PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA (CCA - PPGA)

CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS (CCA)

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Banca de QUALIFICAÇÃO: DANIELE BATISTA ARAUJO

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: DANIELE BATISTA ARAUJO
DATA: 13/08/2026
HORA: 08:30
LOCAL: Híbrido-Google Meet
TÍTULO: ESTRATÉGIAS DE MITIGAÇÃO DO ESTRESSE SALINO EM Passiflora edulis: USO DE PROLINA E ÁCIDO HÚMICO
PALAVRAS-CHAVES: maracujazeiro, propagação, fatores abióticos, atenuadores
PÁGINAS: 40
RESUMO: O maracujazeiro (Passiflora edulis) é uma espécie frutífera muito cultivada no Brasil e para garantir altas produtividades deve-se renovar os pomares de 2 a 3 anos, assim, a produção de mudas de qualidade é extremamente importante. No entanto, há alguns fatores limitantes da produção, mais precisamente no semiárido brasileiro, como a qualidade e quantidade de água disponível, que em muitos casos é caracterizada como salobra/salina, nesse sentido, faz-se, necessário o uso de técnicas de manejo adequadas e emprego de tecnologias acessíveis, como o uso de bioestimulantes, como as substancias húmicas e a prolina, que são capazes de mitigar os efeitos da salinidade da água e do solo nas plantas, aumentando assim, a resistência aos estresses abióticos. Objetivou-se nesta pesquisa avaliar o crescimento inicial de mudas de maracujazeiro em condição de estresse salino em função de doses de ácido húmico e concentrações de prolina como mitigadores. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, utilizando um Delineamento Composto Central (CCD), com quatro blocos. Foram avaliadas cinco condutividades elétricas da água de irrigação (CE): 0,50; 1,24; 2,25; 3,26 e 4,00 dS m⁻¹, combinadas com cinco concentrações de prolina (PR): 0; 3,17; 7,50; 11,83 e 15,00 mM, e cinco doses de ácido húmico (AH): 0; 0,85; 2,00; 3,15 e 4,00 mL L⁻¹. Os atenuadores foram aplicados três vezes durante o período experimental, mantendo-se as mesmas concentrações ou doses em cada aplicação. Assim, as concentrações acumuladas de prolina ao final das três aplicações corresponderam a 0; 9,51; 22,50; 35,49 e 45,00 mM, enquanto as doses acumuladas de ácido húmico corresponderam a 0; 2,55; 6,00; 9,45 e 12,00 mL L⁻¹.Parâmetros de crescimento e fisiologia foram avaliados. Os dados foram submetidos a análise de variância e de regressão A aplicação de ácido húmico e prolina atenuou os efeitos da salinidade em mudas de maracujazeiro-amarelo, favorecendo o crescimento e em variáveis fisiológicas responsivas aos tratamentos. Recomenda-se CE ≤ 1,24 dS m⁻¹, AH de 6–12 mL L⁻¹ e PR de 0–20 mM.
MEMBROS DA BANCA:
Presidente(a) - 1347774 - WALTER ESFRAIN PEREIRA
Interno(a) - 013.554.153-06 - FRANCISCO THIAGO COÊLHO BEZERRA - UVA
Interno(a) - 1916066 - THIAGO JARDELINO DIAS
Externo(a) à Instituição - ANTONIO GUSTAVO DE LUNA SOUTO
Externo(a) à Instituição - JOAO PAULO DE OLIVEIRA SANTOS
Externo(a) à Instituição - VALÉRIA FERNANDES DE OLIVEIRA SOUSA