PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA (PPGO)

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

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Notícias


Banca de DEFESA: OZAWA BRASIL JUNIOR

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: OZAWA BRASIL JUNIOR
DATA: 03/03/2026
HORA: 14:00
LOCAL: Uso de recursos à distância
TÍTULO: Protocolos de antibioticoterapia profilática para prevenção de falhas e infecções em implantes dentários: uma revisão sistemática e meta-análise
PALAVRAS-CHAVES: Implantação Dentária; Implantes Dentários; Antibioticoprofilaxia; Revisão Sistemática; Odontologia
PÁGINAS: 50
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Odontologia
RESUMO: Introdução: A antibioticoterapia profilática é amplamente utilizada na implantodontia para reduzir falhas precoces e infecções pós-operatórias, embora persistam divergências quanto ao protocolo ideal. A heterogeneidade nos tipos de antibióticos, doses e tempos de administração demanda síntese rigorosa das evidências disponíveis. Objetivo: Avaliar a eficácia e a segurança dos diferentes protocolos de antibioticoterapia profilática na instalação de implantes dentários, identificando qual regime reduz com maior eficiência as falhas precoces e as infecções pós-operatórias. Materiais e Métodos: A revisão foi conduzida conforme protocolo PROSPERO (CRD420251136698). Foram incluídos ensaios clínicos randomizados envolvendo adultos submetidos à instalação de implantes dentários. As intervenções analisadas abrangeram diferentes antibióticos, doses e momentos de administração (pré, pós ou ambos) e o desfecho considerado sendo o índice de sucesso do tratamento e possíveis reações adversas. A busca foi realizada nas bases MEDLINE/PubMed, Embase, LILACS, Scopus e Google Scholar. A triagem, extração de dados e avaliação do risco de viés (RoB-2) foram realizadas por dois revisores independentes, posteriormente houve uma meta-análise conforme a disponibilidade de dados. Resultados: Foram incluídos 18 ensaios clínicos randomizados. A maioria dos estudos demonstrou que a dose única pré-operatória de antibiótico sistêmico não reduziu significativamente a incidência de infecções iniciais e falhas precoces em comparação à ausência de profilaxia. Regimes prolongados no pós-operatório não apresentaram benefício adicional consistente e mostraram maior frequência de efeitos adversos. A heterogeneidade metodológica foi moderada, com risco de viés variando entre baixo e incerto. Conclusão: Os achados indicam que o protocolo profilático não foi mais eficaz para prevenção de falhas de implantes dentários.
MEMBROS DA BANCA:
Interno(a) - 030.111.453-69 - ANA LARISSE CARNEIRO PEREIRA - UFRN
Externo(a) à Instituição - HENRIQUE HADAD
Presidente(a) - 1678418 - LUCIO ROBERTO CANCADO CASTELLANO