PROGRAMA ASSOCIADO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA (PPGFON)

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

Telefone/Ramal
32167831

Notícias


Banca de DEFESA: JESSICA SOARES XAVIER

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JESSICA SOARES XAVIER
DATA: 17/07/2020
HORA: 08:30
LOCAL: Plataforma de videoconferência ZOOM (https://us02web.zoom.us/j/82125353286?pwd=VXhGdTlRekFIdWUwRGltQTFyM0Y3QT09)
TÍTULO: FREQUÊNCIA DE ALTERAÇÕES CLÍNICAS DA DEGLUTIÇÃO E FATORES ASSOCIADOS EM IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS
PALAVRAS-CHAVES: Transtornos de deglutição; Deglutição; Envelhecimento; Idoso; Instituição de Longa Permanência para Idosos.
PÁGINAS: 4
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Fonoaudiologia
RESUMO: O idoso é mais suscetível às alterações de deglutição e às complicações associadas, tornando-se ainda mais vulnerável quando reside em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI). Objetivo: Verificar a frequência de alterações clínicas da deglutição e os fatores associados em idosos institucionalizados. Método: Trata-se de estudo observacional, transversal, descritivo e quantitativo. A amostra foi composta por 73 idosos, média de idade de 80 (DP±7,49) anos, sendo 60 (82,2%) mulheres, residentes em cinco ILPI sem fins lucrativos da cidade do Natal/RN. Coletou-se dados sociodemográficos, econômicos, de saúde geral e foram aplicados os seguintes instrumentos: Rastreio de Disfagia em Idosos (RaDI), Método de Exploração Clínica Volume-Viscosidade (MECV-V) e Functional Oral Intake Scale (FOIS). A frequência de alteração clínica da deglutição foi determinada pelo resultado do MECV-V. Para verificar os fatores associados ao desfecho foram aplicados incialmente os testes do qui-quadrado de Pearson ou exato de Fisher. As variáveis com valor de p menor que 0.20 foram incluídas no modelo de análise de regressão logística múltipla. O nível de significância foi de 5%. Resultados: Dentre os 73 idosos avaliados, 46 (63%) apresentaram alteração clínica da deglutição. O modelo de regressão logística múltipla revelou que a chance do idoso institucionalizado apresentar alteração clínica da deglutição aumenta 8% a cada aumento de 1 ano na idade; a diminuição na ingesta alimentar aumenta em aproximadamente 4 vezes a chance de resultado negativo no MECV-V; idosos institucionalizados com nível abaixo de 7 na escala FOIS apresentam quase 11 vezes mais chances de ter alteração clínica da deglutição de acordo com o MECV-V. Conclusão: A frequência de alterações clínicas da deglutição em idosos institucionalizados é elevada e está associada a idade, diminuição da ingesta alimentar e funcionalidade da ingestão oral.
MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 1495738 - ANA KARENINA DE FREITAS JORDAO DO AMARAL
Externo à Instituição - HIPOLITO VIRGILIO MAGALHAES JUNIOR
Externo à Instituição - JULIANA FERNANDES GODOY
Presidente - 1803504 - LEANDRO DE ARAUJO PERNAMBUCO
Externo à Instituição - RENATA VEIGA ANDERSEN CAVALCANTE