PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO (PPGAU)

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

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Banca de DEFESA: MARIA SIMONE MORAIS SOARES

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARIA SIMONE MORAIS SOARES
DATA: 18/10/2012
HORA: 09:00
LOCAL: Sala de Reuniões CT/UFPB
TÍTULO: Formação da Rede Urbana do Sertão de Piranhas e Piancó da Capitania da Paraíba Setecentista
PALAVRAS-CHAVES: Rede urbana. Agentes coloniais. Guerra dos Bárbaros. Arraiais. Aldeamento. Política pombalina. Povoações. Vilas
PÁGINAS: 193
GRANDE ÁREA: Ciências Sociais Aplicadas
ÁREA: Arquitetura e Urbanismo
SUBÁREA: Fundamentos de Arquitetura e Urbanismo
ESPECIALIDADE: História da Arquitetura e Urbanismo
RESUMO:

A presente dissertação tem por objeto de investigação a formação da rede urbana no Sertão de Piranhas e Piancó ao longo do século XVIII. A rede urbana é entendida a partir da política urbanizadora executada pelos agentes coloniais, o Estado, a Igreja e os agentes econômicos, que proporcionou o surgimento de pontos fixos (aldeamentos, arraiais, povoações, vilas e cidades) e de vias de comunicação, vinculados aos fluxos gerados pelo processo de expansão da pecuária. O objetivo central é verificar como se deu a estruturação dessa rede urbana no Sertão de Piranhas e Piancó no século XVIII, através da atuação dos agentes da colonização. Trata-se de um trabalho de síntese histórica que adotou, como procedimento principal, uma análise da história e da documentação escrita e cartográfica sobre o tema. O resultado identificou que a formação de uma rede urbana, no Sertão de Piranhas e Piancó, ocorreu na primeira metade do século XVIII, vinculada ao processo de “Guerra dos Bárbaros”, tendo como resultado os arraiais e os aldeamentos de índios em missões; e, na segunda metade do século XVIII, marcada pelo pós-guerra, houve a realização de uma política de formação de vilas, instituída inicialmente no Período Pombalino (1750 – 1777) e conduzida ao restante do século. Em paralelo, ao longo de todo o século XVIII, foi verificada a formação de capelas para instalação de povoações, pelos interesses dos proprietários rurais em definir seu poder local, através de doações de patrimônios de terras, que dava o aparato inicial para a sua existência. Busca-se, a partir de tais constatações, contribuir para os estudos da história urbana na Paraíba setecentista.

 


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - CLOVIS RAMIRO JUCÁ NETO - UFC
Interno - 337195 - DORALICE SATYRO MAIA
Presidente - 338233 - MARIA BERTHILDE DE BARROS LIMA E MOURA FILHA
Interno - 338157 - REGINA CELIA GONCALVES