PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA (PPGO)
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
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Notícias
Banca de QUALIFICAÇÃO: OZAWA BRASIL JUNIOR
Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: OZAWA BRASIL JUNIOR
DATA: 20/01/2026
HORA: 14:00
LOCAL: USO DE RECURSOS À DISTÂNCIA
TÍTULO: Protocolos de antibioticoterapia profilática para prevenção de falhas e
infecções em implantes dentários: uma revisão sistemática
PALAVRAS-CHAVES: Implantação Dentária; Implantes Dentários; Antibioticoprofilaxia; Revisão Sistemática; Odontologia.
PÁGINAS: 34
RESUMO: Introdução: A antibioticoterapia profilática é amplamente utilizada na
implantodontia para reduzir falhas precoces e infecções pós-operatórias, embora
persistam divergências quanto ao protocolo ideal. A heterogeneidade nos tipos de
antibióticos, doses e tempos de administração demanda síntese rigorosa das
evidências disponíveis. Objetivo: Avaliar a eficácia e a segurança dos diferentes
protocolos de antibioticoterapia profilática na instalação de implantes dentários,
identificando qual regime reduz com maior eficiência as falhas precoces e as
infecções pós-operatórias.
Materiais e Métodos: A revisão foi conduzida conforme protocolo PROSPERO
(CRD420251136698). Foram incluídos ensaios clínicos randomizados envolvendo
adultos submetidos à instalação de implantes dentários. As intervenções
analisadas abrangeram diferentes antibióticos, doses e momentos de
administração (pré, pós ou ambos) e o desfecho considerado sendo o índice de
sucesso do tratamento e possíveis reações adversas. A busca foi realizada nas
bases MEDLINE/PubMed, Embase, LILACS, Scopus e Google Scholar. A triagem,
extração de dados e avaliação do risco de viés (RoB-2) foram realizadas por dois
revisores independentes, posteriormente se realizará uma meta-análise conforme
a disponibilidade de dados. Resultados: Foram incluídos 23 ensaios clínicos
randomizados. A maioria dos estudos demonstrou que a dose única pré-operatória
de antibiótico sistêmico reduziu significativamente a incidência de infecções
iniciais e falhas precoces em comparação à ausência de profilaxia. Regimes prolongados no pós-operatório não apresentaram benefício adicional consistente e
mostraram maior frequência de efeitos adversos. A heterogeneidade metodológica
foi moderada, com risco de viés variando entre baixo e incerto.
Conclusão: Os achados indicam que a dose única pré-operatória constitui o
protocolo profilático mais eficaz e seguro na implantodontia.
MEMBROS DA BANCA:
Presidente(a) - 030.111.453-69 - ANA LARISSE CARNEIRO PEREIRA - UFRN
Externo(a) à Instituição - FÁBIO ANDREY DA COSTA ARAÚJO
Externo(a) à Instituição - HENRIQUE HADDAD