não cobertos por plano de saúde no município para os três anos observados. Sendo a COB de cada ano: 29%; 31% e 31% dos nascidos vivos do município, respectivamente. Na análise estatística foi observado que a presença da infecção congênita tem 4,5 vezes mais chance da criança falhar no procedimento de EOAT e quanto menor for o peso do recém-nascido, melhor o resultado da triagem auditiva. CONCLUSÃO: O PTAN em João Pessoa não está de acordo com alguns critérios de qualidade, como: quantidade de crianças encaminhadas ao diagnóstico auditivo, procedimentos e protocolos utilizados na triagem auditiva neonatal para crianças que apresentem indicador de risco para deficiência auditiva, registro dos resultados de triagem auditiva neonatal (teste e reteste) e registro do diagnóstico auditivo em prontuário. Não sendo possível também afirmar se a cobertura dos nascidos vivos está de acordo com o preconizado. A falta de um banco informatizado de dados unificado dificulta o acesso ao registro dos resultados dos procedimentos audiológicos, bem como do monitoramento de crianças triadas e que foram encaminhadas a outras instituições a fim de se realizar o diagnóstico e/ou monitoramento auditivo. Como consequência, há dificuldades em conhecer o real perfil auditivo das crianças nascidas no município.
  • LARISSA MENDONÇA DOS ANJOS
  • PRESSÃO E RESISTÊNCIA DE LÍNGUA EM LARINGECTOMIZADOS TOTAIS
  • Orientador : LEANDRO DE ARAUJO PERNAMBUCO
  • Data: 03/06/2020
  • Hora: 09:00
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  • A laringectomia total pode comprometera funcionalidadeda língua, cujas propriedades de pressão e resistência são relevantes para funções orofaciais, incluindo adeglutição. Objetivo:Comparar a pressão isométrica máxima e a resistência isométrica de língua entrelaringectomizados totais e não laringectomizados, assim comorelacionar essas medidas com a avaliação clínica e autoavaliação da deglutição em laringectomizados totais.Método: estudo transversal com 20 laringectomizados totais (GLT) e 20 voluntários não laringectomizados (GNL) pareados por idade e sexo. Ambos os grupos foram submetidos à anamnese, avaliação clínica funcional da deglutição e mensuração da pressão isométrica máxima e resistência isométrica das regiões anterior e dorsal da língua. Os pacientes do GLT responderam a versão traduzida e adaptada para o português brasileiro do SwallowOutcomesAfterLaryngectomyQuestionnaire (SOAL).Para analisar possíveis diferenças das medidas quantitativas de língua entre os grupos foi aplicado o teste de Mann-Whitney, com nível de significância de 5%. Resultados:A pressão isométrica máxima de língua não apresentou diferença significativa entre os grupos ou entre as categorias da avaliação clínica e da autoavaliação.Contudo, as medidas de resistência isométrica anterior e dorsalde língua foram significativamente menores no GLT. Entre os laringectomizados totais, as resistências isométricas anterior e dorsal de língua foram significativamente mais altas na presença de alteração na deglutição de líquido. A resistência isométrica dorsal de língua foi menor entre os que referiram diminuição daquantidade derefeição.Conclusão:A resistência isométrica de língua é menor em laringectomizados totais quando comparados a indivíduos não laringectomizados. A resistência isométrica de língua relaciona-se comalteração na deglutição de líquido equeixa de diminuição da quantidade de refeição.
  • THAIS MENDONÇA MAIA WANDERLEY CRUZ DE FREITAS
  • RESULTADOS PRELIMINARES DE UM PROGRAMA DE TERAPIA SONORA PARA ZUMBIDO
  • Data: 10/03/2020
  • Hora: 14:00
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  • INTRODUÇÃO: O zumbido, som percebido na ausência de fonte sonora externa, é um sintoma que tem se tornado comum na população mundial. Sua causa múltipla, avaliações subjetiva e consequentemente variadas possibilidades terapêuticas têm dificultado êxito em seu tratamento. Pesquisas têm apontado eficácia para a terapia sonora acompanhada de aconselhamento. OBJETIVO: Diante desta problemática, a presente pesquisa objetivou avaliar o perfil das produções cientificas em Aparelho Auditivo de Amplificação Sonora com Gerador de Som e aconselhamento. Como também, verificar os resultados preliminares da aplicabilidade de um protocolo de terapia sonora para zumbido e perda auditiva. METODOLOGIA: Para tanto, foram desenvolvidos dois artigos. O primeiro consta de uma análise bibliométrica da literatura, que buscou estudos publicados sem restrição de ano e foi realizada nas bases de dados Pubmed/Medline, Lilacs, Web of science e Cochrane, utilizando como estratégia de busca os descritores (counseling) AND (tinnitus) AND (hearing aids). O outro artigo direcionou-se a um ensaio clínico não randomizado (quase experimental), analítico (causa e efeito), considerado um estudo caso controle e longitudinal que verificou a aplicabilidade de um protocolo de terapia sonora para zumbido e perda auditiva. RESULTADOS: Na revisão, foram identificados 169 artigos e, destes, 37 cumpriram os critérios de elegibilidade e 17 estudos foram selecionados para realização da análise bibliométrica. No ensaio clinico, o questionário de handicap do zumbido (escore Total), diminuiu ao longo da avaliação até a quarta reavaliação, e ainda nas escalas emocional e catastrófica. Houve aumento de uso do aparelho da primeira reavaliação até a quarta. E o escore total do questionário do zumbido foi significante na comparação entre os grupos na quarta reavaliação. CONCLUSÃO: A revisão atual sobre a temática demonstrou que os estudos estão se tornando cada vez mais frequentes, envolvendo pesquisadores de vários países, mas ainda existem lacunas. E os resultados da terapia sonora mostram que o protocolo sugerido é promissor. Sugere-se a aplicabilidade em um grupo maior.
  • THAIS MENDONÇA MAIA WANDERLEY CRUZ DE FREITAS
  • RESULTADOS PRELIMINARES DE UM PROGRAMA DE TERAPIA SONORA PARA ZUMBIDO
  • Data: 10/03/2020
  • Hora: 14:00
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  • INTRODUÇÃO: O zumbido, som percebido na ausência de fonte sonora externa, é um sintoma que tem se tornado comum na população mundial. Sua causa múltipla, avaliações subjetiva e consequentemente variadas possibilidades terapêuticas têm dificultado êxito em seu tratamento. Pesquisas têm apontado eficácia para a terapia sonora acompanhada de aconselhamento. OBJETIVO: Diante desta problemática, a presente pesquisa objetivou avaliar o perfil das produções cientificas em Aparelho Auditivo de Amplificação Sonora com Gerador de Som e aconselhamento. Como também, verificar os resultados preliminares da aplicabilidade de um protocolo de terapia sonora para zumbido e perda auditiva. METODOLOGIA: Para tanto, foram desenvolvidos dois artigos. O primeiro consta de uma análise bibliométrica da literatura, que buscou estudos publicados sem restrição de ano e foi realizada nas bases de dados Pubmed/Medline, Lilacs, Web of science e Cochrane, utilizando como estratégia de busca os descritores (counseling) AND (tinnitus) AND (hearing aids). O outro artigo direcionou-se a um ensaio clínico não randomizado (quase experimental), analítico (causa e efeito), considerado um estudo caso controle e longitudinal que verificou a aplicabilidade de um protocolo de terapia sonora para zumbido e perda auditiva. RESULTADOS: Na revisão, foram identificados 169 artigos e, destes, 37 cumpriram os critérios de elegibilidade e 17 estudos foram selecionados para realização da análise bibliométrica. No ensaio clinico, o questionário de handicap do zumbido (escore Total), diminuiu ao longo da avaliação até a quarta reavaliação, e ainda nas escalas emocional e catastrófica. Houve aumento de uso do aparelho da primeira reavaliação até a quarta. E o escore total do questionário do zumbido foi significante na comparação entre os grupos na quarta reavaliação. CONCLUSÃO: A revisão atual sobre a temática demonstrou que os estudos estão se tornando cada vez mais frequentes, envolvendo pesquisadores de vários países, mas ainda existem lacunas. E os resultados da terapia sonora mostram que o protocolo sugerido é promissor. Sugere-se a aplicabilidade em um grupo maior.
  • ALEXANDRA CHRISTINE DE AGUIAR SILVA
  • Estágio de prontidão em pacientes com disfonia: nova perspectiva com base na teoria de resposta ao item na escala URICA-V
  • Data: 03/03/2020
  • Hora: 14:00
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  • O estágio de prontidão em relação ao tratamento implica na melhor condição para adesão a uma proposta terapêutica. O questionário URICA-V é utilizado na autoavaliação dos estágios de prontidão em pacientes com disfonia e utiliza a Teoria Clássica do Teste (TCT) como modelagem para seu cálculo, que padece de algumas limitações. A Teoria de Resposta ao Item (TRI) pode ser utilizada na validação da escala URICA-V de forma satisfatória, pois considera cada item individualmente, sem priorizar os escores totais para caracterizar o atributo estudado. O presente estudo tem objetivo de propor uma nova metodologia de cálculo dos escores da escala URICA-V a partir da Teoria de Resposta ao Item (TRI), de modo a avaliar o estágio de prontidão de pacientes com disfonia de forma diferenciada. Foram avaliados 658 sujeitos, sendo 497 com disfonia e 161 sem disfonia, de ambos os sexos e acima de 18 anos. Foi utilizado a escala URICA-V que avalia o estágio de prontidão em que o paciente se encontra para a reabilitação vocal. Para construir um banco de dados digital, foram digitadas as respostas dos pacientes ao protocolo URICA-V. Foi realizada uma análise estatística descritiva e inferencial por meio da analise fatorial exploratória, a fim de se verificar a correlação entre os itens do questionário e os estágios de prontidão e domínios da URICA-V e confirmatória para confirmar ou rejeitar a teoria pré-estabelecida, posteriormente foi realizada a análise da confiabilidade do instrumento por meio do coeficiente Alfa de Cronbach e em seguida a aplicação da Teoria de Resposta ao Item (TRI) de natureza acumulativa para respostas politômicas, para estimação dos parâmetros dos itens e dos níveis de traço latente dos sujeitos, a partir da nova proposta de cálculo.
  • KAROLINE EVANGELISTA DA SILVA
  • PERCEPÇÃO AUDITIVA DE RUGOSIDADE E SOPROSIDADE POR MULHERES DISFÔNICAS: IMPLICAÇÕES NO CONTROLE AUDITIVO-MOTOR DA VOZ
  • Orientador : LEONARDO WANDERLEY LOPES
  • Data: 02/03/2020
  • Hora: 09:30
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  • Limitações na percepção do desvio vocal podem consistir em um fator importante na implementação de novos ajustes auditivos e motores em pacientes com disfonia comportamental. Sendo assim, considerando o papel do controle-auditivo motor na gênese, manutenção e na reabilitação das disfonias comportamentais, o presente estudo busca investigar se existe associação entre a produção e a percepção de vozes rugosas e soprosas em mulheres com disfonia comportamental e em mulheres vocalmente saudáveis. Também objetiva-se averiguar se existem pistas acústicas mais salientes para o controle auditivo-motor da voz em mulheres disfônicas com qualidade vocal rugosa e soprosa. A hipótese levantada é de que de que existe associação entre a presença de rugosidade e soprosidade na emissão vocal e a percepção categórica e de gradiência desses parâmetros em vozes sintetizadas. Participarão desta pesquisa 47 mulheres com disfonia comportamental (Grupo experimental – GE) atendidas no Laboratório Integrado de Estudos da Voz (LIEV) do Departamento de Fonoaudiologia da Universidade Federal da Paraíba – UFPB e 47 mulheres não disfônicas (Grupo controle – GC), abordadas no Centro de Ciências da Saúde, entre as alunas (exceto de Fonoaudiologia), acompanhantes de pacientes e funcionárias da Universidade. As voluntárias preencherão a ficha de triagem vocal, realizarão gravação da voz durante emissão da vogal /e/, cujo grau de desvio será examinado através da avaliação perceptivo-auditiva; todas as participantes deverão apresentar laudo de telelaringoscopia e realizar audiometria. Para o teste específico de percepção, serão realizadas duas tarefas, as pacientes com grau de soprosidade predominante na voz ouvirão nas duas tarefas, dez vozes sintetizadas predominantemente soprosas, enquanto as pacientes com grau predominante de rugosidade, ouvirão dez vozes predominantemente rugosas, durante as tarefas. A primeira tarefa consiste na apresentação de dez estímulos isoladamente, de forma aleatória, em três apresentações cada, a fim de que cada participante classifique em normal ou alterado; na segunda tarefa será utilizado o método ABX, para que as participantes discriminem as vozes em igual ou diferente. Para análise dos dados, será realizada análise de correlação de Spearman e regressão linear múltipla, finalizando com o teste t. O nível de significância adotado será menor que 5% para todas as análises.
2019
Descrição
  • MILENA MAGALHÃES AUGUSTO
  • Relação entre medidas quantitativas de língua e resíduos faríngeos na Doença do Neurônio Motor.
  • Data: 26/09/2019
  • Hora: 14:00
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  • O prejuizo motor progressivo causado pela Doenca do Neuronio Motor (DNM) compromete estruturas envolvidas na degluticao, incluindo a lingua. Os transtornos na lingua podem contribuir para a presenca de residuos faringeos nestes pacientes. Objetivo: Relacionar espessura, pressao e resistencia da lingua com residuos faringeos no individuo com DNM. Metodos: Esta dissertacao e constituida por dois artigos. O primeiro e uma revisao integrativa da literatura que buscou comparar os parametros de observacao e os procedimentos de execucao e analise dos protocolos de Videoendoscopia de Degluticao (VED) para individuos com DNM. O segundo artigo e um estudo transversal com amostra composta por 21 pacientes com DNM, media de 60,29 (±13,21) anos de idade, sendo 13 (61,9%) homens, todos submetidos a: 1) anamnese e avaliacao clinica da degluticao; 2) mensuracao da pressao e resistencia da lingua por meio do Iowa Oral Performance Instrument (IOPI); 3) videoendoscopia da degluticao para verificar a presenca de residuo em valeculas, seguindo a classificacao da escala Yale Pharyngeal Residue Rating Scale Scoring System; 4) ultrassonografia da lingua para medir a espessura da lingua. Para verificar a diferenca de medias das medidas quantitativas de lingua entre os grupos com e sem residuo em valeculas foi aplicado o teste nao parametrico de Mann-Whitney, com nivel de significancia de 5%. Resultados: No artigo um, apos analise dos sete artigos selecionados, verificou-se que nos protocolos de VED para pacientes com DNM existe heterogeneidade nos procedimentos de execucao e analise, mas ha consenso quanto a observacao de residuos faringeos, penetracao laringea e aspiracao laringotraqueal. No artigo dois, as medidas quantitativas de lingua estiveram abaixo dos valores esperados para individuos normais. Pressao (p=0.51), resistencia (p=0.48) e espessura (p=0.94) de lingua nao se relacionaram com a presenca de residuos em valeculas, embora todas as medias tenham sido menores no grupo com residuos. Conclusao: O artigo um concluiu que nos protocolos de VED para pacientes com DNM existe consenso apenas em relacao a observacao de residuos faringeos, penetracao laringea e aspiracao laringotraqueal. No artigo dois, nao foi encontrada relacao significativa entre medidas quantitativas de lingua e residuos em valeculas em pacientes com DNM.
  • VANESSA DE OLIVEIRA FLORENCIO
  • INFLUÊNCIA DA INTENSIDADE VOCAL NAS MEDIDAS ACÚSTICAS LINEARES E NÃO LINEARES EM PACIENTES COM E SEM DESORDEM LARÍNGEA
  • Data: 25/09/2019
  • Hora: 13:30
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  • Objetivo: verificar se existe associacao entre a intensidade da emissao e as medidas acusticas baseadas em modelos lineares e nao lineares em pacientes com e sem desordem laringea, assim como investigar a confiabilidade dessas medidas em funcao da intensidade nos diferentes grupos. Metodologia: Participaram desse estudo 347 sujeitos adultos com queixa vocal, sendo 59 sem desordem laringea e 288 com desordem laringea. Todos os participantes gravaram a vogal /ɛ/ sustentada em fonacao fraca, confortavel e forte. Foram extraidas medidas acusticas da frequencia fundamental (f0), nivel de pressao sonora (NPS), medidas baseadas em modelos lineares e nao lineares. Foram realizados testes de comparacao das medidas e obtido o coeficiente de confiabilidade intraclasse (CCI) em funcao da intensidade. Resultados: Quanto aos valores relacionados ao NPS, os grupos se diferenciam apenas na fonacao forte e na variabilidade total da intensidade. Houve diferencas nas medidas acusticas baseadas em modelos lineares e nao lineares entre os grupos em cada intensidade investigada. Todas as medidas acusticas (lineares e nao lineares) diferiram entre as intensidades em ambos os grupos. Apenas as medidas HNR e PM apresentaram CCI aceitavel (>0,40) em ambos os grupos. Lyap, DET, ENTR-S, Lmed, RPDE e TT demonstraram CCI aceitavel no grupo com desordem, enquanto D2 foi aceitavel no grupo sem desordem. Conclusao: Existe associacao entre a intensidade da emissao vocal e as medidas acusticas baseadas em modelos lineares e nao lineares em pacientes com e sem desordem laringea. De modo geral, as medidas lineares demonstram uma melhora na regularidade/periodicidade do sinal com o aumento da intensidade. Por sua vez, a variacao nos valores das medidas baseadas em modelos nao lineares em funcao da intensidade e menos consistente para indicar melhora/piora no sinal vocal. A intensidade da emissao influencia na confiabilidade das medidas de modo diferente entre os grupos estudados.
  • BIANCA OLIVEIRA ISMAEL DA COSTA
  • AVALIAÇÃO ULTRASSONOGRÁFICA DE MEDIDAS TEMPORAIS DO DESLOCAMENTO DO OSSO HIOIDE DURANTE A DEGLUTIÇÃO APÓS TIREOIDECTOMIA.
  • Data: 15/08/2019
  • Hora: 14:00
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  • RESUMO Introducao: A tireoidectomia pode afetar o tempo de deslocamento do osso hioide (OH) durante a degluticao, o que pode ser investigado por avaliacao ultrassonografica quantitativa. Objetivo: 1) Verificar a aplicabilidade da Ultrassonografia Laringea Transcutanea (USGLT) na avaliacao laringea apos tireoidectomia; 2) Comparar as medidas ultrassonograficas de tempo do deslocamento do OH durante a degluticao entre individuos submetidos e nao submetidos a tireoidectomia, bem como relacionar essas medidas com idade, caracteristicas clinicas e queixa de degluticao e voz. Metodo: O primeiro artigo e uma revisao integrativa da literatura que seguiu os procedimentos metodologicos pertinentes a este tipo de estudo. O segundo artigo e do tipo transversal com grupo comparativo, cuja amostra foi constituida por 20 mulheres submetidas a tireoidectomia (GE) e 20 voluntarias sem doenca tireoidiana (GC). Todas realizaram USGLT durante a degluticao de 10 mililitros de agua e de consistencia pastosa. Os exames foram registrados em video (30 quadros/segundo) e seis medidas temporais foram extraidas e analisadas conforme protocolo padronizado. Utilizou-se o teste nao parametrico de Mann-Whitney e o teste de correlacao de Spearman, ambos com intervalo de confianca de 95%. Resultados: Artigo 1) a USGLT e aplicada na triagem da mobilidade de pregas vocais apos tireoidectomia e ainda e pouco utilizada em estudos sobre degluticao; Artigo 2) os tempos de elevacao e de deslocamento maximo do OH foram significativamente menores no GE em comparacao ao GC na degluticao da consistencia pastosa. Nenhuma outra variavel teve relacao ou correlacao com as medidas ultrassonograficas. Conclusao: 1) a USGLT auxilia a investigar alteracoes da mobilidade de pregas vocais apos tireoidectomia, mas ainda e pouco utilizada em estudos sobre degluticao; 2) mulheres submetidas a tireoidectomia apresentam menor tempo de elevacao e de deslocamento maximo do OH durante a degluticao em comparacao aquelas que nao realizaram cirurgia.
  • BIANCA OLIVEIRA ISMAEL DA COSTA
  • AVALIAÇÃO ULTRASSONOGRÁFICA DE MEDIDAS TEMPORAIS DO DESLOCAMENTO DO OSSO HIOIDE DURANTE A DEGLUTIÇÃO APÓS TIREOIDECTOMIA.
  • Data: 15/08/2019
  • Hora: 14:00
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  • RESUMO Introducao: A tireoidectomia pode afetar o tempo de deslocamento do osso hioide (OH) durante a degluticao, o que pode ser investigado por avaliacao ultrassonografica quantitativa. Objetivo: 1) Verificar a aplicabilidade da Ultrassonografia Laringea Transcutanea (USGLT) na avaliacao laringea apos tireoidectomia; 2) Comparar as medidas ultrassonograficas de tempo do deslocamento do OH durante a degluticao entre individuos submetidos e nao submetidos a tireoidectomia, bem como relacionar essas medidas com idade, caracteristicas clinicas e queixa de degluticao e voz. Metodo: O primeiro artigo e uma revisao integrativa da literatura que seguiu os procedimentos metodologicos pertinentes a este tipo de estudo. O segundo artigo e do tipo transversal com grupo comparativo, cuja amostra foi constituida por 20 mulheres submetidas a tireoidectomia (GE) e 20 voluntarias sem doenca tireoidiana (GC). Todas realizaram USGLT durante a degluticao de 10 mililitros de agua e de consistencia pastosa. Os exames foram registrados em video (30 quadros/segundo) e seis medidas temporais foram extraidas e analisadas conforme protocolo padronizado. Utilizou-se o teste nao parametrico de Mann-Whitney e o teste de correlacao de Spearman, ambos com intervalo de confianca de 95%. Resultados: Artigo 1) a USGLT e aplicada na triagem da mobilidade de pregas vocais apos tireoidectomia e ainda e pouco utilizada em estudos sobre degluticao; Artigo 2) os tempos de elevacao e de deslocamento maximo do OH foram significativamente menores no GE em comparacao ao GC na degluticao da consistencia pastosa. Nenhuma outra variavel teve relacao ou correlacao com as medidas ultrassonograficas. Conclusao: 1) a USGLT auxilia a investigar alteracoes da mobilidade de pregas vocais apos tireoidectomia, mas ainda e pouco utilizada em estudos sobre degluticao; 2) mulheres submetidas a tireoidectomia apresentam menor tempo de elevacao e de deslocamento maximo do OH durante a degluticao em comparacao aquelas que nao realizaram cirurgia.
  • PATRÍCIA BRIANNE DA COSTA PENHA
  • EFETIVIDADE DO PROGRAMA DE ASSESSORIA VOCAL PARA O PROFESSOR: ANÁLISE DE UMA MODALIDADE DE INTERVENÇÃO SEMIPRESENCIAL
  • Orientador : MARIA FABIANA BONFIM DE LIMA SILVA
  • Data: 15/04/2019
  • Hora: 14:00
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  • O presente trabalho de dissertacao e dividido em dois artigos, ambos com a tematica de intervencao a saude vocal do professor. O artigo 1 trata-se de uma revisao integrativa que buscou verificar a efetividade das acoes fonoaudiologicas em grupo voltadas a saude vocal do professor. A pesquisa inicial nas bases de dados selecionadas resultou em 1.944 artigos e de acordo com os criterios de elegibilidade, nove estudos foram incluidos. A partir da analise desses estudos, concluiu-se que as acoes fonoaudiologicas em grupo sao efetivas para a qualidade de vida, reduzindo os sintomas vocais e emocionais causados pela multifatoriedade presente no contexto de trabalho do professor. Alem disso, a pratica da terapia em grupo na propria escola, permite a criacao de um ambiente favoravel para discussao, solucao de problemas e estreitamento de lacos entre os professores, promovendo uma rede de apoio e aprendizado compartilhado. O artigo 2 trata-se de um estudo do tipo intervencional, ensaio clinico nao randomizado e comparativo. O objetivo deste foi verificar a efetividade de um Programa de Assessoria Vocal na modalidade semipresencial para professores do ensino fundamental da rede municipal de Joao Pessoa-PB. Participaram 41 professores que foram divididos em dois grupos: presencial (Grupo Controle=18) e semipresencial (Grupo Experimental=23). Os resultados revelaram que o Programa de Assessoria Vocal na modalidade semipresencial e efetivo para o aumento dos conhecimentos em saude vocal, diminuicao do risco para disturbio de voz e melhora da qualidade vocal. O metodo EaD e recurso promissor para promover educacao em saude vocal para professores.
  • MARA MARIA GOMES BARROS DE ANDRADE
  • O uso de aplicativos para smartphones na triagem e identificação de alterações auditivas
  • Orientador : HANNALICE GOTTSCHALCK CAVALCANTI
  • Data: 04/04/2019
  • Hora: 13:00
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  • RESUMO Objetivo: adaptacao e avaliacao de um aplicativo coragem na Africa do Sul denominado teste de digitos via telefone para o portugues brasileiro. Metodos: O primeiro artigo consta de uma revisao bibliometrica e uma pesquisa bibliografica, do tipo descritiva e com analise bibliometrica. A busca foi realizada nas bases de dados PubMed, Scopus, Science Direct e Lilacs, no periodo de 1 a 8 de outubro de 2018, a partir da estrategia do cruzamento dos descritores, cadastrados no DeCS. A adaptacao do aplicativo foi um estudo transversal de carater descritivo. Participaram 89 sujeitos (63 mulheres e 26 homens) entre 12 e 64 anos (media=25,93) que se submeteram a anamnese audiologica, inspecao do meato acustico externo, audiometria tonal e triagem auditiva atraves de Teste de Digitos no Ruido em smartphones em que se utilizou dois tipos de fones: Sennheiser HD201 (supra-aural) e S4 mini (intra-aural). Resultados: Foram encontrados 768 artigos nas bases de dados selecionadas, apos a aplicacao dos criterios de inclusao e exclusao apenas 62 foram utilizados para analise bibliometrica. No artigo de adaptacao do teste de digitos no ruido encontramos a media da relacao sinal/ruido para o teste realizado com fone supra-aural de -9,32 dB (DP ±3,15dB) e para o fone intra-aural foi -9,29 dB (DP ±3,44dB). Conclusao: Pudemos identificar um crescimento de producoes na area da teleaudiologia, nos ultimos 5 anos, periodos de 2013 a 2018, em comparacao aos 10 anos anteriores, de 2003 a 2013. Apesar do crescimento positivo, ha ainda temas a serem explorados dentro deste campo de estudo, como a reabilitacao. Alem disso, mesmo com o numero similar de publicacoes entre os continentes, a area precisa ser expandida para outros paises, pois as publicacoes muitas vezes se concentram em um determinado pais ou regiao. A adaptacao transcultural foi realizada para o portugues brasileiro e o teste de digito no ruido desenvolvido para smartphones pode ser realizado com fones supra-aural ou intra-aural, sem prejuizo na resposta.
  • WEGINA JORDÂNA NASCIMENTO DA SILVA
  • MARCADORES VOCAIS QUE DISCRIMINAM PACIENTES COM E SEM DEPRESSÃO.
  • Data: 19/03/2019
  • Hora: 13:00
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  • Esse trabalho de dissertacao apresenta-se com a finalidade de investigar atraves de abordagens teorica e empirica marcadores vocais que podem discriminar pacientes com e sem a depressao. Este manuscrito e dividido em dois artigos: uma revisao integrativa e um estudo de campo com desenho observacional do tipo caso-controle. A revisao teve por objetivo verficar a utilizacao de medidas vocais na deteccao da depressao e discorrer sobre as evidencias metodologicas dos estudos publicados. Concluiu-se que medidas vocais, principalmente extraidas pela analise acustica, sao ferramentas uteis para o diagnostico da depressao, pois sao precisas para detectar, discriminar, preve e monitorar esse transtorno mental. O estudo caso- controle teve por objetivo analisar parametros acusticos da voz como preditores e discriminantes vocais de individuos com e sem diagnostico de depressao. Concluiu-se que parametros de Jitter, shimmer, CPPS e declinio espectral foram capazes de diferenciar individuos com e sem depressao, assim como estiveram associados ao estado clinico desse transtorno atraves do BDI-II. O modelo de regressao linear multipla confirmou que jitter e CPPS sao preditores clinicos da depressao, bem como a ESV podem predizer a gravidade da depressao avaliada pelo BDI-II.