PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA (PPGO)
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
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3216/7797
Notícias
Banca de DEFESA: OZAWA BRASIL JUNIOR
Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: OZAWA BRASIL JUNIOR
DATA: 03/03/2026
HORA: 14:00
LOCAL: Uso de recursos à distância
TÍTULO: Protocolos de antibioticoterapia profilática para prevenção de
falhas e infecções em implantes dentários: uma revisão sistemática e meta-análise
PALAVRAS-CHAVES: Implantação Dentária; Implantes Dentários; Antibioticoprofilaxia;
Revisão Sistemática; Odontologia
PÁGINAS: 50
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Odontologia
RESUMO: Introdução: A antibioticoterapia profilática é amplamente utilizada na
implantodontia para reduzir falhas precoces e infecções pós-operatórias, embora
persistam divergências quanto ao protocolo ideal. A heterogeneidade nos tipos de
antibióticos, doses e tempos de administração demanda síntese rigorosa das
evidências disponíveis. Objetivo: Avaliar a eficácia e a segurança dos diferentes
protocolos de antibioticoterapia profilática na instalação de implantes dentários,
identificando qual regime reduz com maior eficiência as falhas precoces e as
infecções pós-operatórias. Materiais e Métodos: A revisão foi conduzida conforme
protocolo PROSPERO (CRD420251136698). Foram incluídos ensaios clínicos
randomizados envolvendo adultos submetidos à instalação de implantes dentários.
As intervenções analisadas abrangeram diferentes antibióticos, doses e momentos
de administração (pré, pós ou ambos) e o desfecho considerado sendo o índice de sucesso do tratamento e possíveis reações adversas. A busca foi realizada nas
bases MEDLINE/PubMed, Embase, LILACS, Scopus e Google Scholar. A triagem,
extração de dados e avaliação do risco de viés (RoB-2) foram realizadas por dois
revisores independentes, posteriormente houve uma meta-análise conforme a
disponibilidade de dados. Resultados: Foram incluídos 18 ensaios clínicos
randomizados. A maioria dos estudos demonstrou que a dose única pré-operatória
de antibiótico sistêmico não reduziu significativamente a incidência de infecções
iniciais e falhas precoces em comparação à ausência de profilaxia. Regimes
prolongados no pós-operatório não apresentaram benefício adicional consistente e
mostraram maior frequência de efeitos adversos. A heterogeneidade metodológica
foi moderada, com risco de viés variando entre baixo e incerto. Conclusão: Os
achados indicam que o protocolo profilático não foi mais eficaz para prevenção de
falhas de implantes dentários.
MEMBROS DA BANCA:
Interno(a) - 030.111.453-69 - ANA LARISSE CARNEIRO PEREIRA - UFRN
Externo(a) à Instituição - HENRIQUE HADAD
Presidente(a) - 1678418 - LUCIO ROBERTO CANCADO CASTELLANO