PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA (CCA - PPGA)
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS (CCA)
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Notícias
Banca de DEFESA: DANIELE BATISTA ARAUJO
Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: DANIELE BATISTA ARAUJO
DATA: 31/08/2026
HORA: 07:30
LOCAL: Hibrido - Google Meet
TÍTULO: ÁCIDO HÚMICO E PROLINA ATENUAM OS EFEITOS DA SALINIDADE EM MUDAS DE MARACUJAZEIRO-AZEDO
PALAVRAS-CHAVES: Passiflora edulis. Crescimento inicial. Estresse abiótico. Atenuadores de estresse.
PÁGINAS: 88
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Agronomia
SUBÁREA: Fitotecnia
ESPECIALIDADE: Fisiologia de Plantas Cultivadas
RESUMO: O maracujazeiro-azedo (Passiflora edulis Sims f. flavicarpa Deg.) apresenta importância econômica no Brasil, porém a salinidade da água constitui uma limitação à produção, especialmente no semiárido. Nesse contexto, o uso de bioestimulantes, como substâncias húmicas e prolina, pode contribuir para mitigar os efeitos do estresse salino, favorecendo o desenvolvimento inicial e a tolerância das plantas aos estresses abióticos. Objetivou-se nesta pesquisa avaliar o crescimento inicial de mudas de maracujazeiro em condição de estresse salino em função ácido húmico e prolina como mitigadores. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, utilizando o Delineamento de Blocos Casualizados (DBC) com quatro blocos e os tratamentos determinados pela matriz Composto Central (CCD), com fatorial: 4x16x4, totalizando uma população de 256 mudas. Foram avaliadas cinco condutividades elétricas da água de irrigação (CE): 0,50; 1,24; 2,25; 3,26 e 4,00 dS m⁻¹, combinadas com cinco concentrações de prolina (PR): 0; 3,17; 7,50; 11,83 e 15,00 mM, e cinco doses de ácido húmico (AH): 0; 0,85; 2,00; 3,15 e 4,00 mL L⁻¹. Os atenuadores foram aplicados três vezes durante o período experimental, mantendo-se as mesmas concentrações em cada aplicação. A salinidade reduziu o crescimento, a biomassa e a qualidade das mudas, enquanto a prolina e o ácido húmico modificaram essas respostas. Na análise multivariada, destacou-se a combinação de 1,24 dS m⁻¹, 11,83 mM de prolina e 3,15 mL L⁻¹ de ácido húmico, associada ao maior índice de tolerância à salinidade. Assim, a prolina e o ácido húmico apresentam potencial para favorecer o desenvolvimento de mudas de maracujazeiro sob salinidade moderada, mas não impedem os efeitos da salinidade elevada.
MEMBROS DA BANCA:
Presidente(a) - 1347774 - WALTER ESFRAIN PEREIRA
Interno(a) - 013.554.153-06 - FRANCISCO THIAGO COÊLHO BEZERRA - UVA
Externo(a) à Instituição - ANTONIO GUSTAVO DE LUNA SOUTO
Externo(a) à Instituição - JOAO PAULO DE OLIVEIRA SANTOS
Externo(a) à Instituição - PAULO HENRIQUE DE ALMEIDA CARTAXO
Externo(a) à Instituição - VALÉRIA FERNANDES DE OLIVEIRA SOUSA